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Mortes ocorreram nos chamados grupos de risco

Geral Comentários 26 de abril de 2018

Secretaria Estadual da Saúde contabilizou 25 óbitos até agora e um total de 139 casos registrados de H1N1


Durante a Campanha de Vacinação contra Influenza em Goiás já foram entregues aos municípios mais de 1.1 milhões de doses. As vacinas começaram a ser aplicadas no último dia 13, e estimativa aponta que cerca de 70% das doses entregues já foram aplicadas na população do Estado.
A SES-GO apresentou também o número de casos de H1N1 no Estado, com confirmação de 139 casos de H1N1 e 25 óbitos. 92% dessas mortes aconteceram em pessoas que estavam dentro do grupo de risco. Com o objetivo de otimizar o atendimento e minimizar filas, a Secretaria de Estado da Saúde estabeleceu um cronograma para a vacinação aos grupos prioritários. No primeiro momento trabalhadores da saúde, idosos e portadores de doenças crônicas receberam as doses. De segunda a sexta-feira dessa semana está sendo a vez das gestantes, puérperas e crianças (Confira todo o cronograma abaixo).
A campanha vai até o dia 1º de junho, tendo o Dia D marcado para 12 de maio. A meta é vacinar, no mínimo, 90% dos grupos elegíveis para a vacinação, o que representa aproximadamente 1.433.918 da população do total de 1.593.242. O objetivo da campanha é reduzir as internações, as complicações e mortes decorrentes das infecções pelo vírus da influenza.

H1N1 EM GOIÁS
O crescimento dos números de casos de H1N1 em Goiás deixou o estado em alerta para epidemia. No boletim epidemiológico divulgado essa semana confirmou 754 casos de Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG) em 2018, sendo 153 casos de Influenza, 139 por H1N1, 13 por H3n2 e 1 de Influenza B. Houve o registro de 87 óbitos por SRAG, sendo 25 desses por H1HN1. O boletim ainda revela que 291 de casos de SRAG estão em investigação.
Apesar do registro de H1N1 ter crescido esse ano, está abaixo dos números de 2016, ano com alta incidência da doença. No mesmo período daquele ano foram confirmados 197 casos (contra139 este ano), com 44 óbitos (25 este ano). 92% das 25 mortes aconteceram em pessoas que estavam dentro do grupo de risco.
Por isso a importância de respeitar a vacinação para esse público, já que são mais suscetíveis ao agravamento da doença. Mesmo as pessoas que foram vacinadas devem continuar com as medidas de prevenção. Entre elas estão levar crianças muito pequenas, gestantes ou idosos em locais onde há aglomeração; lavar, sempre, as mãos com água e sabão ao voltar da rua ou sempre que tiver contato com muitas pessoas; usar lenços de papel ao tossir e espirrar e, diante de qualquer sinal de alarme como febre alta, falta de ar e dor no corpo procurar, imediatamente, auxílio médico.

Autor(a): Da Redação

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