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Julie, Agosto, Setembro estreia no circuito goiano

Cultura Comentários 18 de maro de 2011

Produção retrata o crescimento e o potencial de Goiás nesta área. Depois da estreia na Capital, o filme seguirá um roteiro de participação de festivais nacionais e internacionais


Lançado na última semana no circuito goiano de curtas-metragens, o filme “Julie, Agosto, Setembro” é um bom exemplo de que este tipo de produção, em Goiás, vai muito bem. Dirigido por Jarleo Barbosa, o curta é uma realização da Panaceia Filmes, produtora goiana que surgiu há pouco menos de um ano, fruto do anseio de cinco jovens formados na primeira turma do curso de Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG), e já apresenta o seu primeiro trabalho muito bem recebido pela crítica e pelo público que compareceu ao Cine Cultura, em Goiânia, na última segunda-feira, 14, para prestigiar o lançamento.
Segundo Jarleo Barbosa o curta-metragem é resultado de uma parceria entre a Panaceia e a Tá na Lata Filmes. É uma produção independente e, portanto, não contou com nenhuma lei de incentivo na sua realização. Seu elenco traz como protagonista a estreante Carolina Provázio. Além de Allan Santana, Rodrigo Scaliante e Rômulo Dias. A direção e o roteiro são assinados pelo próprio Jarleo, acompanhado na direção de fotografia por Emerson Maia e na direção de arte por Benedito Ferreira. A produção ficou por conta de Larissa Fernandes.
O enredo narra a trajetória de Julie, uma suíça que acabou de se mudar para Goiânia. Pouco a pouco ela vai entendendo a cidade até, por fim, se transformar em uma parte dela.
Depois da estreia na capital, “Julie, Agosto, Setembro” irá girar o Brasil em circuitos de festivais, além da possibilidade de participação em eventos do gênero em outros países. Jarleo Barbosa ressalta, ainda, que a produtora está finalizando outro trabalho: “Faltam duas quadras”, que tem uma estrutura diferente por contar com apoio da lei de incentivos de Goiânia. Este filme está sendo finalizado em São Paulo e a previsão é de que fique pronto em três meses. Além disso, há também projetos para a criação de uma revista no segmento, assim como, de outro filme que está sendo projetado.
De acordo com o diretor, o campo para a produção de curtas em Goiás tem crescido muito a partir da implantação do curso de Audiovisual da UEG e também a pós-graduação nessa área na Faculdade Cambury. Ele estima que, anualmente, sejam produzidas no Estado, em torno de 30 peças, entre aquelas que contam com incentivos de editais públicos e as produções independentes. “Tem muita gente trabalhando nisso e existe um potencial muito grande aqui em Goiás”, assinalou Jarleo Barbosa.

Autor(a): Claudius Brito

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