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Huana: Hospital registra alto índice de satisfação

Saúde Comentários 04 de outubro de 2013

Unidade faz atende por mês mais de 500 pessoas, em sua maioria, pacientes vítimas de acidentes de trânsito


O Hospital de Urgências Dr. Henrique Santillo de Anápolis (Huana) é mantido, exclusivamente, com verba do Tesouro Estadual (R$ 2,8 milhões por mês). No local são realizados atendimentos de traumas e emergências de Anápolis e região, totalizando cerca de 73 municípios. A equipe é formada por 610 funcionários (150 médicos e 201 enfermeiros). A estrutura física é composta por 82 leitos, sendo 24 deles de UTI. Todos os meses são realizadas, em média, 700 cirurgias e 17 mil procedimentos e diagnósticos. A maioria das pessoas atendidas (520/mês) é vítima de acidentes de trânsito.
Segundo o diretor técnico do Hospital de Urgências Dr. Henrique Santillo de Anápolis (Huana), Luiz Cláudio Rezende Gonçalves, todos os pacientes respondem a uma pesquisa de satisfação. O material é utilizado para corrigir falhas e potencializar as ações que dão resultados positivos. A pesquisa mostra que 65,5% dos pacientes acham que o hospital é excelente; 22,59% acham que o hospital é bom; 5,91% acham que o hospital é razoável; e 3,99% acham que o hospital é ruim. “Pelas características do hospital, com atendimento de emergência, trauma e urgência, seria muito difícil agradar os pacientes. Isso porque eles vivem uma situação de muito stress e fragilidade. Mas, mesmo com essas características, nós temos um índice de satisfação entre excelente e bom que chega a 90%”, salienta Luiz Cláudio.
O Huana tem contribuído para a redução do fluxo de atendimentos de urgência e emergência no Hugo de Goiânia. “Nós conseguimos reduzir ao máximo o número de pacientes para o Hugo de Goiânia. Resolvemos todos os casos aqui. Nós é que somos a ponta. Há muitas cidades do interior que encaminham pacientes para cá, mas temos uma política e atendemos o que é importante e necessário e vai fazer diferença entre a vida e a morte. Agora, pacientes crônicos, pacientes que não teriam nenhuma vantagem no tratamento aqui são encaminhados para a cidade de origem”, relata Rezende. Nesses oito anos e meio de funcionamento, o Huana não passou por obras de ampliação. No período foram feitas alterações internas visando atender o aumento expressivo da demanda. Os leitos de terapia intensiva pediátrica foram trocados por leitos de terapia adultos e com adequações internas foram criados mais leitos de enfermaria.

Autor(a): Da Redação

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