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Marconi lembra apoio dado a Lula

Política Comentários 10 de setembro de 2010

O discurso do presidente Lula em Valparaíso, atacando o PSDB goiano, foi encarado pelo senador e candidato Marconi Perillo como natural. No entanto, ele ofereceu respostas aos questionamentos


O candidato ao Governo de Goiás pelo PSDB, Marconi Perillo, respondeu às críticas feitas pelo Presidente Lula, no comício do governadoriável Iris Rezende (PMDB), em Valparaíso, no Entorno de Brasília. Ele lembrou que o programa Renda Cidadã, criado em seu governo, serviu de inspiração para a criação do Bolsa Família.
No programa eleitoral do tucano, foi ressaltado que Marconi Perillo, por diversas vezes, informou ao Presidente sobre o sucesso dos programas de transferência de renda implementados em Goiás e que o próprio Lula, teria elogiado a iniciativa e agradecido Marconi pela ajuda.
“Não sei se vocês se lembram, mas no início ele [Lula] ficou patinando com aquele programa Fome Zero e eu sugeri, nas reuniões com governadores, que pudesse colocar como achava que deveria ser feita a política de transferência de renda para o povo. E a minha sugestão era que ele juntasse os cartões criados no governo Fernando Henrique [Cardoso], que eram o cartão da Bolsa Escola, do Peti e da Bolsa Alimentação e fizesse um só. E, aí, ele lançou o Bolsa Família”, disse o candidato, lembrando que, durante lançamento, no Palácio da Alvorada, o Presidente o elogiou por que havia insistido na tese da unificação.

Mensalão
Marconi Perillo aproveitou a deixa para falar sobre outras questões que o envolveram com Lula. Uma delas foi o alerta que teria feito quanto à questão do escândalo do mensalão. “Eu o alertei sobre maus assessores que estavam fazendo uso de mesadas para pagar parlamentares, num desvio claro da função do Congresso e fiz isso foi para ajudar e não para atrapalhar”.
O outro fato que teria contrariado o presidente Lula, em relação ao tucano, foi a sua posição de votar contra a continuidade da cobrança da CPMF. “Posso dizer com tranquilidade, eu, o Demóstenes [Torres] e a Lúcia Vânia votamos contra a CPMF, porque achávamos que o brasileiro já paga impostos demais. A carga tributária brasileira é a mais alta do mundo. Então, fiz aquilo conscientemente, se o presidente não gostou, fiz a minha parte. Eu sou senador, fui eleito para votar a favor do povo”, argumento o candidato do PSDB.

Autor(a): Claudius Brito

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