(62) 3317 5500 • comercial@jornalcontexto.net

Matadores de idosa condenados

Justiça Comentários 09 de maro de 2017

Homicídio chocou a opinião pública


Saiu a sentença condenatória para os três autores de um dos mais bárbaros crimes cometidos em Anápolis nos últimos anos. Responsáveis pelo estupro e latrocínio de uma anciã foram julgados em júri singular (no julgamento dessa modalidade de crime não se utiliza o instituto do tribunal de júri ou júri popular e sim a ação individual do juiz) e já cumprem a pena. Denunciados pelo promotor de Justiça Publius Lentulus Alves da Rocha, os réus Fernando Antônio Dias Costa, Bruno Pereira Balduíno e Luan Guilherme Gomes de Souza foram condenados pelos crimes de estupro e latrocínio praticados contra Maria Pedro da Silva, uma idosa de 83 anos, no conjunto “Filostro Machado” em Anápolis, na madrugada do dia primeiro de janeiro de 2016. A sentença é do juiz Ricardo Silveira Dourado. De acordo com a decisão do Juiz, Fernando Antônio foi condenado a 21 anos e seis meses de reclusão, mais 93 dias-multa, pelo crime de latrocínio e sete anos pelo estupro. Bruno Pereira deverá cumprir pena de 22 anos e seis meses de prisão e 108 dias-multa, pelo latrocínio, e sete anos e seis meses de reclusão pelo estupro. Luan Guilherme foi apenado com 22 anos e seis meses de reclusão e 108 dias-multa pelo latrocínio e sete anos e seis meses de reclusão pelo estupro. Os três estão presos provisoriamente há cerca de um ano.
Histórico do crime
De acordo com a denúncia, Fernando, Bruno e Luan estavam nas proximidades da casa de Maria Pedro, na noite do ano-novo, quando resolveram entrar na residência. Eles se aproveitaram que ela havia acabado de chegar de uma festa realizada na igreja que frequentava e entraram sorrateiramente no imóvel. Em seguida, renderam a idosa e, mediante violência, praticaram crime sexual contra a idosa, com requintes de crueldade. A vítima sofreu graves ferimentos, como traumatismo cranioencefálico e asfixia mecânica (sufocamento) que a levaram à morte, conforme atesta o laudo de exame cadavérico.
Os réus, então, reviraram toda a casa à procura de bens de valores e se apossaram de uma TV LED de 21polegadas, avaliada em R$ 225,00, e R$ 200,00, fugindo do local, em seguida. Por volta de 12 horas do dia 1° de janeiro, Marcelino Alves recebeu de Fernando Antônio a TV que pertencia à vítima, e, mesmo sabendo ser produto de crime, foi até a um mercado e ofereceu o aparelho ao proprietário do comércio, que o comprou por R$ 80,00. Marcelino, depois de receber o dinheiro, ficou com R$ 20,00, entregando o restante a Fernando. Denunciado pelo MP pelo crime de receptação, Marcelino Alves aceitou a proposta de suspensão condicional do processo criminal, com o cumprimento de condições, o que ainda está em andamento. (Nilton Pereira, com apoio da Assessoria de Comunicação Social do MP-GO).

Autor(a): Nilton Pereira

Comentários


Deixe seu comentário Dê sua opinião a respeito desta notícia. Seu e-mail não será publicado.


Código Anti Span Incorreto!
Obrigado! Seu comentário foi postado com sucesso!
Falhou! Preencha todos os campos obrigatórios (*)

+ de Notícias Justiça

Inscrição de processo na Semana Nacional até dia 31

26/10/2017

Quem tem processo ajuizado com potencial conciliatório, seja pessoa física ou jurídica, pode tentar encerrá-lo por meio d...

Programa Amparando Filhos é finalista

26/10/2017

O Programa Amparando Filho – Transformando Realidades com a Comunidade Solidária do Tribunal de Justiça do Estado de Goi...

Promotor de Anápolis integra a Corregedoria

20/10/2017

O procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres Neto, indicou nesta terça-feira (17/10) cinco promotores goianos p...

Orientações ajudam a renegociar as matrículas escolares

20/10/2017

Chegou a hora de negociar a matrícula escolar, um período que proporciona mais um gasto extra e exige planejamento. Perante...