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Jovem anapolino abre portas para o difícil universo das fragrâncias

Geral Comentários 15 de junho de 2017

Criador busca sucesso numa área que, além de conhecimento e sensibilidade, exige domínio de mercado


O jovem anapolino Helder Machado Owner é um exemplo de que o empreendedorismo não tem barreiras. A primeira coisa para aventurar-se no ambiente dos negócios, que hoje virou uma espécie de aldeia global, é ter coragem e dedicação. No seu caso, veio também uma boa dose de sorte.
Helder Machado conta que estudou Direito, trabalhou com fotografia e escreveu livros, publicados na internet. Porém, foi atuando na área de consultoria que começou a construir uma sólida rede de relacionamentos. Entre os seus contatos, havia um parceiro internacional que atuava com perfumes. Ele se interessou e enxergou a oportunidade de atuar nesta área, diga-se de passagem, um tanto quanto diferenciada, pois exige muita sensibilidade e conhecimento para trabalhar com o produto, aliado a um bom domínio de mercado.
Dificuldades à parte, Helder Machado levou adiante o projeto e, há pouco mais de um ano, desenvolveu a primeira criação, num lote bem pequeno. E, desde então, sentiu que houve uma boa repercussão. De repente, suas fragrâncias estavam obtendo boas avaliações em portais de perfumaria.
Com a bagagem adquirida, após muito estudo e prospecções de mercado, a próxima etapa veio com a criação da marca, batizada de Timo, que ganhou embalagem padronizada. Desde as caixas, passando pelo formato do recipiente e o seu layout e rotulagem, rigorosamente tudo passou pelo trabalho meticuloso do empreendedor anapolino.
O maior desafio, conforme relatou Helder Machado, foi o desenvolvimento das duas novas fragrâncias da marca Timo: Nº 1 e CapFerrat. “Para chegarmos aonde queríamos com o Nº 1, tivemos uma sequência de 29 provas”, explicou, acrescentando que para o CapFerrat, o número foi um pouco menor - 11 provas - porque no primeiro já havia seguido passos importantes dentro do processo de laboração do produto.
Atualmente, Helder Machado se movimenta para posicionar os seus perfumes no mercado. Há um esforço maciço de divulgação em redes sociais, como o Instagram. Seu trabalho, inclusive, já ganhou espaço em uma revista de alto luxo da Europa. Ele prevê que, por volta de agosto e setembro deste ano, a linha Timo chegue ao consumidor final que, com certeza, terá uma revelação muito positiva em relação à qualidade dos perfumes, que fazem parte da chamada “linha de nicho”, que têm menor escala e são direcionados a um público mais seleto. O preço de mercado do Nº1 e do CapFerrat, deve ficar na casa de R$ 188. É uma linha unissex, portanto, ao alcance de homens e mulheres que têm bom gosto.
Pelos passos dados, certamente, a produção ‘Made in Anápolis’ de perfumes vai conquistar os amantes do parfurm, uma arte milenar e que traz em sua essência o poder da conquista.
POR QUÊ, TIMO?
O termo timo é uma referência expressa à glândula homônima que, por muitos anos, foi confundida com o coração, tamanha sua sensibilidade aos nossos humores. O termo vem do grego Thymus, energia vital. Reza a lenda, que é nela onde repousa a nossa alma.
A marca nasce como um ato de guerrilha à opressão que o mercado multibilionário da moda impõe às pequenas casas de perfumaria e à criatividade de seus própriosperfumistas.
O processo de criação do primeiro perfume(tecnicamente parfum, já que a marcatrabalha com 20% de concentração de essência) teve como norte a fuga do mainstream. Foi feito todo um direcionamento no sentido de trazer uma fragrância perturbadora, um caminho tortuoso de vinte e nove provas, três perfumistas, eliminando todo e qualqueratalho de se desenvolver uma fragrância de fácil assimilação a qualquer olfato. (Nota de descrição, elaborada por Helder Machado)

Autor(a): Claudius Brito

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