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Humanismo: O amor espalhado em pequenos gestos

Geral Comentários 18 de setembro de 2015

Fantasiados de palhaços, integrantes de uma ONG em Anápolis levam alegria para crianças e idosos que vivem em abrigos e asilos


Ser palhaço é coisa séria. Este é o slogan da ONG ProHumanos, que começou em Uberlândia e, hoje, tem filiais em Anápolis; Goiânia; Belo Horizonte; Cuiabá, Rio de Janeiro e Araguari. Cerca de 500 pessoas estão envolvidas no trabalho da instituição, que realiza cerca de 20 mil atendimentos por semana.


Inspirado no filme ‘Patch Adams - O Amor é Contagioso’, com Robin Willians, integrantes da instituição se fantasiam de palhaços e fazem visitas a hospitais, asilos e orfanatos.


“A gente colore o ambiente. Chegamos onde tudo é muito tedioso e damos alegria para aquele lugar. A gente chega para colorir”, diz o coordenador do projeto em Anápolis, Yago Rodrigues Moreira.


Em Anápolis, a ONG começou há dois anos, mas, apenas dez pessoas trabalham no projeto. Todos são voluntários e atuam pela vontade de ajudar a outras pessoas. “Quando chegamos, já fazendo graça, as pessoas se abrem conosco. E, conseguimos vê-las felizes”, diz Yago.


A razão de haver pouca gente ajudando é que, para entrar na instituição, torna-se necessário seguir vários critérios. Antes de começar a trabalhar, todos os voluntários passaram por treinamento. O próximo curso de capacitação está marcado para os dias 26 e 27 de setembro. As inscrições são feitas pelo e-mail: prohumanosanapolis@gmail.com e o custo é de 50 reais.


“Todos precisam ser acompanhados no início dos trabalhos. Selecionamos bem para não haver problemas”, explica o coordenador do projeto em Anápolis. Hoje, no Município, apenas duas instituições são visitadas pelo grupo. Mas, a intenção é expandir essas visitas.


“O sorriso, o abraço, o agradecimento das pessoas é o que nos move. Ouvi-las dizerem que a visita mudou a vida delas, que antes era muito ruim. E, elas se sentirem felizes com a nossa presença é o maior presente que podemos receber”, conclui Yago.


História - Segundo eles mesmos descrevem, a ONG começou por uma emergência: a construção de um mundo melhor. Essa é a visão do fundador do projeto, Eslon Bueno Chagas, conhecido como Zilão.


Ele conta que quando entrou para a faculdade de enfermagem, percebeu que, antes de um tratamento médico, o paciente necessitava de um tratamento humanitário. Esse desejo de mudança resultou em ações práticas e concretas. E começaram, então, os primeiros trabalhos da instituição, isso há oito anos.


Foi através de palestras em escolas, conscientizando a juventude e promovendo apresentações, debates e fóruns de prevenção contra as drogas. Uma segunda etapa partiu para o trabalho que hoje é o foco principal da ONG: a humanização na saúde.

Autor(a): Ana Cláudia Oliveira

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