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Notas Gerais - Ed. 390

Casos de Polícia Comentários 01 de novembro de 2012

Notas Gerais


Na madeireira
Abrahão Neto é dono de uma madeireira na Avenida Brasil. Esta semana ele fez um levantamento superficial e notou a falta de alguns cheques e certa quantia em dinheiro. Pergunta daqui, pergunta dali e, ninguém sabia dar notícia. O que fez Abrahão? Chamou a polícia e contou ao soldado Lacerda que o cofre fora arrombado, mas que não desconfiava de ninguém.

Na ferragista
Outro que teve a loja arrombada foi Lucrécio. O estabelecimento fica no Bairro Calixtolândia. Ele narrou ao Sargento César que sumiram furadeiras, parafusadeiras, serra - mármore, motores, serra elétrica e mais R$ 350 em grana viva. Foi orientado a registrar a ocorrência no Distrito Policial.

Desatenta
Valdenice disse para o Soldado Plínio que roubaram dela um GPS e um note book. Mas, não se recorda da marca dos aparelhos. O furto aconteceu no Residencial Morumbi. A vítima foi orientada a registrar a ocorrência no Distrito Policial. O militar disse que as pessoas devem prestar atenção em seus pertences para facilitarem a investigação.

Deu moleza
Diones estava todo prosa na Praça Bartolomeu Gusmão. Nisto, chegou a viatura comanda pelo Cabo Washington. Conversa vai, conversa vem e, puxaram a ficha do dito cujo. E, não é que constava um mandado de prisão em aberto contra ele? Acabou a folga. Diones embarcou na viatura e só desceu no Plantão Policial.

Briga feia
Os filhos de Romilda queriam dar uma surra em Bruno. Ele, que mora no Bairro Santo Antônio, ligou para o 190 e por lá apareceu a PM. Na confusão, Romilda disse que Bruno é desavergonhado e cara de pau e que estava “mexendo” com uma criança de nove anos. Confusão formada e a própria mãe de Bruno disse que ele toma remédio controlado e, de vez em quando, surta. E, ficou por isso mesmo, pois os policiais civis estavam em greve e a PM não tinha mais o que fazer.

O celular
Sara estava chegando em casa, no Bairro Jundiaí, não eram nem nove e meia da noite. Nisto apareceu um elemento de cor moreno, alto, trajando bermuda branca. E disse a ela: “Que celular mais maneiro. Irado! Vou ficar com ele”, e arrancou o aparelho da mão da moça. Ela, coitada, tremendo de medo do bandidão, entregou seu Nokia. O Cabo Rosonei e o Soldado Dimitri fizeram o atendimento

Pelo telhado
Robson, responsável por um supermercado no Jardim América, disse ao Cabo Washington e ao Soldado Porto que pela manhã notou que o telhado do estabelecimento estava danificado. Correu para as câmeras de segurança e viu que dois elementos haviam adentrado e feito a festa. Arrombaram o cofre, levaram dinheiro e objetos, mas Robson não soube informar a quantidade roubada.

Doutor roubado
O advogado Breno foi outra vítima dos “amigos do alheio”. Seu escritório, na Avenida Presidente Vargas, foi “visitado” na madrugada. Os ladrões levaram dentre outras coisas, uma impressora, um teclado e vários documentos. O Sargento Esenhower o orientou a registrar a ocorrência. Mas, como, se a Polícia Civil estava em greve?

Quanto tempo...
No ano passado, Ronely deixou seu carro na oficina do Ivo. Esta semana decidiu buscá-lo. Mas, chegando lá, disse que estavam faltando muitas peças e que o serviço contratado não havia sido feito. Bate boca e ameaças de ambas as partes. Foi aí que tiveram a brilhante ideia de chamar a polícia. Os soldados Francione e Batista, com a maior boa vontade, compareceram ao local da encrenca. E, mandaram que os dois procurassem seus direitos, começando pelo registro de um BO na Polícia. Foi o que se fez.

Assaltante obeso
Léia, dona de um pequeno comércio no setor Jamil Miguel, foi abordada por um homem gordo, alto, trajando camisa listrada, calça jeans e óculos escuros e que chegou em uma moto. Muito educado, ele pediu alguns pães, queijo, açúcar e R$ 25 em recarga para celular. Pediu e foi embora. Quando Léia que abordá-lo para lembrá-lo de pagar a conta, o gordão mostrou-lhe um revólver que mais parecia um canhão. Montou na moto e sumiu. A coitada da comerciante ficou muda e pálida, sem ação. O Sargento Celso e o Soldado Tadeu deram-lhe assistência. Isto, em plena nove horas da manhã.

Essas mulheres...
Nayara tem um Ford Eco Sport. Lilian tem um Gol cinza. E, Raquel, tem um Gol vermelho. Esta semana as três (mulheres) e os três (carros), se encontraram na Avenida Santos Dumont. Resultado: cacos de lanterna, pedaços de pára-choques e muita confusão. Tripla colisão com condutoras femininas. O Soldado Batista atendeu à ocorrência e, como não houve feridos, as mulheres demoraram, mas se entenderam.

Briga de casal
Wellington é separado de Lauriane. Mas diz que a ex não larga de seu pé e que vive inventando coisas negativas contra ele. Ela diz que é, exatamente, o contrário e ele é quem está prejudicando sua vida. Esta semana os dois se encontraram e a coisa esquentou. Foram às vias de fato e alguém chamou a polícia. O Cabo Alessandro e o Soldado Ribeiro chegaram bem na hora da encrenca e acalmaram os ânimos. Este caso ainda não terminou...

Autor(a): Nilton Pereira

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