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Levantamento aponta aumento de informalidade

Geral Comentários 16 de agosto de 2018

Comparativo reflete situação do segundo trimestre deste ano, em relação ao primeiro trimestre. Formais estão estáveis


O número de goianos empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos), estimado em 1.133 mil no segundo trimstre deste ano (abril-junho), manteve-se estável frente ao trimestre anterior (janeiro a março de 2018) quando esse número era de 1.146 mil pessoas. Manteve-se estável também no confronto com o trimestre de abril a junho de 2017 (1.134 mil).
O número de goianos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos), de 451 mil pessoas, apresentou um aumento de 14,1% (55 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. Goiás apresentou a segunda maior variação positiva no Brasil, ficando atrás apenas do Espírito Santo, que teve um aumento de 18,0% nessa variação. Em comparação ao mesmo trimestre de 2017, manteve-se estável.
A categoria, em Goiás, dos trabalhadores por conta própria (805 mil pessoas) ficou estável nacomparação ao 1º trimestre de 2018 (812 mil pessoas) e também em relação ao mesmo período do ano anterior (799 mil pessoas).
O rendimento médio real habitual goiano (R$ 2.055) no 2º trimestre de 2018, apresentou estabilidade frente ao trimestre janeiro a março de 2018 (R$ 2.058) e também em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.061).
A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de abril a junho de 2018, em Goiás, foi estimada em 3.617 mil pessoas. Esta população permaneceu estável quando comparada com o trimestre de janeiro a março de 2018 (3.620 mil pessoas). Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve também estabilidade (3.627 mil pessoas).
O contingente fora da força de trabalho, no 2º trimestre de 2018, foi estimado em 1.934 mil pessoas, mantendo-se estável quando comparado ao 1º trimestre de 2018 (1.935 mil pessoas). Frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve aumento de 4,9% (1.844 mil pessoas).
O número de goianos empregadores (174 mil pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior (172 mil pessoas). Comparado ao mesmo trimestre de 2017 (189 mil pessoas), apresentou redução de 7,9%.
A categoria dos trabalhadores domésticos, em Goiás, (248 mil pessoas) manteve-se estável no confronto com o trimestre de janeiro a março de 2018 (255 mil pessoas) e também frente ao trimestre de abril a junho de 2017 (243 mil pessoas).
O grupo dos goianos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 431 mil pessoas, permaneceu estável frente ao trimestre anterior (422 mil). Ao se comparar com o mesmo trimestre do ano anterior, cresceu 4,1% (mais 17 mil pessoas).
O quantitativo de pessoas na força de trabalho potencial também foi o maior da série desde 2012, totalizando 199 mil pessoas no 2º trimestre de 2018. Em comparação com o trimestre anterior (janeiro a março de 2018) houve aumento de 20,6%. Ao se comparar com o mesmo trimestre do ano anterior, cresceu 42,1% (mais 59 mil pessoas).


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