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Número de alunas na UEG é maior que a média nacional registrada

Educação Comentários 16 de maro de 2018

Mais de 62% de estudantes da instituição são do sexo feminino, média quase 200% maior que a nacional


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estáticas (IBGE), o índice de mulheres que completaram o ensino superior, na faixa etária jovem, entre os 25 e 44 anos, é de 21,5%, e supera o de homens nesse mesmo nível educacional. Os números formam um informativo com indicadores de gênero lançado no dia 7 de março, e são resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2016.
O contingente de mulheres nos cursos de graduação da Universidade Estadual de Goiás (UEG) também segue essa tendência. São 12.844 mulheres em salas de aula, que representam 62,56 % de estudantes da Instituição, média quase 200% maior que a nacional. Quanto a conclusão do curso no ano de 2018, percentual é três vezes maior que a média nacional.
Na UEG, a maior ocupação de mulheres também é notada entre docentes e técnicos-administrativos, correspondendo a mais de 50% do total geral entre servidores e em cada uma das categorias.
O Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), em 2016, aponta que as mulheres correspondem a 60% de toda comunidade discente nacional, entretanto, quando analisados cursos relacionados às ciências, a média cai para 41%.
Os cursos de licenciatura são os que apresentam maiores números de estudantes mulheres, elas são atualmente 8.014 de um total de 12.844 alunas em toda a instituição, inclusive nos cursos de bacharelado e tecnológicos.

Avaliação
Myriã Telles, 20 anos, estudante do 4º período do curso de Ciências Biológicas no Câmpus Henrique Santillo, em Anápolis, acredita que a maior presença de mulheres na Universidade é um fator decisivo para mudanças estruturais. “É legal perceber a presença das meninas no câmpus, principalmente neste em que as pessoas acreditam em que os cursos oferecidos sejam ‘masculinos’. Isso mostra que podemos ocupar o espaço que quisermos”, diz.
Para a estudante, quanto mais mulheres nos cursos, mas rápido será o avanço em questões salariais, por exemplo. “Se mais mulheres estão nos cursos, não há o que sustente o fato que ainda somos menos remuneradas quando exercemos a mesma função”, afirma ao lembrar sobre as diferenças salariais.

Autor(a): Da Redação

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