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Hospital Evangélico entre os melhores de Goiás

Saúde Comentários 07 de fevereiro de 2014

Estabelecimento recebeu o Selo Platina de Qualidade, conferido pela Associação dos Hospitais Particulares de Alta Complexidade do Estado


O Evangélico Goiano, de Anápolis, foi o único hospital do interior a figurar na lista dos 15 estabelecimentos do gênero melhor avaliados por uma equipe contratada para aferir a qualidade do serviço ofertado à população. Além disso, ficou entre os sete do topo da lista, na qualificação Platina, a maior conferida pela entidade. O evento para a premiação ocorreu no último dia 30 de janeiro, em Goiânia. A AHPACEG apresentou o resultado perante uma plateia formada por dirigente hospitalares, autoridades do setor de saúde e vários convidados especiais. Os médicos Ernei de Oliveira Pina (Presidente) Edmo de Oliveira Pina e Willian Fanstone (diretores), acompanhados de gerentes e gestores do Hospital Evangélico Goiano, estiveram presentes ao ato.
Para o Presidente, Ernei de Oliveira Pina, a inclusão do HEG entre os melhores hospitais particulares de Goiás “é um orgulho para os anapolinos e o reconhecimento a um trabalho que atravessou décadas, desde que o Hospital foi fundado pelo médico e missionário James Fanstone, ainda nos anos 20. De lá para cá, a evolução foi constante e, hoje, chegamos a esse ponto. Mas, queremos mais. Vamos em busca de um desempenho melhor ainda. Nosso objetivo é o Selo Diamante”, justificou. Para isso, Ernei de Oliveira Pina esclarece que o Hospital Evangélico Goiano está em constante processo de modernização. Atualmente, por exemplo, sua diretora está procedendo a uma série de melhoramentos e reformas, e aplica altas somas na aquisição de equipamentos sofisticados; criação de alas como UTIs ultramodernas, a abertura de novos espaços para apartamentos e enfermarias, além da contratação de profissionais da mais alta qualificação para o atendimento aos pacientes que o procuram. É, de fato, o mais completo hospital privado do interior de Goiás e com desempenho superior a muitos da Capital do Estado.

A premiação
Os selos são conferidos com base na pontuação alcançada por 15 grandes hospitais goianos, na ‘Classificação Hospitalar’ promovida pela AHPACEG e realizada por auditores independentes. Sete hospitais foram classificados na categoria Platina, seis na categoria Ouro e dois receberam o selo Prata. Nas categorias Diamante (a maior) e Bronze (a menor) não houve classificação.
A solenidade, realizada na Maison Florency, em Goiânia, contou com cerca de 300 participantes e reuniu a diretoria da Associação dos Hospitais Particulares de Alta Complexidade, diretores e colaboradores dos hospitais associados; autoridades da área da saúde e representantes de vários segmentos sociais.
Pela ordem de avaliação, na categoria Platina, foram classificados o Hospital Anis Rassi; Hospital Santa Helena; Hospital de Acidentados; Hospital e Maternidade Jardim América; Hospital Evangélico de Anápolis, Hospital Santa Mônica e Hospital Amparo.
Na categoria Ouro, foram classificados o Instituto Ortopédico de Goiânia; Hospital Monte Sinai; Hospital da Criança de Goiânia; Hospital São Silvestre, Hospital São Francisco de Assis e Hospital Samaritano de Goiânia. Na categoria Prata, a classificação ficou com o Hospital Infantil de Campinas e o Hospital São Salvador.
Com a Classificação Hospitalar, a população tem um meio de avaliar se o hospital oferece segurança ao paciente. Para essa classificação, eles passam por uma minuciosa avaliação feita por auditores independentes e capacitados, seguindo parâmetros técnicos internacionais e previstos no Manual de Classificação AHPACEG, avaliando critérios, como a complexidade, resolutividade, qualidade e segurança em todos os setores dos hospitais. A avaliação incluiu 230 questões sobre os mais diversos aspectos, com pesos diferenciados para cada grupo. A pontuação máxima prevista é de 245 pontos. Considera-se, por exemplo, a infraestrutura, serviços e equipamentos mínimos que um estabelecimento precisa ter para ser chamado de hospital, entre eles, ter pronto-socorro 24 horas; no mínimo 40 leitos comuns e 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI); pelo menos três serviços de diagnóstico e terapêutica 24 horas (ressonância, tomografia, raios-x, ultrassonografia ou hemodinâmica). Avaliaram-se, também, critérios como a existência e o efetivo funcionamento de Comissões de Controle de Infecção Hospitalar, de Ética e de Óbito.

Autor(a): Nilton Pereira

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