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Notas Gerais - Ed. 386

Causos de Polícia Comentários 05 de outubro de 2012

Notas Gerais


Na tora
Ronaldo estava em sua Saveiro em frente a um hospital no centro da Cidade. De repente, surgiram dois ‘malas’ e com uma réplica de arma de fogo, anunciaram o assalto, querendo levar a camionete. Ronaldo não se intimidou. Entrou em lutar corporal com ambos (não recomendado pela polícia), isto às três horas da manhã. Empurra de cá, empurra de lá, soco pra cá, soco pra lá e os bandidos conseguiram tomar as chaves do Ronaldo. Mas, ele, determinado, entrou na cabine e continuou a briga com os bandidos. Os dois, vendo que Ronaldo era brasileiro e não desiste nunca, deixaram-no com a camionete. O Cabo Lucas e o Soldado George foram chamados para o registro da ocorrência.

Vizinho ‘mala’
Jaqueline mora no Copacabana. Isaac também. Mesmo assim, ele deu na ideia de entrar na casa dela e roubar uma bolsa, com dinheiro, documentos e alguns pertences que estavam à vista. Só não contava que ela estava de espreita e viu tudo. Viu e chamou o Sargento Sinvaldo e o Soldado Cavalcante. Os dois deram uma prensa no Isaac que, sem jeito, teve de entregar os produtos do furto. E, ainda, foi levado para a delegacia.

As ferramentas
No Novo Paraíso, o marceneiro Geovane chegou para trabalhar e viu que faltavam algumas ferramentas, dentre elas três furadeiras, uma plaina e outros objetos. Correu para ver a gravação da câmara de segurança e viu a filmagem de um sujeito saindo em uma bicicleta, trajando calça clara e camiseta branca, com uma mochila nas costas. Não deu para identificar o autor. É o que ele narrou ao Sargento Prado que foi solicitado para atender à ocorrência.

Surpresa em casa
Lucas, residente no Bairro Paraíso, foi à igreja colocar a situação cristã em dia. Participou de todas as partes da solenidade religiosa. Mas, quando retornou, viu que algo estranho havia acontecido em sua casa. É que a janela estava arrombada. Correu ao guarda-roupas e percebeu que seu note book havia sumido. Chamou a polícia e lá estiveram os soldados Clodoaldo e Círio.

Baleado
Esta semana, no Bairro Santa Cecília, Pedro Esmael viu a morte bem de pertinho. Ele foi cercado por Rodriguinho e Iamon, moradores da região que estavam em uma moto. Do cerco aos disparos de arma de fogo, foram poucos segundos. Atingido na barriga, Pedro foi levado para o Hospital de Urgências. Sua esposa disse que não sabe os motivos da tentativa de homicídio. O Sargento Sinvaldo e o Soldado Cavalcante cuidaram de registrar o ocorrido.

No banco
Alselmo (não é Anselmo) trabalha como vigilante em uma agência bancária no Jundiaí. Esta semana ele percebeu que o alarme havia disparado e resolveu chamar a polícia. Foi quando se descobriu que os ladrões entraram pelo sanitário feminino e isolaram os sensores com placas de isopor. Mas, não foi furtada nenhuma quantia em dinheiro. O banco ficou no prejuízo, somente, dos equipamentos danificados.

Por pouco
Elielton estava em sua camionete Saveiro, rodando pelo Bairro Jundiaí. Era quase meia noite. De repente, dois desconhecidos, a bordo de um FIAT Siena o abordaram e queriam levar seu veículo. E começaram a atirar em sua direção. Foram três tiros que, felizmente, não acertaram a Elielton. Ele correu para casa, de onde chamou a polícia e foi socorrido pelos soldados Romes e Ramos Júnior.

Fizeram um ‘limpa’
Dezesseis bonés de marca; um compressor de ar; cinco bolas de futebol, onze telefones celulares e quatro carrinhos de brinquedo. Foi o que os ladrões levaram da loja de Adenilson, no Industrial Munir Calixto. Ele nem desconfia de quem seja o autor, ou os autores. Mas, contou ao Sargento Dos Santos que vai ficar de olho e quando deparar com alguém usando um dos tais bonés, vai chamar a PM de novo.

Monza ao quadrado
Leonel tem um Monza de cor cinza. Deudeci, também, tem um Monza. Só que de cor bege. Esta semana, no conjunto Eldorado, quis o destino que houvesse um encontro entre os dois motoristas e os dois carros. Apenas danos materiais. O Cabo Seir orientou os envolvidos a entrarem em entendimento, o que acabou acontecendo, evitando-se maiores complicações.

Festa trágica
Tiago chegou a um clube na região rural de Anápolis. De repente, um elemento que já estava ali, perguntou a ele: “Está me tirando, cara?”. Ele disse: “Não senhor”. Mas, não adiantou. O estranho, que estava usando um boné branco, sacou uma arma e Tiago ainda tentou correr. Todavia, foi baleado no braço e no tórax. O atirador sumiu e o Tenente Jessé cuidou de atender à ocorrência, dando o encaminhamento devido.

Sem explicação
Aureliano estava “de bobeira” em frente à casa de Eder e Eduardo (não formam dupla sertaneja), no Bairro de Lourdes. O relógio marcava mais de dez da noite. Os dois não gostaram da atitude e foram tirar satisfação com ele. Bate-boca e agressões mútuas. Aureliano levou a pior e teve vários dentes quebrados. Foi preciso que o Sargento Batista e o Soldado César o levassem ao Hospital. Os agressores foram levados ao plantão, onde lavrou-e um termo circunstanciado de ocorrência contra ambos.

Autor(a): Nilton Pereira

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