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Nenhuma solução para a morte de adolescente

Violência Comentários 13 de dezembro de 2013

Passadas, exatas, duas semanas a polícia ainda não tem qualquer pista sobre o que teria motivado o assassinato


Com o fim da greve dos agentes e escrivães da Polícia Civil, acendeu-se uma esperança de que seja desvendado o assassinato da adolescente Isabella Terezinha Ferreira, 15 anos, morta com três tiros nas costas, a poucos metros de sua casa, no Residencial das Rosas, um bairro de classe média/baixa da Cidade. Sua mãe, a vendedora ambulante Evanilce dos Santos, tem feito verdadeiras peregrinações em busca de alguma informação que possa desvendar a morte da filha, pois, segundo os relatos da família e dos vizinhos, a garota não tinha qualquer perfil de pessoa complicada. Isabella não saía de casa sozinha, não tinha namorado e somente estudava.
No dia do crime, seu padrasto chegou em casa por volta de dez e meia da manhã e encontrou a porta aberta. Isabella havia desaparecido. Depois de buscas em vários setores do bairro, o corpo da garota foi encontrado em um terreno vago, bem próximo de sua casa. O curioso é que foram disparados três tiros e ninguém teria ouvido o barulho.
Na quinta-feira, 12, o Delegado Regional de Polícia, Álvaro Cássio, se comprometeu em receber a mãe de Isabella para determinar novos procedimentos visando elucidar o crime. O encontro estava marcado para esta sexta-feira, 13, na Delegacia Regional de Polícia. De acordo com o delegado, todos os esforços serão empreendidos para que o crime seja solucionado. Policiais mais experientes acreditam que o criminoso seja alguém conhecido de Isabella, pois ela teria sido vista minutos antes de morrer, na porta de sua casa, com um telefone celular na mão, como se estivesse esperando por alguém. O aparelho celular foi apreendido e estava em poder da Polícia Técnico Científica. Desde que aconteceu o crime, muitas versões, especulações e suposições sobre autoria e motivação já foram colocadas, nenhuma, entretanto, com maior consistência.

Autor(a): Da Redação

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