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Geral Comentários 10 de maro de 2016

Notas Gerais


Aos costumes
O publicitário João Santana e a mulher e sócia dele, Mônica Moura, ficaram calados diante dos delegados da Polícia Federal na quinta-feira (10), em Curitiba. O casal é alvo da 23ª fase da Operação Lava Jato e está detido desde 23 de fevereiro. É a primeira vez que os dois são interrogados depois da conversão da prisão temporária em prisão preventiva - sem prazo para sair. Os interrogatórios começaram às 10 horas e se encerraram por volta das 11 e30, na Superintendência da PF, no bairro Santa Cândida. A advogada do casal, Débora Gonçalves, também, saiu sem falar com a imprensa.
Cunha (o outro) perdoado
O plenário do Supremo Tribunal Federal concedeu na quinta-feira (10) indulto (perdão da pena) ao ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) pela condenação no julgamento do mensalão do PT. Com base na decisão que perdoou João Paulo Cunha, o relator das execuções das penas do mensalão no STF, ministro Luís Roberto Barroso, poderá decidir sozinho sobre outros casos semelhantes. Condenado a seis anos e quatro meses de prisão por corrupção passiva e peculato, João Paulo cumpria pena, desde fevereiro de 2015, em regime domiciliar, com autorização para trabalhar durante o dia.
A magistrada
A juíza Maria Priscila Veiga Oliveira, de São Paulo, decidirá se o ex-presidente Lula vai virar réu na denúncia dos promotores paulistas por ocultar patrimônio - um apartamento triplex do Guarujá. A denúncia vai ser analisada pela quarta vara criminal da Justiça de São Paulo. O ex-presidente, a mulher dele, Marisa Letícia, e o filho foram denunciados na quarta-feira (9), juntamente com outras 13 pessoas. Este inquérito corre em São Paulo, sem relação com a Operação Lava Jato. Lula foi denunciado por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro - por ter ocultado a propriedade do triplex.
Jantar emblemático
A um dia da convenção nacional do PMDB, parlamentares tentaram minimizar rumores sobre uma aproximação do partido com o PSDB. Um jantar na quarta-feira (09) reuniu senadores das duas legendas e incitou boatos de uma aliança que poderia enfraquecer a base aliada no Congresso. “Não vejo nada demais em um jantar. Não foi um gesto partidário. Foi um gesto de bancada (do Senado)”, afirmou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), precursor da divisão do partido quando anunciou, no primeiro semestre de 2015, o rompimento pessoal com o Planalto.
De saída I
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu nesta quinta-feira que seu partido realize uma votação sobre a permanência ou não na base de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff durante a convenção nacional da legenda marcada para o fim de semana. "Está na hora de o PMDB decidir, na sua instância apropriada, a sua manutenção ou não no governo, que tipo de relação quer ter. Não dá para virar as costas como se não tivesse acontecido nada. Uma parte quer ficar, a outra não. Alguma coisa tem que ser decidida”, disse Eduardo Cunha.
De saída II
Com aval do vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (RR) e parte da ala oposicionista do PMDB na Câmara costuram um documento que defende a liberação dos membros do partido na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff e de todas as matérias que a legenda decida por não fechar questão, inclusive as da pauta econômica. O documento será apresentado na convenção nacional do partido, neste sábado, e aparece como uma alternativa mais branda à proposta de desembarque imediato do governo.

Autor(a): Nilton Pereira

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