(62) 3317 5500 • comercial@jornalcontexto.net

O homem que viveu para comunicar a verdade. Obrigado, senhor rádio!

Geral Comentários 27 de julho de 2012

Anápolis é só saudade. O amigo da música, o amigo da rádio, o benfeitor da cidade, o cidadão e membro de família exemplar partiu, mas deixou um grande legado


Obrigado, senhor rádio!


Arinilson Mariano e Orisvaldo Pires

A vida de José da Cunha Gonçalves foi uma grande e emocionante produção radiofônica. Nos mais profundos detalhes. Desde a elaboração do texto, a montagem das vinhetas, a escolha da trilha musical e a gravação do áudio. Obra prima composta com a colaboração de cada um daqueles que com ele dividiam a convivência. Líder absoluta de audiência.
A manhã daquele domingo, 22 de julho, foi diferente das outras. Foi o dia e a hora que ele escolheu para veicular a vinheta final. O último bloco de um programa que durou 66 anos, com brilho renovado a cada momento de vida, inspirados pela fé, o amor à família, o respeito por Anápolis terra natal, a amizade pelos amigos e a paixão pelo rádio.
O primeiro (e único) emprego chegou aos 13 anos de vida. Teve que trabalhar às escondidas na Rádio Imprensa, já que o pai queria que estudasse. Começou como sonoplasta, em 1959. Era o início de sua longa trajetória profissional na recém-inaugurada Rádio Imprensa de Anápolis.
O vínculo trabalhista com a emissora teve duração de 49 anos ininterruptos, terminou em 30 de julho de 2008, quando a emissora fora transferida de propriedade. Na Rádio Imprensa, fez de tudo um pouco: foi auxiliar de escritório, sonoplasta, discotecário, locutor, repórter, redator. Em 1972, foi promovido ao cargo de Diretor-Geral, função que exerceu até o momento em que o controle acionário da empresa foi transferido para uma associação cristã-evangélica da cidade.
Em 1971 graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Goiás. Nos anos 80, foi membro do Rotary Club Anápolis e cursou o 8º ciclo ministrado pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. Conheceu e se casou com sua grande companheira, dona Vera Lúcia Garcia e desta união nasceram os filhos Flaviane, Raquel e Alexandre.
Em 1988, colocou no ar a Rádio FM-100, administrando-a até 2008, quando a emissora também teve suas ações cedidas para outro grupo empresarial. De 2004 a 2008 escreveu a coluna "NO AR", para o jornal CONTEXTO, contando sobre o desenvolvimento artístico e tecnológico do rádio e da televisão no Brasil.
Em sua coluna, José da Cunha destacou principalmente os meios de comunicação de Anápolis e, de maneira especial, enaltecendo os valorosos profissionais responsáveis pela construção da gloriosa história do rádio anapolino.
Além do aconchego da família e da vibração em frente à TV nos dias de jogos de seu Fluminense, um dos lugares onde mais gostava de ficar era sua discoteca. Um cantinho especial onde guardava com carinho relíquias em áudio e vídeo. Um espaço para receber amigos, apreciar o melhor da arte musical e debater sobre os importantes assuntos culturais.
A história de José da Cunha Gonçalves não foi escrita, mas sim contada pelas ondas sonoras, dividida em milhares de vozes, cada uma com seu espaço, cada uma com sua importância. Foi o coração que o trouxe para nós e o mesmo coração o devolveu ao Criador. O coração onde ele guardava a todos que queria bem e de onde brotavam sentimentos de muito amor.

De coração, obrigado Dr. Cunha, obrigado Senhor Rádio!

(FOTO PRINCIPAL – DR CUNHA)




(Texto Secundário)


Canto a um guerreiro

Amador de Arimathéa (Dô)
Ex-militar e membro da Academia de Letras de Brasília


Temos certeza, amigo CUNHA, você esta vivo!
Sim! Claro que sim, esta é uma declaração de amor. Talvez fosse simples se simplesmente eu parasse aqui e não mais dissesse o que é absolutamente necessário dizer. Melhor seria não dizer nada, não começar o poema, não cutucar a saudade, que é a presença da ausência. Melhor fosse não repetir aquilo que deveria ser claro: a aceitação...
Entretanto, não é fácil. Dói demais e não passa, é dor pungente que só gente sente e teima em não ter fim. Preciso estar pronto para que os meus ais doridos sejam removidos, fazendo o possível para me recuperar do sentimento sentido que macera a minha alma e me deixa não sei como... Mas você vive, ZECUNHA!
Preciso desenvolver uma aceitação das coisas que eu não posso modificar. É necessária uma conscientização sem censura sobre eu mesmo, sendo que o autoconhecimento das coisas que não posso modificar deve ser o caminho pelo qual devo percorrer para alcançar a sabedoria para distinguir as coisas do imponderável absoluto. Todos sabem que a morte é um mistério inexplicável, do qual uma experiência diária parece ainda não ter convencido os homens, final certo que não nos consola nem nos acalma, objeto de um desassossego e de um horror passageiro... Mas você vive, ZECUNHA!
Amigo e irmão, há dias venho vivendo uma vida contemplativa, e como sabemos, o contemplativo tem dias sem noite. Todos os espíritos contemplativos são tristes e devem ser. Eles simplesmente olham a vida. Não são atores e sim testemunhas da vida. De tudo, nada tiram do que engalana ou que embriaga. Seu estado normal é a serenidade melancólica... Pois é essa melancolia, este vazio no peito, este um não sei o quê, que me deixa não sei como, é que faz confranger mais os corações sentidos dos seus velhos amigos. Mas você vive, ZECUNHA!
Mas, como ando tão contemplativo, como tal, com o meu horizonte limitado, penso agora: quanta irresponsabilidade você cometeu, Zecunha? – Quanta desconsideração patenteada nesse ato impensado e intempestivo, amigo Cunha? - Onde estava o faro do radialista/perdigueiro que não anunciou a notícia com antecedência aos seus amigos? – Qual foi o espírito de foca que fez você deixar de dar o furo da sua morte em primeira mão aos seus amigos?
Quanta inconsequência!
Não lhe importava o quanto o amávamos? – Não lhe passou pela mente como ficaria prejudicada a jovialidade do Mozarico, onde está agora o sorriso largo e franco do Comendador Pastinha? Como consolar, o Dr. Olímpio, Iron Junqueira, Bill Fanstone, Dr. Arnaldo, Dr. Jô, o grande Wildemir De Martini, Mirim, Anaton, Rivaldo, Elias Pereira, Roney Soares e outros e mais outros, seus e nossos amigos?
Mas você vive, amigo ZECUNHA!
E é nessa condição de estar presente que lhe suplico que venha, pessoalmente, explicar o imponderável a esse seu amigo escriba e ao gênio, seu admirador, Reinaldo Reis, essa sua deserção precipitada do nosso meio. É necessária uma explicação. É urgente um consolo para a nossa dor, mesmo sabendo que você ainda vive, nosso amigo Zecunha!
Saudoso amigo, José da Cunha Gonçalves, seus amigos não estão aqui para deixar que os mortos enterrem seus mortos! No caso da nossa confraria de cancioneiros e os boêmios seresteiros, assim como você, os companheiros que rumaram seus barcos, levando consigo os seus violões, para o lado de LÁ, não deixaram nossas fileiras e nem se ausentaram do entusiasmo do restante dos amigos cantadores que, por enquanto, permanecem aqui à beira do Cantar da Vida, a cultuar com saudade a lembrança dos grandes amigos que se desligaram ex-ofício do seu Escritório Musical, do aconchego de sua casa, passando ao quadro de sócios dos Violeiros Celestiais, onde o Maestro Maior, o grande Cantor de Almas, prepara com eles, hoje, uma grande serenata, aguardando, sem pressa, a nossa chegada...
Permita-me, todos os amigos do ZECUNHA, a uma última divagação: Ao fazê-la, invoco o Salmista numa pequena súplica:

“OUVE, Ó DEUS, A MINHA PRECE.
ATENDE A MINHA ORAÇÃO.
DESDE OS CONFINS DA TERRA
CLAMO POR TI
NO ABATIMENTO DO MEU CORAÇÃO.
LEVA-ME PARA A ROCHA QUE
É ALTA DEMAIS PARA MIM
POSTO QUE, LÁ DE CIMA, POSSA ECOAR O MEU GRITO:
RECEBA, Ó PAI, EM SEU SEIO
O NOSSO AMIGO ZECUNHA!

Com saudades, o autor.
Amador de Arimathéa - Dô







DEPOIMENTOS

Marconi Perillo (Governador de Goiás)
Em minha vida pública sempre tive tratamento respeitoso por parte dos veículos de comunicação de Anápolis e de seus profissionais. De maneira especial, tenho profunda admiração pelo rádio anapolino, que defende com vigor os interesses da sociedade e influencia diretamente nas grandes decisões em benefício dos anapolinos. A partida de José da Cunha Gonçalves representa uma perda irreparável não apenas para o rádio, mas para Anápolis. Seu exemplo de vida como cidadão, pai de família e profissional da comunicação, deve sempre ser motivo de orgulho dos anapolinos e motivação para todos os homens públicos.

Antônio Gomide (Prefeito de Anápolis)
O Dr. José Cunha tinha uma convivência com todos sempre norteada pela serenidade, equilíbrio, sabedoria. Ele transmitia conhecimento em tudo o que fazia. Em toda a sua vida no rádio tinha o mesmo desejo que todos temos, que Anápolis se desenvolva, cresça e seja um lugar melhor para todos. É uma perda lamentável. Fica para todos nós a história e o exemplo para todos aqueles que fazem comunicação. Guardo com carinho um CD de uma coletânea que ele preparou de forma especial, com bom gosto e sensibilidade.

Carlos Antônio Nogueira (empresário de comunicação)
Ao longo de minha vida profissional me relacionei com inúmeros grandes homens da comunicação. O Dr. José da Cunha Gonçalves é certamente um dos maiores com os quais convivi. Fomos parceiros na Rádio Imprensa, quando ali iniciamos trabalho com nossa equipe de esportes em 2004. Sua postura séria, honesta e justa foram primordiais para estabelecer entre nós sentimento de respeito, o que aumentou ainda mais a admiração mútua. Para fazermos comunicação eficiente é necessário termos parâmetros. O José da Cunha é entre eles um dos mais importantes.

Vander Lúcio Barbosa (empresário de comunicação)
O sorriso franco e aparentemente tímido era a marca da elegância do Dr. José da Cunha Gonçalves. Me impressionava seu senso de justiça e equilíbrio no trato com clientes, fornecedores e demais veículos. Ele nos passava a segurança da ética, moral e respeito pelos parceiros. Do relacionamento profissional, passamos a nutrir amizade sincera. Nos tornamos amigos pessoais, trocamos confidências, tornei-me amigo de sua família. Sua falta é grande, não apenas na comunicação, mas abre lacuna nas relações pessoais.


Mauro Gonzaga Jayme ‘Pastinha’ (produtor musical)
O universo entre mim e o Cunha é tão vasto que nem sei o que abordar. Nos últimos 15 anos especialmente tivemos contato constante. Era um irmão para mim. Juntos produzimos especiais para a Rádio Imprensa como ‘Um século de Roberto Carlos’, ‘Momentos supremos da música’ e ‘Anápolis e seus músicos’, entre muitos outros. Tive a honra de frequentar, ao lado de outros amigos, sua biblioteca de áudio e vídeo, que chamávamos de ‘Santuário’. A ele meu profundo agradecimento e minha saudade.

Nilton Pereira (jornalista)
O José da Cunha Gonçalves foi o nome mais importante do rádio anapolino. Como produtor, diretor, profissional. Ele dirigiu rádio, quando o rádio era rádio. Em suas mãos a Rádio Imprensa foi 1º lugar na pesquisa Ibope. Criou a 100 FM, era moderno, simples e companheiro. Trabalhamos juntos por cerca de 15 anos na Rádio Imprensa, deu oportunidade para muitos. Conheci o Cunha profissional e homem. Em ambos, irretocável.

Rivaldo Rodrigues (advogado e radialista)
O José Cunha sempre atuou na linha de trás de muitos profissionais que apareceram na frente. Trabalhava nos bastidores, apoiava aqueles que apareciam. Em toda minha conheci apenas uma pessoa com apenas uma anotação de emprego na carteira de trabalho: José da Cunha Gonçalves. A Rádio Imprensa foi a vida dele. Bondoso, amigo. Ele gostava de valorizar e homenagear aqueles profissionais do rádio que já haviam deixado de trabalhar. Um grande homem.

Paulo Francisco (radialista)
Eu era apenas um menino que queria uma chance de praticar, mesmo com grandes limites a minha paixão pelo rádio. Cresci, avancei, mas sempre mantive um bom relacionamento com o Dr. Cunha. E foi aí que o mesmo Cunha , que ajudou o menino, passou a contribuir com o Homem Paulo Francisco. Parece que a falta da Rádio Imprensa lhe destruia aos poucos. Sempre sereno, tranquilo, moderado, equilibrado e foi assim até seu último suspiro. Adeus irmão do rádio. Adeus amigo Cunha.

Nelson Leonel Fleury (Farmacista)
O Cunha era um cidadão exemplar. Homem simples, dedicado à família e aos amigos. Sua humildade nos cativava.

Adelzon Maciel (radialista)
Tenho muito a agradecer a este homem honrado, sensato, que sempre teve em seu ideal o serviço de rádio bem prestado, com qualidade e muito profissionalismo. Aprendi com o Dr. Cunha a ter sobriedade e acima de tudo paciência para levar o trabalho à frente. Graças a ele Anápolis continua a ser a escola do rádio, a formadora de profissionais da mídia radiofônica.

Vânio Limiro (contato comercial)
O rádio anapolino está sem som. Hoje não há ondas curtas, nem médias ou altas. O "dial" não gira hoje. Parece que estou vendo sua figura calma, alta, entrando no elevador do Edifício da CAIXA, um ou dois CDs na mão (Certamente é do Roberto Carlos). Jamais vou esquecer sua educação, gentileza, trato; e dele brincando com a grossa aliança entre os dedos. Minha gratidão por ter conhecido e trabalhado com um dos maiores profissionais do rádio anapolino.

Claudimar Batista (radialista)
Praticamente tudo o que sou hoje na comunicação devo ao Dr. Cunha. Deus lhe pague amigo, por tudo que fez e por me deixar falar no rádio.

Lucivan Machado (radialista)
O Dr. José da Cunha é um exemplo para mim, como profissional da comunicação. Ele nos ensinou a sermos apaixonados por aquilo que fazemos. Um homem que fará muita falta à família, aos amigos, ao rádio e a toda a cidade.

Cláudio Santos (radialista)
Tive o prazer por alguns anos trabalhar na Rádio Imprensa e a oportunidade de produzir alguns programa na área técnica como nos 100 anos de Anápolis; programas estes idealizados pelo Dr. José Cunha. Profundo conhecedor de tudo que se diz rádio.


Moema Ribeiro (jornalista)
Meus sentimentos pela morte de José Cunha. Que Deus possa confortar, em sua infinita bondade, todos os seus familiares. A imprensa anapolina tem muito a agradecer pelos trabalhos realizados por ele. Deus há de preenchê-los com esperança e consolo. Lembrei de uma visita que fizemos à casa dele, quando ele me mostrou a coleção de discos.

Wesley Oliveira (jornalista)
Transmito meus sentimentos a todos da família. O Cunha foi a primeira pessoa a me dar oportunidade de falar numa emissora.

Sandro Caio Cecílio (publicitário)
Sinto muito por um grande amigo que se foi. Quando meu pai (Luiz Carlos Cecílio) se mudou para São Paulo, fiquei meio que “aos cuidados” do Dr. Cunha, que me deu o primeiro emprego, aos 13 anos. Suportou minha fase rebelde e cuidava de mim como um pai. Também me sinto meio órfão, aliás, bem órfão de pais agora. Mais um dos grandes do rádio se vai. Deixa saudades em quem fica, mas também deixa uma história fantástica.

(OBS.: Se possível inserir fotos das pessoas que deram depoimento. Estou enviando algumas)

Perdi um grande amigo

Nilton Pereira

A radiofonia de Anápolis ficou mais pobre desde o último domingo, 23 de julho. Morreu, aos 66 anos, José Cunha Gonçalves, indiscutivelmente, o mais completo e tarimbado homem de rádio de todos os tempos nesta Cidade. Quando o rádio era rádio, “Zé Cunha”, como era carinhosamente chamado por todos, comandava a Rádio Imprensa, então líder de audiência medida pelo IBOPE. Isto, por durante muitos anos. Depois, com a mesma competência, montou e dirigiu a 100 FM, projeto inovador e que marcou época em Anápolis.
Todavia, muitos dos que conheceram o grande profissional que foi José Cunha, não tiveram a oportunidade e o privilégio de conhecer o homem, o cidadão, o pai de família exemplar “Zé Cunha”. Admirável! Homem de bem. Amigo de todos. Sujeito que nunca foi capaz de alterar a voz contra um funcionário, por mais que estivesse com a razão. Sereno, extremamente educado, avesso a homenagens e bajulações, funcionário de uma só empresa durante toda a vida. Advogado de formação, mas radialista de coração
José Cunha Gonçalves foi embora, deixando atrás de si um rastro de honradez, de dignidade, de zelo e de competência. Coisas tão raras hoje em dia! Deixa, ainda, uma bela família e uma história que nunca se apagará das memórias de quantos o conheceram e admiraram. Foi o homem, fica a lembrança de uma legião de amigos, entre os quais me incluo. Gente como eu, que tive o prazer de estar ao seu lado por mais de 15 anos. “Zé Cunha” já está fazendo falta. Ele continua sendo uma estrela a brilhar no firmamento das ondas sonoras do rádio. E uma chama viva em nossos corações. Uma frase que resuma tudo isso? “Valeu, Cunha!”

Espero o reencontro

Dou de ombros para a morte.
Há pessoas que não deveriam morrer.
Sim, tem gente que viveria muito bem eternamente.
Egoístas que somos, as queremos por perto para sempre.
Sugamos delas os sorrisos, as atitudes, os exemplos. Isso nos ajuda a viver.
Quando alguém que amamos vai embora, a vida perde a cor.
Quero de volta a presença. O exemplo. A companhia. A referência.
Quero de volta as manhãs de domingo. As músicas. O Fluminense. O rádio.
Quero de volta o tempo, para fazer o que não fiz.
Quero de volta os planos, os anos, os sonhos.
Quero de volta a austeridade exemplar, o amor ao Pai, a humildade cotidiana.
Quero de volta o amigo. O conselheiro, muitas vezes pai.
Quero de volta a alegria e a paz.
Quero de Deus, hoje, conforto e consolo. A todos que lamentam a perda.
Quero de Deus a confiança e a certeza de um novo encontro.
No tempo dEle.
Lá, onde não há choro. Onde todos cantaremos juntos...
(Minha singela homenagem a José Cunha Gonçalves, alguém insubstituível na minha história)

Autor(a): Orisvaldo Pires

Comentários


Deixe seu comentário Dê sua opinião a respeito desta notícia. Seu e-mail não será publicado.


Código Anti Span Incorreto!
Obrigado! Seu comentário foi postado com sucesso!
Falhou! Preencha todos os campos obrigatórios (*)

+ de Notícias Geral

Anapolino é destaque em competição nacional

21/09/2017

Na última segunda-feira, 18, o prefeito Roberto Naves recebeu em seu gabinete o jovem Gabriel Douglas Araújo, estudante da ...

Promotores de Justiça têm encontro em Anápolis

21/09/2017

Os encontros regionais da Procuradoria Geral de Justiça Presente e de elaboração do Plano Geral de Atuação do Ministéri...

Entenda o que é trabalho intermitente

21/09/2017

A Reforma Trabalhista tem um ponto que necessita de grande destaque, que é a criação de um novo modelo de trabalho que at...

Projeto ampara crianças em situação de risco

21/09/2017

Será lançado nesta sexta-feira, 22, o Projeto Querobem. A solenidade está marcada para o auditório do Bloco F, da UniEVAN...