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Missão em São Paulo apresenta projeto do polo de defesa

Economia Comentários 22 de maro de 2018

Representantes goianos participaram de encontro com entidades e empresas paulistas na divulgação do polo


O projeto para a implantação de um polo de negócios voltado para o setor de defesa e segurança, ganha mais corpo. Na terça (20) e na quarta-feira (21), membros do Comitê de Assuntos de Defesa da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Comdefesa-GO), liderados pelo presidente Anastácios Apostolos Dagios, com a participação do Prefeito Roberto Naves; dos secretários de desenvolvimento ecnômico Francisco Pontes (estadual) e Adriano Baldy (municipal), desembarcaram em São Paulo com uma extensa agenda, visando difundir a iniciativa.
Dois pontos altos dessa missão, foram as visitas à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que conta com um comitê de defesa bem estruturado e atuante, e também à Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), que reúne grande quantidade de empresas do setor de interesse para o projeto anapolino. Além disso, o grupo visitou empresas na capital paulista e em São José dos Campos.
A movimentada programação em São Paulo abre caminho para outras ações do COMDEFESA, que está agendando uma visita em Anápolis do Ministro da Defesa, Raul Jungmann. O Comitê também deve participar de uma feira setorial no Chile e, no mês de maio, deve ser realizado no Município um grande aventopara atrair potenciais empresas insteressadas em trazer investimentos para o Polo de Defesa.
A consolidação do projeto teve, na semana, uma outra vitória importante. O Governo do Estado assinou o decreto de convalidação dos inventivos fiscais e, neste bôjo, o setor da defesa terá redução do ICMS para industrias de 17% para 4%, tornando-se, assim, uma ferramenta impoprtante para atrair negócios.
O presidente do Comdefesa-GO e da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), Anastácios Apostolos Dagios, tem dito que o lema do polo é “do alfinete ao foguete”, fazendo alusão ao fato de que o mercado de segurança e defesa é muito amplo e o Município, por uma série de fatores, dentre eles, o de sediar uma das mais importantes unidades da Força Aérea Brasileira, a Ala 2 (Base Aérea), tem condições de sediar empresas para participar das compras do Ministério da Defesa.

Autor(a): Claudius Brito

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