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Geral Comentários 14 de setembro de 2015

Notas Gerais


Isenção de culpa


Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defenderam na quinta-feira que o Congresso tem feito a sua parte e não pode ser responsabilizado pelo rebaixamento do rating do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor's. Na quarta-feira, a agência de classificação de risco retirou do país o selo de bom pagador, citando entre outros fatores a situação política e também a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016, enviada ao Legislativo com previsão de déficit. “O Congresso não negou nada que o governo pediu”, disse.


Rebaixamento


Após o rebaixamento da nota do Brasil pela agência Standard & Poor's, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, se reuniu na quinta-feira, 10, com a presidente da Comissão Mista de Orçamento, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), e com o relator do projeto, deputado Ricardo Barros (PP-PR), para tratar de possíveis encaminhamentos para a redução do déficit de R$ 30,5 bilhões. De acordo com Barros, na reunião foram discutidas a conjuntura atual da economia e a possibilidade de o governo mandar uma mensagem modificadora do orçamento. O tema foi destaque em Brasília na quinta-feira.


Justiça desigual


O juiz federal Sérgio Moro, responsável por conduzir a Operação Lava Jato no Paraná, disse que a Justiça é "extremamente ineficaz" contra poderosos. Ele defendeu no Senado o polêmico projeto de lei que prevê que as penas, no caso de crimes graves, passem a ser cumpridas já a partir da condenação em juízo de segundo grau. "A justiça criminal cai muito pesadamente em cima de algumas pessoas e cai, se é que cai, em relação a crimes de outros estratos. Hoje para crimes praticados pelos poderosos o sistema é extremamente ineficaz. Isso que tem que ser mudado", criticou o juiz.


Dilma tranquila?


O tom da reunião da presidente Dilma Rousseff com seu núcleo de coordenação política na manhã de quinta-feira foi o de que a perda do selo de bom pagador pela agência de rating Standard & Poor´s é uma notícia ruim, mas não deve ser superdimensionada. Segundo uma fonte próxima à coordenação política do governo, que pediu para não ser identificada, o clima da reunião foi de tranquilidade, apesar da má notícia, e a mensagem da Presidente foi de que o Governo Federal “deve continuar atuando e não deixar o rebaixamento impactar mais do que se deve”, concluiu o comunicado oficial.


Corrupção nacional


O ex-ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) Jorge Hage disse que o Brasil avançou "imensamente" em várias áreas na questão do combate à corrupção. "O que temos de fazer é prosseguir com o que já havíamos feito nos últimos 12 anos", afirmou. Para ele, o primeiro avanço foi na transparência pública. "Hoje, o País é muito mais transparente na sua administração federal do que no passado, quando não se conhecia nada de contas e gastos públicos", afirmou. Ele também citou que o Brasil "saiu da estaca zero" com relação às investigações, mas tem muito a avançar ainda.


Dólar subiu


O dólar fechou com alta superior a um por cento na quinta-feira, na casa de 3,85 reais, após a agência de classificação de risco Standard & Poor's retirar o selo de bom pagador do Brasil, mas a intervenção do Banco Central e a percepção de que a Fitch deve manter por enquanto o grau de investimento do país levaram a moeda norte-americana a terminar longe da máxima da sessão, a 3,91 reais. O dólar avançou 1,34 por cento, a 3,8504 reais na venda. A percepção nas mesas de operações é que o dólar tende a rumar para a máxima histórica de quase quatro reais em breve, em uma trajetória volátil.

Autor(a): Nilton Pereira

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