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Junho registra queda no índice de empregos formais no Município

Especial Comentários 27 de julho de 2018

Em junho, os diversos segmentos da economia anapolina fecharam 401 vagas, interrompendo um ciclo contínuo na geração de empregos


Depois de cinco meses de saldos positivos, a geração de empregos com carteira assinada o Município registrou, em junho, a sua primeira queda do ano com o fechamento de 401 vagas, interrompendo um ciclo contínuo de criação de vagas. De acordo com a estatística de junho do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo negativo de 401 vagas é o resultado de 2.675 admissões e 3.076 desligamentos.
Dados do CAGED apontam que, em maio, foram criados 119 novos empregos formais em Anápolis. Mas o saldo positivo na geração de empregos no Município este ano teve início em janeiro, quando foram abertas 399 vagas, outras 378 em fevereiro, 414 em março e 285 em abril. Apesar do elevado número de fechamento de vagas formais de trabalho no sexto mês do ano, Anápolis está entre os oito municípios goianos que figuram no ranking dos 100 municípios do País que mais geraram empregos com carteira assinada, no saldo acumulado em 2018.
De acordo com o CAGED, Anápolis ocupa a 58ª posição, com 1.427 novos empregos formais abertos este ano, atrás, pela ordem, de Goianésia, na 39ª colocação com 1838 novas vagas; Goiânia, no 16º lugar, com 3061 novos empregos e Cristalina, na 14ª posição, com 3.449 vagas. Fazem parte, também, do ranking nacional de geração de empregos, os municípios goianos de Quirinópolis, na 64ª colocação, com 1.322 novas vagas criadas este ano, Itapaci, na 68ª posição, com 1.294 vagas, Rio Verde, no 69º lugar, com 1.268 novos empregos e Jataí, na 90ª colocação, com 1.102 vagas.
No entanto, no Estado, Anápolis ficou entre os 11 municípios goianos com mais de 30 mil habitantes com saldo negativo na geração de empregos, em junho. A liderança de saldo negativo ficou com Morrinhos (-1.256), seguido de Formosa (-706), Anápolis (-401), Mineiros (-365), Trindade (-70), Valparaíso de Goiás (-51), Jaraguá (-17), Niquelândia (-17), Minaçu (-8), Jataí (-6) e Goiatuba (-1).

LIDERANÇA
Em contrapartida, Inhumas liderou o ranking das cidades goianas que mais criaram empregos formais, com 865 novas vagas, seguida por Goiânia, 740; Aparecida de Goiânia, 582; Cristalina, 423; Itumbiara, 349; Planaltina, 167; Luziânia, 139; Quirinópolis, 90; Goianésia, 77; Itaberaí, 71; Rio Verde, 67; Senador Canedo, 48; Posse, 47; Uruaçu, 42; Santo Antônio do Descoberto, 41; Cidade Ocidental, 38; Porangatu, 36; Caldas Novas, 25; Goianira, 21; Águas Lindas de Goiás, 19; Iporá, 12; São Luiz dos Montes Belos, 10, Santa Helena de Goiás, 7; Catalão, 4 e, Novo Gama, 2. Juntos, o resultado de saldos positivos e negativos nos municípios goianos com mais de 30 mil habitantes foram gerados 1.024 novos empregos, enquanto que nos demais foram abertas 1.149 vagas, totalizando 2.173 postos formais de trabalho gerados em todo o Estado.
Com um melhor desempenho em relação ao mês anterior, Goiás ficou na quarta posição no País entre os estados que mais abriram vagas de trabalho com carteira assinada em junho, com 2.173 novos empregos. Em maio, o saldo positivo no Estado foi de 1.111 novas vagas. Junho foi o sexto mês consecutivo em que Goiás registrou saldo positivo na geração de empregos. A liderança na geração de empregos ficou com Minas Gerais, com a criação de 12.143 novas vagas com carteira assinada, seguida pelo Mato Grosso, com 5.412 e Maranhão, com 2.807.
No acumulado do primeiro semestre foram criadas, no Estado, 31.725 novas vagas, número que deixa Goiás na quinta posição entre as unidades da Federação que mais abriram vagas de trabalho. Em junho, Goiás perdeu, apenas, para São Paulo (141.247); Minas Gerais (91.506), Santa Catarina (33.500) e Paraná (32.030).
Em todo o Estado, o setor de serviços teve o melhor saldo entre admissões e desligamentos, com 1.509 vagas, vindo a seguir a indústria de transformação, com 811 e a construção civil, com 573. Setor que sempre lidera a geração de vagas, em junho, a agropecuária goiana fechou com um saldo negativo de 886 vagas extintas.
Depois de cinco meses seguidos de resultados positivos, no País o saldo na criação de empregos foi negativo em junho, com menos 661 vagas. Mesmo assim, em quatro regiões o saldo foi positivo. E, negativo em, apenas, um. A liderança ficou com a região Centro-Oeste, com 8.366 novos empregos formais, seguida pelo Sudeste, com 3.612.

Autor(a): Ferreira Cunha

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