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Notas Gerais - Ed. 336

Causos de Polícia Comentários 14 de outubro de 2011


Polícia x Polícia
O desentendimento entre dois policiais em frente à Delegacia Geral, quase resulta em tragédia. O sargento Flávio, da PM, estacionou seu carro em local indevido e foi abordado pelo agente Bicudo, da Polícia Civil, pedindo-lhe que retirasse o veículo. Começou uma pequena discussão entre ambos e, exaltado, o militar acabou por acertar um murro no rosto do policial civil. Houve um princípio de tumulto envolvendo a delegada de Plantão, Pilar Vilalba, outros policiais militares e agentes. Muita gente sacou as armas e quase que se registra um tiroteio. Tudo isso, na tarde do último dia 09. Felizmente, os ânimos se acalmaram e os comandantes das respectivas polícias anunciaram a tomada de providências. O sargento Flávio, no dia seguinte, se disse arrependido e anunciou que iria procurar o agente civil para pedir-lhe desculpas.

Muito folgado
Dionclebes de Carvalho mora em Aparecida de Goiânia e tem como esporte preferido, apossar-se de coisas alheias. Carro; moto; bicicleta; televisor; tanquinho, celular, o que encontrar pela frente. No último final de semana ele estava em Goiânia e resolveu dar uma esticada até Goianápolis, onde acontecia uma festa. Convidou um amigo de nome Vanderley de Souza e se deslocaram para a terra de Leandro e Leonardo. Em lá chegando, cresceram os olhos sobre uma reluzente caminhonete e decidiram tomá-la emprestada do dono. Só que foi na marra, sob a mira de um revólver. Levaram o condutor junto e seguiram por uma estrada de terra. Não demorou e a Polícia os localizou. O dono do carro aproveitou que os assaltantes estavam “noiados” (sem controle emocional ou mental, devido, possivelmente, à ingestão, ou inalação de algum produto químico), fugiu e chamou a PM. O colega sumiu no mundo. Dionclebes, também, escondeu-se no mato e chegou a tirar uma soneca. E, quando pensou que os policiais já haviam ido embora, resolveu sair da toca. Seguiu por uma estradinha de chão, justamente onde os policiais estavam de tocaia. Não deu outra. Foi preso em flagrante, sem reagir. Levado para a Delegacia Geral ele confessou tudo e disse que rouba “para impressionar as gatinhas” e que não tem preferência pelo produto. “Levo o que achar. Até o seu carro”, disse ao repórter Renato Campos. Dionclebes voltou, de carona, em uma viatura da Polícia Civil, para sua cidade, Aparecida de Goiânia. Vai ficar “hospedado” por um bom tempo na “confortável e aconchegante” Casa de Prisão Provisória.

Tragédia em casa
Na terça-feira, 11, uma dona de casa amamentava a filha caçula no quarto de sua residência, na Rua Santa Izaíra, Bairro Paraíso. De repente, ouviu um barulho vindo da sala. Quando lá chegou, viu que sua filha, de apenas três anos de idade, estava caída e, sobre o seu corpinho, a televisão da família. Desesperada, pediu por socorro, mas, segundo os vizinhos, o SAMU não apareceu a tempo. Familiares providenciaram a remoção da criança para o Hospital de Urgências. Todavia, ela não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. Os pais, desolados, levaram o corpo da criança para Mambaí, nordeste do Estado, onde foi feito o sepultamento. Uma tragédia sem comentários.

Deu sorte
Júnior Vieira de Souza, 45 anos, empresário em Anápolis, estava fazendo compras em uma loja da Avenida JK, quando entraram três elementos. Um deles perguntou: “De quem é aquela caminhonete ali?”. Júnior, inocentemente, respondeu: “É minha, por quê?”. O rapaz retrucou: “Então o senhor vai ali com a gente”. E sacou uma pistola, obrigando o empresário a sair com ele e mais dois comparsas. Tomaram o rumo de Teresópolis e alguns quilômetros antes, desviaram para o povoado de Marinápolis. A esta altura, a Polícia Militar estava acionada pelos funcionários da loja e fez um cerco em toda a região. Apavorados, demonstrando serem amadores, os bandidos ficaram confusos. Foi quando Júnior, em um golpe de sorte, conseguiu fugir, embrenhando-se no mato. Os assaltantes deixaram o veículo, uma caminhonete Nissan Frontier, numa estrada vicinal. Júnior foi socorrido por populares e o veículo recuperado pela Polícia.

Acabou em pizza
As presas da cadeia pública de Santa Adélia, no interior de São Paulo, ligaram para uma pizzaria da cidade e encomendaram algumas pizzas. Quando era feita a entrega, a única agente carcerária que estava no local onde se encontravam 33 detentas, foi rendida e teve de entregar as chaves. Nove presas fugiram. O caso está sendo investigado - o diretor da cadeia e a carcereira que trabalhava no momento da fuga podem responder administrativamente. O delegado seccional Eli Vieira considera inadequada a entrega de pizzas na cadeia. “Claro que nós temos de cuidar bem dos nossos presos. O cárcere não é uma masmorra. Mas, também, não é um hotel cinco estrelas”, disse o bacharel.

Segurança privada
O Ministério da Justiça está preparando projeto de lei com um estatuto da segurança privada, informou o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo ele, é preciso criar novos critérios para as empresa de vigilância e garantir uma fiscalização mais eficaz sobre o segmento. “É de fundamental importância que a gente corrija situações que hoje existem. Temos empresas que atuam sem o mínimo de capacitação técnica, dificultando, inclusive, a fiscalização. Temos que dar um balizamento normativo muito claro em relação ao que pode e ao que deve fazer a vigilância privada. Temos que ser bastante rigorosos no treinamento das pessoas que atuam em vigilância privada”, disse o Ministro.
Colaborou Renato Campos

Autor(a): Nilton Pereira

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