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Município terá de fazer desapropriações

Cidade Comentários 12 de janeiro de 2017

Prefeitura ainda não deu detalhes, mas é certo que terá de comprar imóveis para viabilizar projeto da Rua Amazílio Lino


As informações ainda são poucas. Mas, a Prefeitura de Anápolis terá de fazer algumas desapropriações de imóveis, para viabilizar a finalização do projeto de edificação do Viaduto da Avenida Brasil, no cruzamento com a Rua Amazílio Lino. Por conta disso, é bem provável que possa haver um retardamento no cronograma de execução da obra, visto que, geralmente, as desapropriações envolvem negociações com os donos dos imóveis e uma série de trâmites burocráticos.
Ainda não há, também, um levantamento em relação ao valor estimado dessas desapropriações. Sem contar o fato de que não existe verba, dentro do projeto, para contemplar as aquisições dos imóveis. Neste caso, a própria Prefeitura terá de bancar com recursos próprios. Para isso, seria necessário que houvesse uma previsão no Orçamento. Portanto, é outra questão a ser resolvida.
Em relação ao viaduto da Avenida Brasil com a Rua Barão do Rio Branco, onde deverá ser feito o desvio de uma adutora de água que fica sob a construção, a Prefeitura está em negociação com a Caixa Econômica Federal, para tentar acrescer ao financiamento do projeto de mobilidade urbana, que é de mais de R$ 74 milhões, outros cerca de R$ 3,5 a R$ 4 milhões para este serviço, que não estava previsto no projeto executivo.
Quando for iniciar o desvio da adutora, será necessário interromper parcialmente o tráfego na Avenida Brasil, o que deverá gerar um caos no trânsito na região central da Cidade.

Câmara Municipal
Quanto à retomada das obras da Câmara Municipal, o problema é outro: o contrato com a empreiteira já expirou. Na Administração anterior, optou-se por não fazer um aditivo e, desde o início do segundo semestre de 2016, nada mais foi feito no local, a não ser a descoberta de erros grotescos na execução dos serviços.
Diante do impasse, a Prefeitura será obrigada a abrir uma nova licitação, consequentemente, contratar uma nova empresa para corrigir o que tiver de ser corrigido e finalizar a execução do projeto. Não se sabe, ainda, se haverá recursos suficientes para que a conclusão aconteça, ainda, neste ano.

Autor(a): Claudius Brito

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