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Morre sindicalista baleado há 15 dias

Cidade Comentários 06 de setembro de 2012

Morte de Nivaldo Ferreira ainda é um completo mistério para a polícia e para a família. As investigações, entretanto, estão prosseguindo


Foi sepultado na tarde de quarta-feira, 05, o corpo do Presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Mecânica e Metalurgia de Anápolis, Nivaldo Ferreira de Souza. Ele sofreu um atentado à bala quando saía de casa na manhã do dia 21 de agosto. Ele dirigia o veículo Honda Civic, placas NKA 9846 pela Rua Pedro Álvares Cabral, Vila Nossa Senhora D’Abadia e seguia em direção ao centro da Cidade para levar os filhos à escola. Ainda próximo de sua moradia, viu que um carro preto, com uma faixa na porta, identificado como sendo da marca FIAT, modelo Pálio, se emparelhou com o dele e do seu interior foram feitos vários disparos de arma de fogo. Nivaldo foi atingido no antebraço direito, no tórax e no abdome. Nivaldo foi socorrido pela Polícia Militar e pelo SAMU e levado, em estado grave, para o Hospital de Urgências onde permaneceu até a madrugada do dia 05 de setembro, quando veio a falecer. No local do crime os policiais recolheram o celular da vítima e várias cápsulas calibre 380 para perícia.
Nivaldo Ferreira de Souza tinha 55 anos (12/02/57) e presidia o Sindicato há vários mandatos. A Polícia Civil, através da Delegacia de Homicídios está trabalhando no caso desde que foi encerrada a greve de agentes e escrivães. Por ora, os responsáveis pela investigação preferem adotar cautela quanto ao apontamento das prováveis causas do crime. Mas, segundo um experiente agente, nenhuma hipótese pode ser descartada, indo desde a disputa por espaço na esfera sindicalista, passando por acerto de contas e, até, motivação passional. A família, por seu lado, também mantém cautela preferindo aguardar o transcorrer das investigações a cargo da Polícia. O delegado Fábio Vilela já ouviu várias pessoas ligadas á vítima, contudo não revelou em que ponto estão as investigações. Como a tentativa de homicídio evoluiu para homicídio, a linha de investigação, também, deve ter algumas alterações.
Assim que surgiu a notícia da morte de Nivaldo Ferreira, muita gente se mobilizou para obter maiores informações. O corpo foi velado em uma funerária que fica em frente ao Cemitério São Miguel. Centenas de pessoas, entre amigos, parentes, colegas de atividade e populares em geral compareceram ao velório. A expectativa fica, agora, para o desvendamento do crime que chocou grande parte da população anapolina.

Autor(a): Da Redação

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