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Instituição para portadores de necessidades especiais busca apoio

Cidade Comentários 28 de fevereiro de 2014

O objetivo é encontrar instituições parcerias e voluntários para ampliar serviços que possam ajudar crianças e adolescentes portadoras de Síndrome de Down e Autismo a melhorar a qualidade de vida


Após ter uma filha com síndrome de down, Juliana Francis resolveu dedicar todo seu tempo para outras crianças e mães que enfrentam a mesma realidade que a sua e fundou há um mês, a Casa Joana. A instituição, que leva o nome de sua filha, é voltada para a inclusão social, principalmente, de pessoas mais carentes que não têm como custear tratamentos especializados. O espaço que, aos poucos, se estrutura, busca voluntários e padrinhos que queiram contribuir com a boa causa.
A Casa Joana está localizada no Bairro Santa Maria de Nazaré e já está realizando atendimento a 16 crianças e jovens com necessidades especiais, como a Síndrome de Down e Autismo. Atualmente, elas recebem reforço escolar, fisioterapia e aulas de artesanato. Mas a intenção da fundadora é que, em breve, a instituição possa oferecer também serviços de fonoaudiologia, psicologia e aulas de artes, música, informática e muito mais. Mas para isso, ela pede o apoio de profissionais dessas áreas e de instituições que possam ajudar a manter o projeto.
Segundo Juliana, o projeto social da Casa Joana, foi criado para levar a discussão do tema para toda a sociedade anapolina. “Além de trabalhar todas as necessidades desse público, com atividades culturais e terapêuticas, queremos estimular a independência deles e prepará-los melhor para a convivência no mundo”, disse.
Apoio
Os primeiros suportes foram encontrados em outras pessoas que, assim como Juliana, acreditam que este trabalho é fundamental para melhorar a qualidade de vida desses jovens. Entre eles, mães e profissionais que estão levando para dentro da Casa Joana todas as experiências bem sucedidas que adquiriram ao longo dos anos cuidando de seus filhos e pacientes.
Entre elas, está Christina Alencar Siqueira- mãe de uma portadora de Síndrome de Down de 26 anos, Dandara Siqueira- que trabalha na Casa Joana duas vezes por semana. Ela descobriu, cuidando de sua filha, que todo portador doa doença tem facilidade para a arte. Dandara, por exemplo, pinta telas há cinco anos e atualmente está matriculada em um curso de desenho.
“Nós estamos abraçando o projeto da Casa Joana, queremos vê-lo se desenvolver e se sustentar para que mais crianças com necessidades especiais encontrem referência e sejam estimuladas a vencer todos os obstáculos que enfrentam diariamente”, relatou Christina Alencar.
Além de Christina, a instituição também conta com o trabalho voluntário da fisioterapeuta, Cristiana Martins Moreira; da professora de artes, Solange Pierobão; da diretora da instituição, Adriana Aquino; da administradora da instituição, Regina Chaveiro e da professora, Morgani Veloso.

Autor(a): Da Redação

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