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Metade da população já consome genéricos

Cidade Comentários 07 de junho de 2018

Boa notícia para a indústria farmacêutica em Anápolis, a segunda maior no País


Aos poucos, o brasileiro vai se familiarizando com os medicamentos genéricos. Tal consumo é visto como uma economia sem riscos, o que faz com que grande parcela da população já considere esta opção na hora da compra. É o que define a pesquisa “Análise do Perfil de Compra dos Shoppers (compradores) em Farmácias - 2018”, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada, em parceria com a Universidade de Campinas, São Paulo. O estudo aponta que 45% dos consumidores apontara que adquiriram medicamentos predominantemente genéricos. Outros 55% compraram predominantemente os ‘de marcas’.
Estes dados são animadores para a economia de Anápolis, tendo em vista a presença de várias das principais indústrias farmacêuticas do segmento, principalmente no Distrito Agro Industrial. Isto significa garantia na oferta de empregos, geração de divisas e imposição do nome da Cidade no ranking de comunidades economicamente ativas no setor industrial com tecnologia de ponta.

Confiança
Segundo a análise da pesquisa, “os genéricos já venceram uma desconfiança inicial e natural que enfrentaram no mercado e, hoje, já fazem parte das opções de escolhas dos consumidores. Eles possuem um grande potencial competitivo por causa da economia que proporcionam, sendo que os preços são fundamentais na escolha”. A pesquisa, também, aponta a prioridade que o consumidor dá ao preço, em relação à marca na hora de adquirir medicamentos. Nada menos que 33% dos consumidores compraram produtos diferentes do objetivo inicial e metade desses clientes (50%) buscavam economia.
Ressalte-se, todavia, que o cliente não vai contra a indicação médica. Ele busca uma alternativa real, sendo que o genérico tem a mesma substância ativa, forma farmacêutica e dosagem que o medicamento de referência. A pesquisa teve como objetivo apurar as características de compras de medicamento dos brasileiros, bem como o tipo de remédio adquirido, o índice de trocas de medicamentos e os motivos que levaram a essa mudança. Ela comprova uma característica muito comum nos brasileiros que é não ser fiel ao produto que foi procurar em uma farmácia, ouvindo a indicação dos farmacêuticos. O principal fator deste novo comportamento é o preço, pois o brasileiro está mais preocupado com o bolso. A pesquisa foi realizada pro 152 entrevistadores com quatro mil consumidores de todo o Brasil, quando estes saíam das farmácias em que estiveram para efetuar a compra.

Autor(a): Da Redação

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