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Iris assume compromissos com empresários de Anápolis

Política Comentários 05 de setembro de 2010

O candidato da coligação “Goiás Rumo ao Futuro” (PMDB-PT-PC do B), Íris Rezende Machado, participou, na última quarta-feira, 1º, da série de sabatinas que a Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia) está realizando com os três candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de votos na eleição para o Governo do Estado. Durante mais de duas horas, Íris respondeu a 13 perguntas formuladas pela própria diretoria da Acia e pelo Fórum Empresarial de Anápolis. Acompanhado pelo prefeito Antônio Gomide, vários candidatos a deputado estadual e federal, o peemedebista deu um tom mais propositivo às suas abordagens, embora, em alguns momentos, sem citar nomes, direcionou críticas ao atual governo e ao governo do Tempo Novo. O presidente da Acia, Ubiratan Lopes, fez um breve retrospecto sobre a situação econômica de Anápolis e disse que os debates com candidatos são tradição na “Casa dos Empresários”, com o objetivo de discutir problemas, encontrar soluções e firmar compromissos com a Cidade. O evento teve o apoio do CONTEXTO. Confira:


Daia: expansão
A primeira pergunta, formulada pelo presidente da Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg), Deocleciano Moreira Alves, questionou o candidato a respeito da expansão do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).
Iris Rezende assinalou que “é motivo de muita preocupação a falta de áreas para novas indústrias no Daia”. Ele observou que, ao lado desse problema, há outra questão também considerada grave: a Celg. “Temos energia em abundância, mas estamos praticamente impedidos de implantar grandes projetos porque as linhas de transmissão não comportam. Ainda em relação às áreas, o peemedebista observou que o Governo dispõe de um instrumento legal que é a desapropriação e, eleito, fará a expansão do Daia. “Se não for possível nas proximidades, mas em outra área, o que não podemos é impedir que as empresas venham”, disse, acrescentando que fará, também, a construção de novas redes de transmissão de energia elétrica.

Plataforma Logística
O diretor da Acia, Anastácios Apostolos Dagios questionou o candidato do PMDB sobre que providência será adotada, caso eleito, em relação à viabilização da Plataforma Logística Multimodal, e se a gestão da mesma poderia ser repassada à Secretaria de Indústria e Comércio.
“Se já existe projeto, se já tem infra-estrutura, não sei o que está ocorrendo e porque não se usa”, respondeu Íris Rezende, observando que a Plataforma foi projetada para atender aos sistemas de escoamento da produção nos modais rodoviário, ferroviário e o aéreo. “O fato de não termos, ainda, o aeroporto de cargas não prejudica em nada. Deus me deu o dom da política e o dom de administrador. Decido as coisas rápido. O que o governo leva quatro anos para decidir, decido em apenas em alguns minutos. Se eleito, vou tomar atitude sobre a desapropriação (de áreas para a expansão do Daia) e para funcionar a Plataforma Logística”.

Aeroporto de Cargas
O projeto para a implantação do aeroporto de cargas em Anápolis foi o tema abordado pelo coordenador do Núcleo Regional da Fieg, Gilson Teixeira do Amaral Brito. O projeto foi entregue ao Governo de Goiás pela Acia, em 2008. Houve, recentemente, a liberação na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e já ocorreu a licitação.
O candidato do PMDB, Íris Rezende, salientou que as obras “devem ser tocadas a qualquer custo. E considerou que o investimento, na ordem de R$ 100 milhões, “é absolutamente viável para o Estado. (Neste momento, foi lembrado que o projeto prevê recursos do Governo Federal, em torno de R$ 70 milhões e R$ 30 milhões para o Tesouro Estadual). “Quando assumi o governo em 2003, tinha atraso na folha de pessoal de seis meses nos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Fizemos a avaliação, licitamos e vendemos 18 aviões da frota do Estado, ficando apenas com dois; vendemos três mil automóveis; cada empresa do Estado tinha um sistema de segurança própria e acabamos com isso. A partir daí, pagamos os servidores e os motores começaram a roncar. Fizemos asfalto, moradias, então, existem coisas que não precisa discutir. É fazer”. Ainda, respondendo ao questionamento, Íris Rezende salientou que foi governador por sete anos e alguns meses. “Setenta por cento do que existe de serviço público em Anápolis foi feito em meus dois governos. Quando assumo, ninguém me vê passeando pelo mundo, nunca ofereci banquete no Palácio”. E, completando, destacou que a eleição de Dilma (Rousseff) à Presidência da República “vai resolver cem vezes mais as questões de Goiás”.

Centro de Convenções
O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Anápolis (Sicma), Álvaro Otávio Dantas Maia, direcionou ao candidato Íris Rezende, questionamento se, eleito, se comprometeria a construir o Centro de Convenções de Anápolis.
“Nisso já tenho experiência”, afiançou Iris Rezende, se referindo ao Centro de Convenções de Goiânia, construído em seu governo e que, segundo ele, é hoje um dos mais modernos do País. “Ninguém calcula o que representou o Centro de Convenções para a economia de Goiânia. Passamos a receber profissionais de várias áreas em congressos e outros grandes eventos. Os hotéis ficaram poucos, outros foram construídos. Temos movimentação no comércio, empresas de taxi, nos serviços. Então, não entendo por que, até agora, não construíram em Anápolis, que é uma cidade de grande potencial na indústria, no comércio, nos serviços e na educação. Eleito, vamos construir, sem demora”, afirmou o candidato, ponderando que, na época, em Goiânia, a obra ficou em torno de R$ 25 milhões. Ele calcula que, hoje, a construção do Centro de Convenções ficaria em torno de R$ 60 milhões. “O Tempo Novo colocou em licitação a administração do Centro de Convenções em Goiânia para enriquecer um grupo econômico. Anápolis não deve aceitar este tipo de comportamento. Fizeram assim também com o Goiânia Arena”, disparou.

Ação Fiscal
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis, Wilmar Jardim de Carvalho, indagou a Íris Rezende sobre que tratamento a Secretaria da Fazenda, em seu governo, se eleito, dará aos pequenos e micro empresários que estão sujeitos às regras de grandes empresas e, inclusive, obrigadas a adquirir o Emissor de Cupom Fiscal de uma única empresa.
Iris Rezende salientou que as micro e pequenas empresas são responsáveis por cerca de 40% dos empregos gerados. “Temos que nos unir para mudar essa situação da carga tributária. O pequeno tem que ser tratado como pequeno, o médio como médio e o grande como grande. Vamos criar um departamento na Secretaria de Indústria e Comércio para auxiliar as pequenas empresas e, quanto à redução de impostos, vamos estudar um meio legal de dar prioridade aos nossos pequenos e micro empresários.

Viaduto do Daia
A sétima pergunta, encaminhada pelo presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários de Anápolis, Wellington Constante, foi sobre o projeto de obras viárias e o viaduto do Distrito Agroindustrial.
“Se já tem um projeto pronto (foi mencionado, na pergunta, que a Acia entregou um projeto ao Governo, em 2009) e tem a licitação, é tocar a obra para a frente. Obras na minha administração custam a metade, porque no edital mando colocar que o pagamento será feito à vista. Assim, o empresário tem como pagar o seu funcionário, o aluguel do maquinário. Foi assim que nós asfaltamos mais de mil e oitocentos quilômetros de ruas em Goiânia. Então, se essa obra é importante para o Daia, não podemos esperar, pelo que Anápolis contribui ao Estado, com a sua arrecadação de impostos”, frisou.

Secretariado
O diretor de comunicação da Acia, Vander Lúcio Barbosa, questionou a Íris Rezende se, eleito, ele deixaria o comando da Secretaria de Indústria e Comércio nas mãos de um empresário anapolino, como vem ocorrendo nos últimos anos, devido à posição econômica do Município.
O candidato Iris Rezende afirmou que “será motivo de muita honra”. Ele lembrou que na campanha ao governo em 1982, teve ao lado em sua chapa, como vice, o empresário Onofre Quinan (já falecido), escolhido em composição com Henrique Santillo. Ao assumir a governadoria, no ano seguinte, chamei para a Secretaria de Indústria e Comércio Benjamim Bezze Júnior e o Victor Hugo de Queiroz para a Secretaria de Administração, todos eles anapolinos. “Vou assumir esse compromisso, mandem ene nomes e vou escolher. Só que, na hora do convite, tem uma peculiaridade: preciso saber se essa pessoa que será chamada está disposta a não pedir férias nos quatro anos e se vai trabalhar conosco nos sábados, domingos e feriados, saindo nos municípios para fazer mutirões”, disse, acrescentando que o sucesso de uma administração é ligado à escolha da equipe. O candidato observou, ainda, que a sua equipe na Prefeitura de Goiânia surpreendeu, porque teve um perfil renovado, com média de 40 anos de idade. “A Secretaria de Indústria e Comércio é o esteio da política econômica, então, acho importante essa preocupação”, arrematou.

Segurança pública
A oitava pergunta foi feita pelo representante do Sindicato das Indústrias Cerâmicas no Estado de Goiás (Sindicergo), Itair Nunes de Lima Júnior, e questionou o candidato peemedebista sobre a sua proposta para a área de segurança pública, em especial, as ações para a prevenção e o combate às drogas.
Iris Rezende ressaltou que essa preocupação foi constatada logo que assumiu a Prefeitura de Goiânia. “Na periferia, principalmente, as pessoas estavam apavoradas com o domínio das drogas entre os adolescentes e, para a internação de dependentes menores, é necessário autorização de um juiz. Goiânia não tinha escola de tempo integral, que oferecem três refeições e atividades para os alunos, onde eles ficam enquanto os pais estão trabalhando, não ficam nas ruas. Faz parte da nossa plataforma de governo, transformar todas as escolas do ensino médio, que são de responsabilidade do Estado, em escolas de tempo integral. Esse é o caminho”, argumentou o peemedebista, completando que ao lado, deve haver uma política de tratamento para os dependentes e ações da polícia contra o tráfico de entorpecentes.
“Na última eleição ao Governo do Estado, que disputei e perdi, coloquei a segurança como prioridade pelo conhecimento que tive como presidente da Comissão Mista de Segurança no Congresso, como Ministro da Justiça. Então, faria uma política de segurança que seria referência. No meu primeiro governo, tínhamos um efetivo de seis mil policiais militares, no segundo governo, passamos para 12 mil e, hoje, muitos anos depois, temos 13 mil. Como fazer segurança com este contingente? Temos que preparar melhor a nossa polícia, como aconteceu com a Polícia Federal, que criou uma academia para formar o seu efetivo. Temos que melhorar os salários. Vamos mudar totalmente a segurança pública no Estado, para isso, temos de ter coragem para tomar decisões”.

Zona Franca
A implantação de um entreposto da Zona Franca de Manaus, em Anápolis, foi o tema da pergunta encaminhada pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Alimentação de Anápolis (Siaa), Wilson de Oliveira, o qual destacou o interesse tanto do Governo do Amazonas quanto dos operadores logísticos em fazer opção pelo município.
O candidato Iris Rezende afirmou que, eleito, “em duas semanas vamos ao Governo do Amazonas e resolver essa questão”. Ele lembrou que, quando foi ministro da Agricultura, contribuiu para viabilizar a implantação do Porto Seco que, então, estava entre as opções de Goiânia, Anápolis e Pires do Rio. “O Secretário da Fazenda à época nos chamou, me pediu uma opinião e, sem titubear, disse que era Anápolis”, frisou, observando que essa escolha era motivada pela vocação do Município, enquanto que Goiânia, em sua opinião, não poderia deixar de ser uma sede administrativa. “Estarei aqui à disposição, é inacreditável o que está acontecendo”, sublinhou, se referindo ao fato de que estaria faltando apenas vontade política para concretizar o projeto.

Pólo Farmacêutico
O presidente do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás (Sindifargo), Marçal Henrique Soares, questionou o candidato se o mesmo, em sendo eleito, se comprometeria em constituir um fundo estadual para pesquisa de novos medicamentos para financiar projetos através de recursos dos programas Fomentar/Produzir, através da Agência de Fomento, considerando que Goiás, hoje, é um dos maiores pólos farmacêuticos do Brasil.
“O mundo todo avançou, nas mais diversas áreas, pela pesquisa. Antigamente, se media a potência de uma nação pelo seu exército, hoje é pelo seu nível de conhecimento”, ponderou Íris Rezende, observando, em relação à proposta, que uma alternativa pode ser, também, destacar uma parte dos impostos que o segmento paga para constituir o Fundo. “Isso é importante, sinto-me orgulhoso de Goiás se sobressair nessa área. Fomos pioneiros nos investimentos para a produção de medicamentos genéricos no País”, ressaltou o candidato.

Saneamento
A décima pergunta abordou a política de saneamento. O vice-presidente da Associação das Imobiliárias de Anápolis, Geraldo Braga, questionou a Íris Rezende sobre suas propostas para esta área, considerando que alguns investimentos estão inibidos no Município, pois, segundo ele, não há investimentos da Saneago.
O candidato do PMDB considera que se trata de uma questão séria. “Lamentavelmente, a Saneago está vivendo um momento difícil. Tanto é que para obtenção de um empréstimo para obras de água e esgoto aqui no Município, a empresa teve de ser avalizada pela Prefeitura, porque perdeu a sua capacidade de endividamento. Para que todos tenham uma ideia, só o que a Saneago arrecada em Goiânia e Aparecida de Goiânia, daria para manter a empresa, que está se quebrando como a Celg, por falta de governo, por falta de liderança. O Governo Federal tem dinheiro de sobra. Então, temos que negociar as dívidas. Iniciei, no meu governo, a Estação de Tratamento de Esgoto de Goiânia, e só terminaram 16 anos depois e não foi feito o trabalho completo”, disparou Íris.

UEG
O diretor da Acia, Air Ganzarolli, fez o penúltimo questionamento, indagando o candidato do PMDB sobre a sua proposta para garantir repasses e autonomia administrativa para a Universidade Estadual de Goiás.
O candidato lembrou que, no seu governo, foram criados seis cursos superiores em Anápolis. “Criamos a Uniana (Universidade Estadual de Anápolis) com todas as demais faculdades existentes gerenciadas pela sua reitoria. Fiz isso para homenagear a cidade e mudaram de nome para dizer que não foi iniciativa minha. Para mim não é novidade não cumprirem os repasses legais, como não têm feito na saúde e na educação. Se é lei, tem que ser cumprida”, asseverou, acrescentando que, se eleito, irá investir na universidade os recursos legais.

Profissionalização
A 13ª., e última pergunta, feita pelo diretor da Acia, Admir Luchetti, enfocou o tema da educação profissionalizante no Município, para atender à demanda de formação de mão-de-obra especializada para as empresas, inclusive, com a possibilidade de criação de uma bolsa para alunos de baixo poder aquisitivo.
“Vocês estão me dando uma boa ideia, Não tinha pensado neste aspecto. Vou pedir que acrescentem em nosso plano de governo”, afirmou Íris Rezende. Ele lembrou que, quando chegou a Goiânia, foi estudante na Escola Técnica Federal. “Cada capital tinha uma escola e, de lá para cá, 60 anos se passaram para que um presidente se lembrasse que o País precisa de ensino em nível técnico. O Governo Federal criou cerca de 300 escolas técnicas federais. Precisou que o Lula chegasse, para que a nossa Universidade Federal criasse cursos noturnos, dando oportunidade a quem trabalha, por que era uma faculdade de elite”, frisou, dizendo, ainda, que o programa Bolsa Universitária, nos, moldes atuais, “é uma enganação”, porque, segundo disse, cobre uma pequena parte dos custos dos estudantes. “Vou criar uma bolsa integral, mas tem um detalhe: só vai receber quem é realmente carente, e não vai adiantar ter pedido de deputado, de vereador. E, na área técnica, vamos também incluir essa proposta da bolsa integral para os alunos que não tenham condições”.

Considerações finais
Em suas considerações finais, o candidato do PMDB, Íris Rezende, disse que nunca foi tão fácil para o eleitor goiano fazer a escolha, porque estão se confrontando dois candidatos que passaram por mais de sete anos no Governo (ele próprio e o tucano Marconi Perillo) e Vanderlan Cardoso, que é aliado do atual governo. “O povo vai saber quem prometeu e não cumpriu”.
O candidato falou, ainda, sobre a renúncia ao cargo de prefeito de Goiânia, restando ainda três anos de mandato, para concorrer no pleito. Segundo ele, os primeiros conselhos foram pedidos à família. “Minha esposa e minha filha, em princípio, foram contrárias”, mas fiz isso pela situação grave que o Estado de Goiás se encontra, se fosse uma situação média não deixaria a prefeitura, por que estávamos num bom momento, em lua de mel com os goianienses. Mas não podia ser omisso. Se tem um político que vai morrer trabalhando pelo povo, sou eu. Essa eleição não é uma partida de futebol, não é uma luta de partidos. É o destino de Goiás que está em jogo. E, se eu vier a perder a eleição, ninguém vai me ver magoado, porque me apresentei para o trabalho, não me acovardei”, ressaltou.

Autor(a): Claudius Brito

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