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Notas Gerais - Ed. 389

Causos de Polícia Comentários 26 de outubro de 2012

Notas Gerais


Na obra
Dez barras de cano PVC; quatro barras de cano 100 mm, mais 150 metros de mangueira, um carrinho de mão e outros objetos. Foi o que levaram de Edilberto, que mora no Bairro Paraíso. Ele, que estava ausente, disse ao Sargento Medeiros e ao Soldado Da Costa que ficou surpreso ao chegar em casa e notar a falta dos objetos. Disse não suspeitar de ninguém, pois tem amizade com todos no bairro.

Cobrança fatídica
“Oi, Débora”, disse Dulcimar, ao entrar na loja da empresária. “Que bom que você veio, Dulcimar. Tem uma notinha sua aqui e queria que você acertasse” falou, educadamente, a dona da loja de perfumes. Pra quê??? Dulcimar virou uma fera e disse que ia quebrar a cara da comerciante por constrangê-la na frente de outras pessoas. Apavorada, ela chamou o Cabo Vanderlei e o Soldado Nunes. A ameaçadora já havia dado no pé. Débora disse que ela fez isso por não querer pagar.

Inaceitável
Faltavam cinco minutos para as dez da manhã e L. de 52 anos estava em casa, no Vivian Park. De repente, chegou um individuo alto; magro; bermudas pretas, camisa azul e chinelos com correias vermelhas. Com uma faca na mão, o bandido obrigou a dona de casa a entrar na residência, forçando-a a manter relações sexuais com ele. Além disso, ainda roubou-lhe R$ 50 em dinheiro. O Sargento Medeiros e o Soldado Da Costa, auxiliados por uma equipe da Diagonal, abordaram alguns suspeitos, mas L. não reconheceu nenhum deles como o autor da violência.

Levaram a loja
Ilda, que tem uma lojinha no Vivian Park disse que o estabelecimento foi arrombado e que os ladrões levaram várias calças; blusas; vestidos; camisetas; roupas íntimas; roupas infantis; óculos; botas; bolsas; sombrinhas, relógios e um aparelho DVD da marca Philips. Em resumo: praticamente mudaram a loja de endereço. Ocorrência atendida pelo Cabo Anísio. Ilda ficou fazendo as contas do prejuízo que levou.

Adeus, moto
Sujeito trabalhador, Adriano parou sua moto em frente a uma madeireira no Setor Jamil Miguel e entrou para fazer um orçamento. Quando ia saindo, foi abordado por um elemento baixo; de cor branca, obeso que, cordialmente, apontando-lhe um baita revólver pediu as chaves da ‘máquina’. Era pouco mais de meio dia. Adriano ainda falou que precisava da moto para trabalhar. O bandido disse que, também, precisava dela para assaltar. Diante dos argumentos, e das circunstâncias, o gordão levou vantagem e sumiu com a Honda CB 400, de cor amarela. Adriano chamou a polícia e, imediatamente, foi socorrido pelo Sargento Celso e pelo Soldado Tadeu.

Intruso
Zélia e Maria estavam no maior papo na calçada, de uma tranquila rua da Vila São Joaquim. Fazia muito calor e era quase nove da noite. Discutiam, dentre outras coisas, o fim da novela Avenida Brasil. Despreocupadas, nem notaram que Valdomiro se aproximou e, com cara de poucos amigos. Todos moram no mesmo lote. Zélia disse que, sem mais, nem menos, Valdomiro começou a xingá-la, ameaçando-a de agressão física. O que ela fez? Ligou para o 190. Mas, quando os soldados Carlos e Carmo chegaram, o valentão já havia sumido. Os PMs disseram que ainda vão encontrá-lo e levá-lo para conversar com o delegado.

Que susto!
Raimundo acabara de fechar seu bar, no Jardim Alvorada, quando percebeu que estava sendo seguido por dois elementos em uma moto. Ele, também, de moto, caiu fora. Os outros, atrás. Quando chegou à Praça Dom Emanuel, Raimundo pediu ajuda ao Cabo Washington e aos soldados Francione e Batista. Foi quando veio o alívio: os dois motoqueiros eram policiais civis e estavam fazendo investigações naquela região. Depois de tudo explicado, Raimundo foi embora dormir.

Adeus, celulares...
Rodrigo estava cuidando de uma loja de celulares no Industrial Munir Calixto. E não é que esta semana, cinco e meia da tarde, apareceu por lá um elemento magro, usando capacete, com um baita revólver na mão resolveu assaltá-lo? Resolveu, e, assaltou. O bandido levou 15 aparelhos de telefone celular, R$ 20 em dinheiro e desapareceu. Rodrigo chamou o Sargento Dos Santos e o Soldado Caetano que chegaram quase na hora. Mas, não conseguiram pegar o esperto ladrão.

Roubada
Gizely mora no Parque Brasília. Esta semana ela narrou aos soldados Neto e Lusimar que, por volta de oito e meia da noite, arrombaram sua casa e levaram uma televisão 42 polegadas marca Samsung; um vídeo-game Xbox; dois relógios de pulso oriente; um tablet; dois pares de óculos e um notebook Samsung. A vítima relatou que, ao sair de casa, viu uma Parati Bola de cor preta; quatro portas; com três indivíduos em atitude estranha, estacionada nas imediações. Ela suspeita desse trio.

Outro roubo
Com todo o sacrifício, Adriana está construindo uma casa no Jardim dos Lagos. Esta semana ela chegou à obra e notou que alguma coisa estava errada. E, estava certa. Em um contêiner onde eram guardadas as ferramentas, estava faltando uma betoneira de 400 litros, além de outros objetos. Adriana contou ao Cabo Washington e ao Soldado Mesquita que não desconfia de ninguém, pois é novata no pedaço.

Autor(a): Nilton Pereira

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