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Ministro promove abertura em Brasília

Geral Comentários 03 de maio de 2018

Mobilização chama atenção para a direção segura


Com a presença do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, do diretor do Denatran, Maurício Alves, e de representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF), Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN-DF), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), foi realizada a abertura da quinta edição do Maio Amarelo, periodo de conscientização sobre a segurança no trânsito, em Brasília, na noite da última quarta-feira,02. Foi a primeira vez que órgãos pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT) se uniram para a abertura do Maio Amarelo.
O lema da campanha deste ano é “Nós somos o trânsito”. De acordo com o ministro Alexandre Baldy, o Maio Amarelo é a principal referência para conscientização de uma direção segura para reduzir as mortes nas vias brasileiras. “Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou, em 2016, 34,8 mil mortes no trânsito. É como se tivéssemos uma queda de um avião comercial que vitimasse 93 brasileiros por dia. É um número muito expressivo, que buscamos reduzir. O Maio Amarelo deste ano será marcado pela união e presença massiva de vários órgãos, que de maneira coordenada irão buscar a consciência de toda a população sobre a necessidade de segurança no trânsito”, destacou.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o quinto país mais violento no trânsito, com 234 mortes a cada 100 mil veículos, atrás de Índia, China, Estados Unidos e Rússia. Ainda segundo a organização, quando o assunto é acidentes envolvendo motocicletas, o Brasil é o segundo país com mais mortes, com cerca de sete casos de óbito para cada 100 mil habitantes, perdendo apenas para o Paraguai, que tem 7,5 mortes para cada 100 mil habitantes.
O Brasil se comprometeu junto à ONU em reduzir em 50% o número de acidente que tínhamos no início da década, que era de 43 mil mortos em 2011. A queda desde então foi em torno de 20%. “Temos registrado, nos últimos anos, importantes reduções em mortalidade nas nossas vias e estradas. Mas sabemos que essa batalha está longe de ser ganha”, salientou o ministro Alexandre Baldy.

Autor(a): Da Redação

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