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Mercado de trabalho encerrou o mês de janeiro com poucas vagas ofertadas

Economia Comentários 07 de maro de 2019

Na primeira estatística do ano, CAGED aponta pequena reação em relação a dezembro, com a geração de, apenas, 142 novos empregos formais


É o que aponta A primeira estatística de 2019 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego registrou uma reação positiva em relação a dezembro, quando foram fechadas 387 vagas de empregos com carteira assinada no último mês de 2018. Houve um acréscimo de 142 postos de trabalho. Estas vagas abertas em janeiro são o resultado de 3.176 contratações e 3.034 demissões. A estatística do órgão mostra que entre os 3.176 trabalhadores admitidos, 256 foram para o primeiro emprego, 2.795 para o reemprego e 112 por contratos com prazo de duração pré-determinado.
Já, entre os demitidos, 1.713 ocorreram sem justa causa; 24 por justa causa; 749 a pedido do próprio trabalhador, oito por mortes e apenas um por aposentadoria. A mesma estatística mostra que por segmentos de atividades, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos em janeiro, com 108 novas vagas, seguido pela indústria de transformação, com 73, a construção civil, que começou a reagir com 55 novas vagas e a agropecuária, com 9 novos empregos formais.
Em contrapartida, o comércio foi o segmento que mais fechou postos de trabalho, com um saldo negativo de 101 vagas, seguido pelo Serviço Industrial de Utilidade Pública, com duas vagas extintas. Os setores de extração mineral e administração pública não registraram saldo em janeiro.
Os dados do CAGED apontam que as funções que mais admitiram no primeiro mês do ano foram as de alimentador de linha de produção, auxiliar de escritório em geral, vendedor de comércio varejista, servente de obras e motorista de caminhão. Entre as 35 cidades goianas com mais de 30 mil habitantes, 18 registraram saldo negativo e 17 tiveram saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada.

Ranking
A liderança no ranking entre as cidades que mais abriram vagas de empregos formais ficou com Rio Verde, com 1.005 novos postos de trabalho, seguida por Goiânia, com 570; Jataí, 395; Quirinópolis, 210; Cristalina, 149; Anápolis, 142; Santa Helena de Goiás, 140; Catalão, 122; Mineiros 109 e Iporá, 95. Já entre as cidades com saldo negativo, a liderança ficou com Morrinhos (-350), seguida por Caldas Novas (-267); Aparecida de Goiânia (-208); Luziânia (-155); Formosa (-153); Águas Lindas de Goiás (-133); Goiatuba (-95); Uruaçu (-86) e Itumbiara e Valparaíso de Goiás, ambas com saldo negativo de 81 vagas.
Em todos os 35 municípios com mais de 30 mil habitantes ocorreram 39.991 contratações e 38.697 demissões, números que resultaram em um saldo positivo de 1.294 novas vagas de empregos formais. Em Anápolis, de acordo com a gerente da Unidade do SINE, Milene Souza Mota, em janeiro foram atendidas 10.980 pessoas para a intermediação do órgão na busca de vagas no mercado de trabalho e qualificação profissional. Ele revelou que no mês a unidade captou 492 vagas nas empresas que funcionam no Município e fez 1.625 postagens de seguro desemprego.
No Estado, os dados do CAGED mostram que Goiás admitiu 50.160 trabalhadores em janeiro e demitiu outros 46.383, números que resultaram em um saldo positivo de 3.777 novos empregos formais. Esses números deixaram Goiás entre os sete estados que mais geraram empregos no País no primeiro mês do ano.
A estatística aponta que a agropecuária foi o segmento de economia goiana que mais gerou empregos, com 1.742 novas vagas, seguida pelo setor de serviços, com 1.633 e a indústria de transformação, com 1.540. Apenas o comércio registrou saldo negativo de 122 vagas.
Em todo o País foram gerados 34.313 novos empregos celetistas, mas, apenas 11 estados fecharam janeiro com variação positiva. Os maiores saldos de empregos foram registrados em Santa Catarina (20.157); São Paulo (14.638); Rio Grande do Sul (12.431); Mato Grosso (11.524); Paraná (9.145); Mato Grosso do Sul (6.094) e Goiás (3.777). Os menores saldos ocorreram no Rio de Janeiro (-12.253); Paraíba (-7.845); Pernambuco (-7.242); Alagoas (-5.034); Ceará (-4.982), Pará (-2.919) e Piauí (-1.905).

Autor(a): Ferreira Cunha

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