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Notas Coluna Boa Prosa - Ed. 265

Boa Prosa Comentários 21 de maio de 2010

Notas Gerais


Ocupações
Algumas ocupações irregulares, várias delas em setores nobres da Cidade, continuam desafiando a lei em Anápolis. Patrimônio público sendo, aos poucos, anexado a patrimônios particulares. Que coisa, hein?

Experiência
Dizem que o grupo que assumiu a Anapolina para disputar o Campeonato Goiano, deste ano, está louco para pagar as (muitas) contas que ainda restam e cair fora do negócio. Segundo se soube, alguns patrocinadores, também, ficaram desanimados com o retorno do investimento. Coisas do futebol.

A siderúrgica
Quando da implantação do DAIA, em 1976, andaram espalhando que a cidade iria ganhar uma siderúrgica. O projeto, que a princípio estava destinado para Nova Glória, no Vale do São Patrício, havia sido “tomado” pelas lideranças locais, com um grupo de Brasília. E, o incrível é que chegaram a promover um desfile de caminhões carregados com tubos de ferro para construção pelas ruas. Todo mundo acreditou. Passados 34 anos, cadê a siderúrgica?

Chora Rita
O primeiro comercial de TV gravado em Anápolis, com figurantes locais, foi para a cachaça Chora Rita, do empresário Wagner Aidar. Os “atores” eram o radialista Elizeu Cunha, o “Nhô Jeremias”, a então recepcionista da TV Tocantins, Ângela Regina de Carvalho (hoje morando na Alemanha) e, quem diria, o então empresário emergente, Ridoval Chiareloto. As cenas foram dirigidas por Divino Marinari e Castro Alves. Isto, há exatos 28 anos. No filmeto, Ridoval era o “dono do bar”, Ângela, fazia o papel de Rita, “mulher” dele e “Jeremias”, o freguês. O “comerciante” dizia algumas bravatas e arrematava: “Chora Rita”. E, a “esposa” desatava um choro inigualável. Ridoval ainda participou de outros comerciais, como o da empresa Batebrás, cujo bordão ficou mais do que conhecido: “É Bateria? Vai na Batebrás. Está perdendo tempo!”.

Ciclovias
Quase ninguém utiliza a ciclovia da Avenida Brasil, desde o trevo próximo ao Quarto Batalhão de Polícia Militar, até o interior do Distrito Agro Industrial de Anápolis. Os ciclistas preferem arriscar nas pistas de rolamento. Falta de orientação, talvez. Outra ciclovia que acabou desaparecendo pela falta de manutenção em Anápolis é a que ligava a Vila Fabril ao Bairro de Lapa.

Puxão de orelhas
Ao que consta, ninguém quer assumir a responsabilidade de fiscalizar e, punir, se for o caso, o abuso do som, promovido, principalmente por condutores de veículos como as pick-up's dos chamados agroboys. O barulho ensurdecedor, a qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer lugar da cidade, é praticado sem que as autoridades (polícias Civil e Militar, Divisão de Posturas e afins) tomem qualquer iniciativa. Acomodação pura. E, o povo que se dane. Anápolis já teve mais ordem.

Produção
Pouca gente sabe, mas está localizada no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), uma das duas indústrias que produzem cápsulas gelatinosas no Brasil. É a Genix Indústria Farmacêutica, que abastece 100% das farmácias de manipulação e 80% dos laboratórios produtores de medicamentos do País. O mercado nacional de cápsulas é de cerca de 13,5 milhões de unidades por dia.

Nossos valores
O zagueiro central Diego Ângelo, foi vendido pelo Naval, Clube do futebol português, para o Gênova, da Itália. A transferência do central brasileiro já havia sido revelada pela imprensa em Janeiro. Diego Ângelo deixa, assim, o campeonato português após três temporadas na Figueira da Foz, que o confirmaram com um dos melhores centrais no futebol nacional. Chegou a Portugal com 20 anos e, imediatamente, se impôs. Nos dois últimos campeonatos cumpriu 29 e 30 jogos na Liga, totalizando 2586 e 2700 minutos respectivamente.
Sabem que é Diego Ângelo? Ele é anapolino, filho do ex-jogador, hoje treinador, Gideone, que compôs o extraordinário time da Anapolina no início dos anos 80. Diego foi para o Santos ainda garoto. De lá para o futebol da Alemanha, em seguida, para Portugal. E, agora, desembarca na Itália, onde vai disputar um dos mais charmosos campeonatos europeus, defendendo um time tradicional.

Ponto
Justiça seja feita: quando não funciona, se critica. Mas, quando a comunidade é beneficiada, é preciso reconhecer. O atendimento na nova agência da Caixa Econômica Federal em Anápolis é coisa de primeiro mundo.

Oásis
Para quem gosta de matar saudades dos tempos antigos, seja na prestação de serviços, na aquisição de gêneros alimentícios e outros procedimentos, é importante conhecer o corredor entre a saída do Terminal Urbano e a Praça Oeste. Lá se encontra quase de tudo. Sapateiro, alfaiate, barbeiro, salão de beleza, remédios caseiros, comércio de arroz, feijão, café em grão, confecções e outros atendimentos. Tudo à moda antiga. Muito legal.

Socorro
Moradores da parte baixa do Jardim Goiano gostariam, muito, que a Prefeitura concluísse o aterro da erosão (mais conhecida por buracão) na Rua “Monteiro Lobato”, criando uma nova alternativa de tráfego, aliviando o intenso movimento da Avenida “Benvindo Machado”. Segundo aqueles moradores, o serviço está fácil, fácil de ser feito. Alô, Secretaria de Desenvolvimento Urbano...

Clube de Imprensa
Nos anos 70 e 80 funcionou em Anápolis o Clube de Imprensa, instituição que congregava jornalistas, radialistas, escritores e outros comunicadores. Eram realizadas reuniões semanais, sempre aos sábados, quando, invariavelmente, assuntos de interesse coletivo faziam parte dos debates. O clube tinha a força de trazer a Anápolis governadores, senadores, deputados, secretários de estado e outras autoridades para a discussão de assuntos ligados a Anápolis. A maior parte dos encontros acontecia no Jundiaí Paia Clube, hoje Parque JK, onde funcionava um restaurante, no meio do lago, comandado por Waldomiro Antônio da Silva, então taifeiro da Base Aérea e que revolucionou o setor de atendimento gastronômico em Anápolis.

Perdendo
Muita gente que construiu casas às margens do lago de “Serra da Mesa”, amarga grandes prejuízos. É que, o nível das águas subiu muito este ano, provocando estragos consideráveis. Teve proprietário que “perdeu tudo”. A natureza reage quando agredida.

Limite
Ninguém sabe onde vai caber tanto carro em Anápolis. As revendas colocam, diariamente, na praça, cerca de 30 a 40 novos veículos. As ruas continuam do mesmo comprimento e da mesma largura. As praças não mudaram de tamanho, nem os bancos e repartições públicas mudaram de endereço. Resultado: depois de 7:30 da manhã, ninguém encontra lugar para estacionar no centro. Nem nas garagens particulares. Há quem já esteja optando pelo ônibus, deixando o carro em casa. Uma loucura!!!

Autor(a): Nilton Pereira

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