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Notas Gerais - Ed. 394

Causos de Polícia Comentários 30 de novembro de 2012

Notas Gerais


Celular I
Oito e quinze da manhã, o sol nem tinha acabado de nascer, por conta do Horário Brasileiro de Verão. Jéssica estava em frente a uma escola na Vila Góis, quando, de repente, apareceu um marmanjão e engraçou-se com o celular da menina. “Me dá esse bichinho aí...” disse em tom de ameaça. “Mas ele é meu, foi meu pai quem me deu”, argumento Jéssica. “Não perguntei nada...” esbravejou o malandro, já com uma faca na mão. Fazer o quê? A moça, morrendo de medo, entregou o aparelho LG e depois ligou para a Polícia. O Sargento Celso e o Soldado Tadeu foram em seu socorro.

Celular II
Henrique estava perto da Prefeitura com seu celular LG novinho. De repente, um bandidão o atacou querendo o aparelho. Ele entregou e saiu na maior disparada para a Praça Abílio Wolney. Foi sua salvação. Lá estavam o Cabo Vanderley e o Soldado Nunes que foram despertados pela correria. Quando o assaltante viu os dois PMs jogou o celular no chão e deu meia volta e, na mesma velocidade, sumiu entre os carros na Avenida Brasil. Quase foi atropelado. Sorte de Henrique, pois ele recuperou seu celular.

Dinheiro sumiu
Sebastião, morador do Bairro de Lourdes estava guardando R$ 600 em casa, para as despesas de Natal. Estava, pois alguém, mais esperto, ficou sabendo e resolveu levar a grana. Resolveu, e, levou. Sem saída, Sebastião disse ao Cabo Neves e ao Soldado Vandoilton que não desconfia de ninguém na vizinhança. Aí, ficou difícil.

Trio parada dura
Marcos Antônio, acompanhado pelos menores de iniciais E e I, estava na Praça Badia Daher na maior algazarra, vendo alguma coisa muito interessante na tela do celular. O Cabo Márcio e o Soldado Claudivino resolveram ver o motivo de tanta alegria. E ao chegarem, viram que eles estavam olhando fotos de pés de maconha plantados em vasos domésticos. Os policiais decidiram, então, dar um baculejo no trio. Um dos menores estava com uma porção de maconha prontinha pra ser queimada. No Fusca de Marcos, mais outra porção da erva. Não teve jeito. Todo mundo conduzido para a delegacia.

Roubo ousado
José estava em seu Mini Box na Avenida JK, era meio dia em ponto. Nisto chegou um sujeito mal encarado, pilotando uma motocicleta vermelha, trajando camisa branca e calça jeans. Sem mais delongas, o visitante foi logo falando que era um assalto e, para justificar, portava um revólver que ele acredita ser calibre 38. Na boa, o assaltante pegou R$ 250 e sumiu. Quando o Cabo Márcio e o Soldado Claudivino chegaram, não encontram mais ninguém. A vítima, entretanto, anotou a placa da moto e passou para os policiais que disseram que vão encontrar o bandido. Tomara que encontrem...

Caixa eletrônico
Flávia foi a uma agência bancária da Avenida Minas Gerais e fez a operação para sacar R$ 80. Isto, quatro e meia da tarde. Só que a máquina registrou o saque, mas não liberou o dinheiro. Flávia entrou em pânico e chamou a polícia. Os soldados Ribeiro e Marcos Pereira foram atendê-la. Tudo resolvido. Uma funcionária do referido banco, que ainda estava presente, disse que a agência iria fazer o estorno no dia seguinte.

A aliança
Thayane passou por maus momentos no Bairro Eldorado. Era pouco mais de seis e meia da manhã quando ela foi abordada por um indivíduo montado em uma bicicleta e usando uma máscara cirúrgica para tapar o rosto. “Me dá esse celular”, disse ele. Thayane entregou o aparelho Nokia. “Agora, me dá essa aliança”, disse o bandido. “A aliança não. Eu sou casada e como é que vou chegar em casa sem ela?”, argumentou a moça já toda pálida. “Problema seu”, disse o marginal e arrancou a jóia do dedo da coitada. Refeita do susto, Thayane pediu ajuda a moradores e chamou a polícia, sendo assistida pelos soldados Márcio e Claudivino. Ela disse que vai tomar mais cuidado.

Moto roubada
Carlos Alexandre vinha com sua moto na Rua Sabará, São Carlos. Era meio dia e meia. Começou a chover e ele decidiu parar numa marquise para não se molhar. Foi seu grande erro. É que, não se sabe de onde, apareceram dois indivíduos, cada qual com um revólver, pedindo a chave da motocicleta. Resultado: Carlos Alexandre ficou sem a FAN 125, novinha, além de todos os documentos dele e do veículo. Desiludido, resolveu ligar para o 190 e o Soldado Ferreira foi quem lhe socorreu.

Bonnie and Clyde
Divino Donizete e Jedáblia decidiram reviver a história do casal que abalou o centro dos Estados Unidos na década de 30, assaltando e barbarizando e que acabou sendo morto pela polícia americana. Mas, a dupla tupiniquim não foi muito longe. Depois de assaltarem uma famosa lanchonete na BR-060, os dois acabaram sendo presos em Anápolis. Com eles, o delegado Manoel Vanderic Filho encontrou armas, dinheiro e outros objetos. Carreira curta para o casal que, agora, vai esfriar a cabeça na cadeia.

A motoca
Depois de malhar por várias horas, Jaqueline se despediu dos amigos na academia e decidiu ir embora. Passou, antes, na casa de uma amiga para colocarem os assuntos em dia. Foi seu grande erro. Nas proximidades estava um sujeito mal encarado, armado até os dentes e pediu para que ela, silenciosamente, entregasse a chave da Honda BIZ novinha. Sem mais conversa, o covarde assaltante funcionou a moto e sumiu no mundo. Isto aconteceu no Residencial Ander. Jaqueline disse que nunca sentiu tanto medo.

Autor(a): Nilton Pereira

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