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Implantação do Polo de Defesa poderá ter linha de crédito federal

Segurança Comentários 12 de outubro de 2017

Seminário com empresas que atual no segmento vai acontecer em março, com o apoio do Governo e da Prefeitura


Resultado da reunião ocorrida na última terça-feira, 10, com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o projeto de implantação do polo de defesa em Anápolis poderá contar com uma linha de crédito específica, por meio do Fundo Constitucional Centro-Oeste, que é gerido através da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste. A proposta, inclusive, foi acenada pelo próprio ministro, que recebeu em gabinete o Governador Marconi Perillo; o Prefeito Roberto Naves; os deputados federais Alexandre Baldy e Jovair Arantes; o Deputado Estadual Carlos Antônio e diretores da Associação Comercial e Industrial de Anápolis, capitaneados pelo presidente Anastácios Apóstolos Dagios, que estão ligados, mais diretamente, ao projeto.
Jungmann sugeriu que, inicialmente, seja criado um eixo de comunicação voltado para a Base Industrial de Defesa e que sejam realizados feiras e eventos relacionados ao tema, além da formação de articulações com as áreas de tecnologias.
Em relação à feira, já há um projeto em curso visando atrair para Anápolis em torno de 200 empresas que são fornecedoras das forças de defesa do País e que, potencialmente, são o público alvo do polo anapolino. O presidente da ACIA informou que o evento está programado para acontecer nos dias 06 e 07 de março do ano que vem, contando com aporte de recursos do Governo de Goiás e, também, apoio da Prefeitura de Anápolis.
Durante o encontro, o Governador Marconi Perillo falou da importância de Anápolis sediar a Ala 2 (antiga Base Aérea) e a expectativa de receber os Caças Gripen NG da Força Aérea Brasileira. “Vamos ter, agora, a principal Ala do Brasil”, ressaltou Marconi. O Prefeito Roberto Naves ressaltou que Anápolis reúne todas as condições de abrigar um polo de defesa, que será importante para o dinamismo da economia não só do Município, mas de todo o Estado.
A proposta do polo é buscar indústrias que produzam diversos tipos de insumos para as forças de defasa, como fardamentos, botas e uma série de outros produtos, não necessariamente armamentos.

Autor(a): Claudius Brito

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