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IFG tem cursos para qualificar mulheres anapolinas

Geral Comentários 05 de julho de 2013

O objetivo é permitir que senhoras e senhoritas de baixa renda tenham acesso a meios de aprendizagem práticos e eficazes para o mercado de trabalho


Estão abertas, no Instituto Federal de Goiás (IFG) - Câmpus Anápolis, as inscrições para as interessadas em participar do Programa Mulheres Mil. Nesta nova seleção, serão oferecidas 70 vagas para dois cursos profissionalizantes: Aplicador de Revestimento Cerâmico e Operador de Processos Químicos Industriais/Produção Industrial de Cosméticos. Os cursos têm um núcleo comum que envolve conteúdos de português, matemática, informática, direitos da mulher e saúde da mulher. Serão selecionadas, preferencialmente, moradoras do Residencial Copacabana; Residencial Morumbi; Conjunto Habitacional Vila União; Vivian Park; Residencial Reny Cury e Bairro Jibran El Hadj.
As inscrições se encerram na segunda-feira, 08. Podem se inscrever mulheres de 18 anos completos acima. Para tanto, elas devem, além de preencher a ficha, apresentar os seguintes documentos (originais e fotocópias): Carteira de identidade ou certidão de nascimento; CPF e Comprovante de residência atual, que pode ser uma conta de água ou energia elétrica. É preciso, ainda, preencher uma ficha de inscrição e um formulário socioeconômico, fornecidos pelo próprio Instituto.
Resultado
De acordo com a coordenadoria dos cursos, a divulgação do resultado, em primeira chamada, ocorrerá no dia 24 de julho de 2013, tanto por meio eletrônico (site e redes sociais do câmpus), como por meio de listas afixadas no Câmpus Anápolis. As candidatas classificadas dentro das 70 vagas deverão comparecer à Coordenação do Programa Mulheres Mil, na Gerência de Pesquisa e Extensão do IFG - Câmpus Anápolis, para realizar a matrícula, nos dias 25, 26 e 29 de julho de 2013, das 8h às 18h.
Como é
O Programa Nacional Mulheres Mil - Educação, Cidadania e Desenvolvimento Sustentável – faz parte do Plano Brasil sem Miséria e integra um conjunto de ações que consolidam as políticas públicas de inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Ele possibilita que mulheres de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano, sem o pleno acesso aos serviços públicos básicos, tenham direito à formação educacional, profissional e tecnológica, permitindo elevação de escolaridade, emancipação e inserção no mundo do trabalho, por meio do estímulo ao empreendedorismo, às formas associativas solidárias e à empregabilidade.

Autor(a): Nilton Pereira

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