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Índice Firjan dá bom desempenho para Anápolis

Cidade Comentários 28 de setembro de 2013

O Município não aparece no topo da lista dos 10 mais do IFGF, que é liderada por Rio Verde, mas aparece com a Classificação B, que é associada à boa gestão


Anápolis faz parte do grupo de 1.662 municípios brasileiros que obtiveram a classificação B (boa gestão) do Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF) de 2013, com base de dados de 2011. O indicador foi criado pelo Sistema Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, com a proposta de tornar-se uma ferramenta de controle social que visa demonstrar à sociedade como as prefeituras estão administrando os recursos públicos, ou seja, o dinheiro arrecadado pelo contribuinte na forma de tributos.
Em Goiás, dos 10 melhores índices registrados, 03 obtiveram a classificação A (gestão de excelência): Rio Verde (0.8511 pontos); Alto Horizonte (0.8192 pontos) e Aparecida de Goiânia (0.8098 pontos). Os demais receberam a classificação B. São eles: Santa Isabel (0.7934 pontos); Mutunópolis (0,7603 pontos); Jesúpolis (0,7269 pontos); Paraúna (0,7243); Caldas Novas (0.7217), Itarumã (0.7136) e Barro Alto (0,7121). Anápolis aparece em 21º lugar no ranking estadual, com 0,6781 pontos (classificação B) e em 812º lugar no ranking nacional, formado por 5.164 municípios que tiveram os seus dados pesquisados. Em Goiás, 22 municípios não apresentaram dados, ou, apresentaram dados inconsistentes e, dessa forma, não aparecem no estudo.
Em 2006, na primeira edição do IFGF, Anápolis tinha a classificação C (gestão em dificuldade), com 0.4136 pontos. No ano seguinte, caiu para a classificação D (gestão crítica), com 0.3915 pontos. Em 2008, atingiu a pontuação de 0.6092 e subiu para a classificação B (boa gestão), alcançando, em 2009, a melhor pontuação na série histórica, com 0.7167 (classificação B). Em 2010 houve um recuo na pontuação, caindo para 0,5760 (classificação C) e, no ano base de 2011 voltou à classificação B com 0,6781 pontos.
O IFGF é composto por cinco indicadores - Receita Própria; Gastos com Pessoal; Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida. No caso de Anápolis, o melhor desempenho em relação à receita própria, foi em 2007 (0.7528 pontos - B). No indicador de Gastos com Pessoal, o melhor desempenho foi em 2009 (0.8023 pontos - A). No indicador de investimentos, a melhor pontuação foi em 2001 (0.6369 pontos - B). Novamente em 2009, Anápolis conquistou a classificação A, na avaliação de Liquidez (0.9217 pontos) e, no quesito de Custo de Vida, o melhor desempenho deu-se em 2009 (0.7685 pontos - B).
Em Goiás, dos 429 municípios que entraram na pesquisa, apenas 03 alcançaram o conceito A, representando 1,3% da amostra. Além disso, 61 conquistaram a classificação B (27,2%%); 120 a classificação C (53,6%) e 40 municípios ficaram na classificação D (17,9%). Os 10 piores resultados do IFGF, com a classificação D, foram creditados para Araçu (0.2800 pontos); Monte Alegre de Goiás (0.2760); Panamá (0.2750); Nazário (0.2728); Faina (0.2717); São João da Paraúna (0.2587); Leopoldo de Bulhões (0.2575); Trombas (0.2402); Anhanguera (0.1330) e Campos Verdes (0.1208).


O que é o IFGF

O Índice FIRJAN de Gestão Fiscal (IFGF) é construído a partir dos resultados fiscais das próprias prefeituras - informações de declaração obrigatória e disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Com base nesses dados oficiais, o Índice FIRJAN de Gestão Fiscal 2013 - ano de referência 2011 - avaliou a situação fiscal de 5.164 municípios, onde vivem 181.474.298 pessoas - 96% da população brasileira. Apesar da determinação da lei, os dados do exercício fiscal 2011 de 399 prefeituras não estavam disponíveis ou não eram consistentes (informações que não foram passíveis de análise).
Composto por cinco indicadores - Receita Própria, Gastos com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida -, o IFGF tem uma metodologia que permite tanto comparação relativa quanto absoluta, isto é, o índice não se restringe a uma fotografia anual, podendo ser comparado ao longo dos anos. Dessa forma, é possível especificar, com precisão, se uma melhoria relativa de posição em um ranking se deve a fatores específicos de um determinado município ou à piora relativa dos demais.
O IFGF tem uma leitura dos resultados bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que, quanto mais próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município no ano em observação.
Conceito A (superior a 0.8 pontos) - Gestão de Excelência
Conceito B (entre 0.6 e 0.8 pontos) - Boa Gestão
Conceito C (entre 0.4 e 0.6 pontos) - Gestão em Dificuldade
Conceito D (inferior a 0.4 pontos) - Gestão Crítica

Autor(a): Claudius Brito

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