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Maioria do DEM vai de PSDB

Política Comentários 29 de janeiro de 2010


Suplente de deputado federal (75 mil votos em 2006) pelo Democratas (DEM) de Goiás, com vários mandatos eletivos no currículo, incluindo deputado estadual e deputado federal, o professor universitário Vilmar Rocha, considerado uma das principais lideranças do partido em Goiás, assegurou que a tendência é de que a maioria dos líderes democratas fique com a candidatura do PSDB (provavelmente o Senador Marconi Perillo) para o Governo do Estado nas eleições de outubro. “Reconhecemos que existe uma cisão entre alguns membros do partido, coisas próprias da democracia, mas a maioria dos deputados estaduais, os prefeitos e demais lideranças comunitárias, em todo o Estado, tendem a ficar com Marconi, mantendo a base aliada que deu excelentes resultados nas três últimas eleições”, justificou.
Afirmando que o quadro sucessório em Goiás ainda não está claro, pois depende-se da decisão de quem será o candidato da aliança PT/PMDB, Vilmar Rocha acrescentou, entretanto, que a sucessão vai ser polarizada entre esta frente e a coligação a ser ancorada pelo PSDB. “Podem até surgir outras candidaturas, mas não oferecerão a consistência política devida”, alegou. Todavia, o ex-deputado assegura que somente a partir de abril é que a situação começa a se clarear. Ele disse mais que as tendências estão praticamente definidas, faltando a escolha dos nomes. “Até porque não haveria mais tempo para o surgimento de novas alternativas. Os partidos não podem inscrever mais ninguém, os políticos não podem mudar mais de sigla, pois o calendário eleitoral está em andamento”, declarou.
Disputa
Vilmar Rocha disse que vai participar das eleições como candidato, provavelmente, a deputado federal. “Minha vontade era me candidatar ao Senado da República. Modéstia à parte, tenho uma larga folha de serviços prestados a Goiás, meu currículo me credenciaria para tal disputa. Mas, hoje, devido às circunstâncias, por estar sem mandato, estar afastado do Governo e estar na oposição em nível federal, fica bem mais difícil. Vou, assim, adiar este projeto para mais adiante”, assegurou.
O ex-deputado, entretanto, disse que vem sendo estimulado a concorrer a uma vaga para a Câmara Federal e assegura se achar em condições de realizar um bom trabalho. “Nas eleições de 2006 fui um dos mais votados em Goiás e só não me reelegi por conta do quociente eleitoral que era muito alto no nosso partido (então PFL). Mas, mesmo sem mandato, continuo a trabalhar pelo Estado”, garantiu Vilmar Rocha.

Autor(a): Da Redação

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