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ITEGO - Instituto quer maior integração com o setor empresarial

Tecnologia Comentários 03 de novembro de 2017

Vários cursos para a formação e o aperfeiçoamento de mão-de-obra sob demanda fazem parte do portfólio


Dar suporte ao desenvolvimento industrial, formando e especializando mão-de-obra em diversas áreas de conhecimento. Esta tem sido a missão do antigo CEPA (Centro de Educação Profissional de Anápolis), hoje, denominado Instituto Tecnológico do Estado de Goiás “Governador Onofre Quinan”, desde a criação da unidade há quase 15 anos. Essa missão, diga-se de passagem, ganhou uma nova dinâmica nos últimos anos, devido aos efeitos da chamada globalização da economia, que veio acompanhada de um boom tecnológico. Só ter qualidade não basta, é preciso ter inovação para ser competitivo na “aldeia” global do mercado.
Desde setembro último à frente da direção do Instituto em Anápolis, o professor Eduardo Martins Lisboa, filho do conhecido empresário Wilson Lisboa Alencar, que faleceu aos 90 anos de idade, toca uma série de projetos com vistas à ampliação de cursos no instituto, bem como na sua parte predial e de laboratórios. Hoje, segundo disse, o ITEGO busca uma proximidade ainda maior com as empresas, com o objetivo de captar as suas demandas e formatar os cursos de acordo com as suas reais necessidades.
Um exemplo - cita o diretor - é o curso de inglês instrumental. Várias indústrias no DAIA trabalham com equipamentos importados e, em função disso, há a necessidade que os operadores tenham conhecimento básico da língua para trabalharem ou fazerem manutenções nestes maquinários. Há, também, nesta área, cursos focados para os empresários. Uma empresa, inclusive, já inicia o nível avançado, cujo módulo começou a ser oferecido recentemente, para atender a esta demanda específica
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À distância
De acordo com Eduardo Lisboa, o ITEGO, também, trabalha forte na área do Ensino à Distância (EaD). Neste segmento, conforme observou, havendo possibilidade no atendimento aos requisitos legais e operacionais, pode se formatar cursos sob demanda para as empresas, não só do setor industrial, como também, de serviço ou do comércio.
“Nós precisamos que as empresas cheguem até nós e nos apontem o que querem, o perfil dos profissionais de que necessitam, para que possamos montar os cursos, sejam presenciais ou à distância.
“Esta integração é fundamental”, destacou Eduardo Lisboa, adiantando que, até mesmo, na área do Direito, o ITEGO já estuda a modelagem de um curso para atender aos trabalhadores que, muitas das vezes, não contam com recursos necessários para fazerem uma preparação num curso privado.

Metas previstas
O diretor afirma que o Governo fixa metas aos institutos, para que estes ofereçam o melhor ao seu público alvo. “Trabalhamos para que estas metas sejam cumpridas, mas precisamos das parcerias com as empresas”, reforçou, acrescentando que os cursos são, em boa parte, gratuito e a única contrapartida solicitada, é que as empresas absorvam os alunos como estagiários ou coloquem-nos em seus processos de seleção, já que os mesmos têm uma formação direcionada.
Além dos cursos técnicos de formação inicial e continuada o ITEGO pretende implantar alguns cursos tecnológicos. Outro ponto importante realçado pelo diretor da unidade é que Centro de Gemologia foi absorvido pelo Instituto, dando continuidade aos cursos de lapidação e de trabalhos com peças de metal. Os alunos, nesta área, também fazem curso de inglês, devido à peculiaridade do mercado e de empreendedorismo. O ITEGO tem focado, ainda, na realização de workshops e palestras. Neste mês de novembro, por exemplo, a temática será em torno da saúde do homem.

Autor(a): Claudius Brito

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