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Oferta de empregos formais continua em má fase

Cidade Comentários 03 de junho de 2016

Conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, no mês de abril, Anápolis voltou a ter retração nos números de empregos com carteira assinada


A oferta de empregos formais no mercado de trabalho em Anápolis continua em baixa, com números negativos desde o início do ano. Em abril, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), em abril foram fechados 154 postos de trabalho com carteira assinada, número que deixou o Município na sexta posição do ranking das cidades goianas que mais reduziram empregos com carteira de trabalho assinada no quarto mês de 2016.
Os dados do Caged mostram que em abril foram admitidos 2.964 trabalhadores e demitidos outros 3.118, resultando no saldo negativo de 154 postos de trabalho formais extintos. Mostram também que entre as admissões, 259 foram para o primeiro emprego e 2.629 para o reemprego. Nas demissões, 2.032 ocorreram sem justa causa, 38 por justa causa, 591 a pedido, 415 por término do contrato de trabalho e outras 10 por morte.
Por atividade, a indústria de transformação, segmento que antes da crise sempre sustentou em alta os números de empregabilidade no Município, foi o setor que mais perdeu postos de trabalho em abril, com um saldo negativo de 328 empregos formais fechados, seguido pelo comércio, com outros quatro. Os demais segmentos apresentaram saldo positivo, com 95 novos postos de trabalho abertos, seguido pelo de serviço, com 82 e agropecuária, com cinco.
Entre as cidades goianas com mais de 30 mil moradores que mais criaram empregos em abril, a liderança ficou com Goianésia, com 1.219 novos postos de trabalho, seguida por Morrinhos, com 953, Formosa, com 917, Cristalina, com 467, Quirinópolis, com 224 e Mineiros, com 202. Outras dez cidades também tiveram saldo positivo em abril.
Em contrapartida, a liderança entre as cidades que mais fecharam postos de trabalho ficou com Goiânia, com 606 empregos extintos, vindo na sequência Rio Verde, com um saldo negativo de 327, Catalão, com 208, Luziânia, com 171, Minaçú, com 164 e Anápolis, com 154. Além destes municípios, outros 13 também tiveram saldo negativo em abril, também de acordo com dados do Caged.
Apesar destes números, Goiás foi o Estado com o melhor desempenho na geração de empregos em abril, com 5.170 novos empregos gerados, um saldo positivo resultado de 52.720 admissões e 47.550 demissões. Os setores que mais contribuíram para essa expansão foram a indústria de transformações, com 2.709 novos empregos, a agropecuária, com 2.132 e a construção civil, com 1.827.
Em todo o País, também de acordo com os dados do Caged, em abril foram fechados 68.844 empregos celetistas, um número menor do que o de março, com foram extintos 118.776 postos de trabalho e também do mesmo mês de 2015, quando o saldo negativo foi 97.825 postos de trabalho fechados. Em abril, as maiores quedas no nível de emprego formal ocorreram nos segmentos do comércio, com 30.507 empregos celetistas fechados, a construção civil, com saldo negativo de 16.036, a indústria de transformação, com 15.982 e o setor de serviços, também com um saldo negativo de 9.937.
No acumulado do ano, de janeiro a abril já foram fechados 378.481 empregos e, nos últimos 12 meses a redução de postos de trabalho celetistas já soma 1.825.609. Além de Goiás, que em abril liderou o ranking dos estados que mais criaram empregos, o crescimento ocorreu também em Minas Gerais, com saldo positivo de 3.886, no Distrito Federal, com 1.202, Mato Grosso do Sul, com 919, Espírito Santo, com 446 e Amapá, com 50 novos postos de trabalho. As maiores quedas ocorreram em São Paulo (-16.583), Rio de Janeiro (-11.754) e Alagoas (-7.102).

Autor(a): Ferreira Cunha

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