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Justiça condena traficantes internacionais de drogas em Anápolis

Justiça Comentários 20 de abril de 2012

Segundo foi divulgado pelo MPF-GO, os condenados vendiam cocaína proveniente da Bolívia e do Peru e foram acusados por tráfico internacional de drogas e associação ao tráfico


Após denúncia do Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO), por meio da Procuradoria da República em Anápolis, a Justiça Federal condenou oito acusados de tráfico internacional de drogas, presos durante a Operação Mercúrio. O grupo tinha base na cidade de Anápolis e importava grandes quantidades de ecstasy e cocaína.
O ecstasy, conforme informou o MPF-GO, era vendido para outros traficantes da cidade e de outros municípios próximos. Já a cocaína, além de ser vendida para outros criminosos da região, também era remetida para a Europa através das chamadas mulas, que viajavam, de avião, para Holanda e Bélgica.
De acordo com a sentença, “os membros da quadrilha usavam técnicas sofisticadas de contra-inteligência, utilizando-se de linguagem cifrada nas comunicações telefônicas, inclusive com realização de diálogos em holandês, resguardando para contatos pessoais e via internet os detalhes decisivos de determinadas operações de traficância”.
No decorrer das investigações, que duraram aproximadamente um ano, foram apreendidos quase 18kg de cocaína.
A sentença decretou a perda de 6 carros que eram utilizados pelos condenados no exercício da traficância, bem como fixou altas penas, em razão de que a maioria dos réus falavam 2 ou 3 idiomas e eram de famílias de classe média, o que denota grau elevado de culpabilidade.
Foram condenados à pena de reclusão, em regime fechado, o chefe do grupo criminoso, Edivaldo Neves Chaves Júnior (26 anos e um mês) e, ainda, Diego Felício Chaves (12 anos e três meses), Vivaldo Dionísio Júnior (13 anos e um mês), Carlos Alberto dos Passos Curado (13 anos e um mês), Wanderley Rodrigues Florentino (10 anos e nove meses), Anderson Gomes da Silva (21 anos), Alvaro de Jesus Padilla Paternina (21 anos) e Eurípedes Chaves Neto (1 ano de reclusã)o, substituída por pena pecuniária. (Fonte: Assessoria de ComunicaçãoMPF-GO)

Autor(a): Da Redação

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