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Ministro pode ser convocado para explicar ação da PF

Política Comentários 17 de novembro de 2016

Presidente da Comissão de Segurança Pública, Deputado Alexandre Baldy (PTN), quer ouvir esclarecimentos do ministro da Justiça. Alexandre de Moraes


O Deputado Federal Alexandre Baldy (PTN), pretende convocar o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para que o mesmo possa explicar, em maiores detalhes, a segunda fase da “Operação Sexto Mandamento”, desencadeada recentemente pela Polícia Federal e que resultou na condução coercitiva do comandante de policiamento de Goiânia, tenente-coronel Ricardo Rocha.
A Operação Sexto Mandamento ocorreu no último dia 12, com o objetivo de desarticular suposto grupo de extermínio atuante em Goiás. Cerca de 140 policiais federais foram mobilizados para dar cumprimento a três mandados de prisão temporária, 19 mandados de busca e apreensão além de 17 conduções coercitivas contra pessoas investigadas. As ações ocorrem nas cidades de Goiânia, Alvorada do Norte e Formosa.
Logo após tomar conhecimento do fato, o Deputado Alexandre Baldy, que é presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, divulgou uma nota oficial sobre o caso. Veja a íntegra, a seguir:
“Por meio desta nota, como presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, manifesto meu apoio ao trabalho da Polícia Militar de Goiás e reitero que assim como todos os goianos, eu confio na atuação dos policiais que arriscam suas vidas todos os dias nas ruas para proteger a população. Em relação à operação Sexto Mandamento, com nova fase realizada nesta manhã [12/11], esclareço que a PM/GO merece todo o respeito da população, a investigação tem o meu apoio, mas defendo que seja realizada com justiça e sem constrangimentos. Em razão dessas dúvidas, apresentarei requerimento para que a PF vá até a Câmara dos Deputados para esclarecer os procedimentos tomados na operação. Dessa forma, evitaremos qualquer desconforto ou injustiça aos envolvidos.
Ressalto que a operação deve ser feita com cautela e sem espetáculos, pois dos 19 investigados na primeira fase, todos foram julgados e inocentados pela justiça. O julgamento precipitado pode trazer danos irreparáveis à imagem dos policiais envolvidos e da corporação de forma geral, por isso acredito que a população espera e acredita que todos os fatos sejam esclarecidos o mais rápido possível.
Ser policial no Brasil não é fácil, envolve o risco diário de perder a vida e deixar a família desamparada. Esses profissionais estão entre os que mais morrem em serviço. Na maioria das vezes, em meio às condições precárias de trabalho em termos de contingente e materiais, eles não têm outra alternativa se não a de agir rapidamente antes de ter a própria vida ceifada pela criminalidade. Tenho o papel de fiscalizar e legislar conferido a mim pela população e assim farei”.

Autor(a): Renata Guimarães

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