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Notas Gerais - Ed. 388

Causos de Polícia Comentários 19 de outubro de 2012

Notas Gerais


Covardia
João, um senhor de 91 anos, morador no Calixtópolis, ainda trabalha, vendendo geladinho. Ou, sacolé. Esta semana chegou em sua residência uma mulher dizendo que queria comprar a guloseima. Bem intencionado, ele entrou na casa e a mulher entrou atrás. Conversa vai, conversa vem, ela não comprou, deu uma desculpa e foi embora. Quando João deu por si, viu que seu celular havia “evaporado”. O velho João chamou os soldados Marcos Pereira e Rabelo que ainda tentaram localizar a ladra. Não conseguiram.

Deram azar
Bruno e Jonathan gostam de aventuras perigosas. Perigosas e ilegais. Esta semana, os dois, ocupando uma moto, estavam fazendo proezas no Jardim Ana Paula, bem pertinho do Quarto BPM. Dançaram... O Sargento Sinvaldo e o Soldado Cavalcante desconfiaram e resolveram abordar a dupla. Os dois empreenderam fuga, igualzinho ao que acontece nos filmes policiais. Entra aqui; sai ali; sobe de cá, desce de lá. Mas, não teve jeito. A viatura os alcançou. Não tinham CNH e foram autuados por direção perigosa. A moto, uma Honda CG 150, foi apreendida.

Sem palavras
O Cabo Abadio e o Soldado Benevaldo, foram acionados para atenderem a uma ocorrência perto do Mercado do Produtor. Lá chegando, depararam com Núbia caída ao solo, toda ensanguentada e seu agressor, Silas, já algemado por uma equipe do GPT. A mulher foi levada para o Hospital de Urgências e o agressor para a Delegacia. Não foi possível tomar o depoimento de Silas no flagrante por um motivo bem óbvio: ele é surdo-mudo. Só com a ajuda de um intérprete de LIBRAS (linguagem brasileira de sinais).

Roubo ousado
Seis e meia da tarde. Rua Barão do Rio Branco, centro. Dois elementos chegaram à loja de Luciana e, fingindo serem clientes, começaram a escolher alguns produtos. Mas, logo veio a surpresa: Eram assaltantes. Armados de revólveres, intimidaram a comerciante e levaram 22 camisetas; 21 relógios importados; documentos pessoais; dois telefones celulares e outros objetos. Feito o assalto, ambos saíram correndo. Um bandido era magro, alto, trajando camiseta preta. O outro, baixo, gordo, de boné e calça jeans. Luciana chamou a polícia e lá estiveram os soldados Romes e Lacerda. Tentaram encontrar a dupla, mas não conseguiram.

Acerto de contas?
“Quem de vocês é o Tiago?”, perguntou um homem na Avenida Tocantins, Bairro de Lourdes. “Sou eu”, respondeu o rapaz de 25 anos. “Então, toma!”, retrucou o outro, disparando dois tiros contra a vítima. Uma bala acertou a perna e a outra, o abdome de Tiago. O agressor fugiu. Testemunhas disseram tratar-se de um tal Nadim. Mas, ninguém se arriscou a falar os motivos. A vítima foi socorrida pelo Cabo Uilton e pelo Soldado Flávio. Isto, antes de sete da noite.

Assaltada na rua
Uma bolsa contendo toda a documentação pessoal; uma corrente de ouro; um par de óculos de sol; uma folha de cheque do banco Itaú no valor de mil reais e vários documentos pessoais. Foi o que dois bandidos, ocupando uma moto de cor vermelha, levaram de Ana Maria, durante assalto no Bairro Anápolis City. Em seguida, os autores tomaram rumo da Vila Santa Maria de Nazareth. Os soldados Boaventura e Agnaldo socorreram a vítima e fizeram um intenso patrulhamento na área, mas não localizaram os marginais. Faltavam 15 minutos para as oito da noite.

Na padaria
Jeane estava em sua panificadora na Praça Carlos César Alencar, na Avenida Jamel Cecílio, quando chegaram dois elementos em um Fiat Weekend branco, com vidros escuros. Era, pontualmente, nove da noite. A dupla desceu, cumprimentou todo mundo que se encontrava no ambiente e, em seguida, anunciou o que pretendia fazer ali: assaltar. Apavorada, Jeane correu para os fundos do estabelecimento e só ouviu os vidros do caixa sendo quebrados. Os bandidos deram azar: só havia R$ 20, inclusive, um monte de moedas. Os dois foram embora. O Sargento Claudiones e o Soldado Éderson atenderam a esta ocorrência.

Desocupados
Quatro e meia da tarde... Weberton, 29 anos e Lucas, 19 anos, ao invés de procurarem o que fazer, decidiram fumar um “baseado”. Deram azar, porque o Sargento Ronivon e o Cabo Leal estavam fazendo uma ronda à pé, perto da feira do Conjunto Filostro Machado. Quando a dupla viu “os home” saiu em desabalada carreira, dispensando um objeto que conduzia. Os PM’s foram pra cima e detiveram os fujões. Eles haviam deixado cair, de propósito, um saco de plástico com nove porções de maconha. Foram levados ao Distrito Policial para explicarem melhor o que aconteceu.

Caras de pau
“Gostamos muito desse carro e decidimos levá-lo”. Foi assim que dois elementos armados de revólver se dirigiram a Orivan. Já passava de onze e meia da noite, no Residencial São Jerônimo. Fazer o quê? Tremendo de medo de ser morto, o pobre Orivan entregou as chaves do Fiat Siena de cor prata, com o tanque cheio. Os bandidos não contaram história e sumiram na escuridão, deixando a vítima aos lamentos. O Cabo Fábio foi quem lhe prestou assistência.

Autor(a): Nilton Pereira

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