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Notas Gerais - Ed. 354

Causos de Polícia Comentários 17 de fevereiro de 2012

Notas Gerais


Barraco
Beatriz e Vilmar estavam discutindo no meio da rua. Chegaram o Cabo Seir e o Soldado Claudivino. O homem não perdeu tempo e disse que a moça era traficante. Convidados a entraram na viatura, seguiram para a casa de uma vizinha, onde se confirmou o crime: ali estavam dois “tijolos” de maconha. Todo mundo em cana.

Brigas de desamor
Sinair e Agnaldo já tiveram bons momentos. Mas, a relação azedou e os dois se separaram. Ele está proibido, por medida cautelar de aproximar-se dela em uma distância mínima de 500 metros. Mas, não levou a coisa muito a sério. Esta semana resolveu, não só se aproximar, como também, aplicar-lhe um “corretivo”. Só não esperava que a viatura com o Cabo Costa e o Soldado Barreto fosse passar pelo local justamente naquela hora. Ele ainda subiu no telhado, como um gato. Mas não teve jeito.

Mulher valente
Eliomar Ferreira tem uma diferença com um tal de “Zé Cola”. Esta semana ele se encontrou com a esposa desse desafeto e iniciou um bate-boca. Segundo ele, “Zé Cola” lhe deve um dinheiro pelo fornecimento de drogas e não quer pagar. A mulher armou-se de uma faca e deu uma espetada em Eliomar. Os soldados Ricardy e Jesus chegaram bem na hora, mas a agressora já havia sumido do mapa. Eliomar, ferido nas costas e no braço, teve de ser levado ao Hospital Municipal.

Moto preta X moto preta
Vilmar Rodrigues transitava pela Vila Santana pilotando sua moto Honda preta. O mesmo fazia Elianair, também numa bela Honda, coincidentemente, de cor preta, também. E não é que os dois acabaram se chocando? Como foi apenas um caso de danos materiais, a moto de Elianair foi levada para o pátio da CIRETRAN e a de Vilmar, liberada no local. Os dois devem se acertar.

O manequim
Tiago Alves tem uma loja na Avenida Mato Grosso, Jundiaí Esta semana, dois desocupados resolveram furtar um manequim (de fibra) vestido com roupas da moda. Descobertos, começou a perseguição e o famoso “pega-ladrão”. Os ‘malas’ foram sendo acuados e para não serem detidos, largaram o manequim (só o manequim) no chão e começaram a pular os muros das residências próximas. Desapareceram no Jundiaí sem deixar pistas.

A surpresa
Sete da manhã, Rua Patrícia, Jardim Ana Paula. Cecília das Graças chegava em casa e, quando desceu de seu automóvel Corsa, de cor cinza, foi abordada pro três homens e uma mulher que lhe deram voz de assalto levando veiculo, dinheiro, documentos e jóias. A vítima foi orientada a registrar o fato na delegacia.

Troglodita
Ana Caroline tem (ou tinha) um caso de amor com Wesley Cunha. No último dia 12 os dois se desentenderam e ele, por ser bem mais forte, levou a melhor. Arrastou-a pelos cabelos, a espancou e, ainda, disparou um tiro em sua direção. Foi no Residencial Summerville, às quatro da tarde. Polícia chamada, mas o valentão já havia sumido.

Mais confusão
Onze da noite. A guarnição composta pelo Sargento De Sá e pelo Soldado Hercílio, deparou com uma briga onde o menor Z.P. acompanhado de Helena Rodrigues, havia atacado a Wellington Araújo com uma faca. Todo mundo bêbado, fato ocorrido no Jardim Primavera. Para piorar, Helena, fora de controle, ainda cuspiu nos policiais. O menor foi entregue à sua mãe, com o compromisso de comparecer à delegacia no dia seguinte. Wellington, esfaqueado, foi mandado para o Hospital de Urgências.

Fim de tudo
João Batista é proprietário do Bar Fim de Tarde. Mas foi no fim da noite do dia 13 que ele acabou sendo preso. É que Batista resolveu iniciar outra atividade comercial: vender maconha. Foi denunciado anonimamente, e a Polícia chegou e registrou o flagrante. João não teve como negar. Alegou, entretanto, que era o primeiro dia na “nova atividade”. Fim da linha para o João, dono do Bar Fim de Tarde, em um infeliz fim de noite. Fim da linha para ele

Casal unido
Confirmando que o casal deve estar unido na alegria e na tristeza; na doença e na saúde, Renato e Patrícia, moradores no Jardim Alexandrina, decidiram, também, ficar unidos no tráfico de drogas. A Polícia localizou o ponto de venda, conhecido como “Boca do Renato” e acabou levando o casal de pombinhos para ficar uns tempos fora de circulação. Eles estavam vendendo crack e outras drogas.

Janta cara
Enquanto Patrícia, operadora de caixa, jantava em um restaurante da Avenida Getulino Artiaga, alguém “jantou” sua moto vermelha. Quando terminou a refeição, a moça não viu mais a motoca. Teve de ir embora de carona. Apresentou queixa no Plantão.

Caras de pau
José Genilson e Wander Barbosa, sem ter mais o que fazer, decidiram pegar uma moto e sair para roubar as pessoas. Encontraram o Leandrinho, na Vila Jaiara. Encheram-lhe de sopapos e, ainda, levaram seus pertences. Só não contavam que a Polícia os encontraria e os levaria para o Plantão. Resultado: cadeia pura.

Colaborou Reginaldo Morais

Autor(a): Da Redação

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