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Lacy Martins, um homem diferente

Especial Comentários 05 de julho de 2013

Fiel ao trabalho e à TCA, de motorista a diretor, sem perder a simplicidade


Não poderia ser melhor o lugar onde funcionários da TCA comemoraram, ontem à tarde, os 78 anos do diretor Lacy Martins da Silva, que presta serviços à empresa desde a sua fundação: a oficina. Até hoje, não obstante ser o comandante de mais de 1000 funcionários, ele coloca o jaleco praticamente todos os dias para inspecionar a manutenção dos ônibus, um comportamento que traduz um traço marcante de sua personalidade. Um homem diferente. Fiel ao trabalho e à TCA Lacy Martins é uma das pessoas mais admiradas e respeitadas na cidade.
Lacy Martins da Silva é, por assim dizer, aquele que por pensamento, trabalho e atitudes buscou alicerçar a TCA, dado que ao longo do tempo da história da empresa, desde a década de 50, primou por sua consolidação e continuidade, passo a passo, ao lado de João Rodrigues de Queiroz. Mesmo depois que este se tornou sócio minoritário da TCA, ao repassar a grande parcela da empresa aos sócios Odilon Walter Santos e Josias Moreira Braga, ele permaneceu com seu trabalho e idealismo. Com a morte de Josias Braga e de Miguel Braga, Lacy Martins, ex-motorista e mecânico, assumiu a direção da TCA. Ele traz no coração e na mente toda a admiração pelo principal empreendimento realizado por João Queiroz. Tem na lembrança os detalhes da história da TCA, com o percurso de dificuldades e de superação dessa empresa genuinamente anapolina.
Natural de Curaçá, no Vale do São Francisco, na Bahia, Lacy Martins da Silva nasceu a 4 de julho de 1935, filho de Augusto Moreira Martins e Fausta Moreira Martins. Já profissional da área de mecânica e à procura de melhores oportunidades, veio fixar-se em Goiás, aos 20 anos de idade, buscando primeiro a capital do Estado para finalmente radicar-se em Anápolis. A 26 de outubro de 1957, casou-se com Ely Josefina (já falecida). Desse casamento nasceram: Rosa Maria, Neilda Maria, Maria do Perpétuo Socorro, Francisco de Assis, Desidério João, Maria Lúcia, Eni do Socorro e Lacy Jr, que deram ao pai, 18 netos e 10 bisnetos.
Quando aportou em Goiás ele permaneceu em Goiânia cerca de quatro meses, como funcionário da Retífica Motornei. Certo dia veio a passeio a Anápolis “e quando cheguei aqui, senti como se estivesse na minha cidade natal, naquele tempo. Foi amor à primeira vista”.

Autor(a): Manoel Vanderic

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