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Hospital de Urgências capta coração para transplante pela primeira vez

Saúde Comentários 31 de agosto de 2017

Fato inédito mostra o preparo da equipe e a precisão do equipamento cirúrgico. Novas cirurgias estão programadas


Pela primeira vez em sua história, o Hospital de Urgências de Anápolis “Doutor Henrique Santillo” promoveu o transplante de um coração. Foi na sexta-feira, 25 de agosto. Além do coração, outros órgãos foram retirados do corpo de um jovem de 18 anos, cuja família autorizou as cirurgias, após ser constatada sua morte encefálica. Na verdade, foi uma doação de múltiplos órgãos. O ato de solidariedade beneficiou a seis pessoas que estavam na fila de transplante em Goiás, Distrito Federal e São Paulo.
De acordo com a equipe médica, foram retirados os rins, o fígado, as córneas e, pela primeira vez no HUANA, o coração. O procedimento de captação reuniu cerca de 20 pessoas compostas por integrantes da equipe da Central de Transplantes de Goiás; profissionais das cidades de Brasília e São Paulo e, também, da Fundação Banco de Olhos de Goiás. Houve, ainda, o apoio do serviço de transporte do hospital e da Polícia Militar.
De acordo com a supervisora da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos, Tecidos e Transplantes do Hospital, Vanessa Lobo, o ato mais importante desta captação foi que seis vidas estavam sendo salvas “graças ao consentimento da família em realizar a doação, e, ao empenho de nossa equipe e da Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos e Tecidos de Goiás”.
O Diretor Técnico do HUANA, médico Márcio Matias de Oliveira, que esteve presente no centro cirúrgico para acompanhar a captação, ressaltou o compromisso do Hospital em salvar vidas por meio da parceria efetiva com a Central de Transplantes. “Mesmo com todo o trabalho dos nossos profissionais capacitados e com nossa estrutura de referência, alguns pacientes não se recuperam e, infelizmente, vão a óbito. Nessa hora, surge a chance de salvar outras vidas, com a autorização das famílias desses pacientes, que, mesmo em luto, se sensibilizam com o sofrimento de outras pessoas. O transplante de órgãos é um alento a quem espera ansiosamente por mais uma oportunidade de viver”, concluiu o Diretor.

Autor(a): Nilton Pereira

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