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Jovens revelam seus conceitos e aspirações sobre a atualidade

Educação Comentários 01 de junho de 2015

O trabalho abordou assuntos do cotidiano e revelou a opinião dos acadêmicos


Uma pesquisa feita pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) junto a 107 estudantes universitários de Goiânia; Anápolis; Aparecida de Goiânia; Luziânia, Catalão e Rio Verde, mostrou que 90 por cento deles acreditam que o Brasil não esteja no rumo certo quanto ao aspecto político. Os jovens entrevistados, também, se mostraram preocupados com o mercado de trabalho. Nada menos que 42 por cento dos entrevistados o classificam como “muito seletivo e distante da realidade nacional”.  Outra revelação da pesquisa destacou que 32 por cento dos ouvidos entendem que seja possível conseguir um bom emprego e, somente, 21 por cento têm o empreendedorismo como alternativa após a conclusão do curso. Ou, seja, pretendem abrir seus próprios negócios.


Sobre a questão política, 47 por cento dos jovens ouvidos esperam mudanças de rumo e combate à corrupção, devido às manifestações de rua e as demais formas de protestos verificadas atualmente.  Já 82 por cento dos estudantes universitários ouvidos pelo Instituto Euvaldo Lodi na pesquisa flash (espontânea) disseram que a corrupção mancha as imagens interna e externa do Brasil e que, por isso, “deveria haver maior rigor na apuração dos crimes e punição dos culpados para mudar-se o comportamento dos agentes políticos”.  Do total de entrevistados, 18 por cento não acreditam que haverá mudanças, por considerarem a corrupção “enraizada no País”.


De acordo com o Instituto Euvaldo Lodi, por trabalhar com jovens há 45 anos, proporcionando-lhes vivência profissional através do estágio, estimulando a melhor formação e disponibilizando meios de acesso ao mercado de trabalho, o objetivo da pesquisa foi conhece melhor o que pensam e o que percebem tais jovens sobre diversos fatos atuais do mundo e que refletem no cotidiano e no futuro. 


Os números


Conforme os dados da pesquisa, 90 por cento dos jovens acham que o Brasil não está no rumo certo quando o assunto é a política atual. Apenas, 10 por cento pensam o contrário. Sobre as ondas de manifestações e de protestos, 47 por cento acreditam em mudanças no País, ao passo que outros 47 por cento esperam a correção dos rumos do Brasil e o combate à corrupção. Ainda, 20 por cento dos entrevistados esperam o fortalecimento das atuações dos movimentos sociais e da democracia, mas, 14 por cento responderam que não esperam nada e, 14 por cento são contra tais movimentos.


Outro indicativo da pesquisa foi quanto à corrupção. Nada menos que 82 por cento entendem que ela mancha as imagens interna e externa do Brasil e, por isso, deveria haver maior rigor na apuração dos crimes, assim como a punição dos culpados para se mudar o comportamento dos agentes políticos. Os restantes 18 por cento acreditam que por ser algo enraizado na cultura nacional, não haverá mudanças, pelo menos, em curto prazo. Sobre as expectativas de mudanças generalizadas, 64 por cento acham que elas acontecerão, contra 37 por cento que não acreditam nelas. Dos que acham que haverá mudanças, 67 pensam que elas acontecerão em longo prazo, 28 por cento em médio prazo e, quatro por cento, em curto prazo.


Política e emprego


A pesquisa ouviu, ainda, os jovens sobre a política. Do total, 41 por cento disseram participar ativamente; 25 por cento, raramente; 20 por cento não participam, mas pretendem participar; 08 por cento participaram, mas disseram que não participarão mais e 06 por cento não participam e nem pretendem participar.  Quanto ao futuro do Brasil, 75 por cento esperam mais educação, saúde e lazer; 70 por cento torcem por uma política mais justa e mais ética, 19 por cento clamam por mais segurança e 13 por cento querem mais oportunidades de emprego.  Sobre o mercado de trabalho para os jovens, 45 por cento dos entrevistados acham-no muito seletivo e distante da realidade educacional; 32 por cento acreditam ser possível conseguir um bom emprego, e, 21 por cento têm o empreendedorismo como alternativa. A respeito das instituições de ensino, 80 por cento as querem mais próximas da realidade do mercado de trabalho. Em outra vertente da pergunta, 50 por cento gostariam que as instituições fossem estimuladoras da criação e da inovação, ao passo que 33 por cento querem-nas mais igualitárias e interativas.


No final da pesquisa, os jovens opinaram que suas definições se dão: 51 por cento pela aparência; 47 por cento pela busca de estudos e trabalho, 37 por cento pela criatividade e pelo empreendedorismo e, 16 por cento, relativos à responsabilidade. O tempo livre dos jovens, pela pesquisa, é ocupado da seguinte forma: 58 por cento leem livros e revistas; 56 por cento conectam-se à internet, 34 por cento assistem à televisão e 17 por cento ouvem música.

Autor(a): Nilton Pereira

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