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Homem ainda ganha mais que a mulher

Geral Comentários 13 de abril de 2018

Em Goiás, o rendimento médio da população ficou em R$ 2.129.


Em Goiás, o rendimento médio mensal real efetivamente recebido de todos os trabalhos resultou em uma massa mensal de rendimento de R$ 6,9 bilhões e um rendimento médio de R$ 2.129. No Brasil, essa massa foi de R$ 194,2 bilhões e o rendimento médio de R$ 2.178. Em 2016, a massa mensal de rendimento em Goiás havia sido de R$ 6,2 bilhões e o rendimento médio R$ 1.988 ao passo que no Brasil, as estimativas foram de R$ 197,5 bilhões e R$2.223, respectivamente.
Entre os homens, a média de rendimento em Goiás foi de R$ 2.364 enquanto entre as mulheres, R$ 1.815, o que representava 76,8% do rendimento masculino, em 2016, essa proporção havia sido 76,6%. No país essa proporção foi de 77,5% em 2017 e 77,1% em 2016.
Em relação à cor ou raça, o rendimento das pessoas brancas, em Goiás, (R$ 2.482) era maior que o das pessoas pardas (R$ 1.962) e das pretas (R$ 1.721). As brancas tinham rendimentos 16,6% superiores aos da média estadual (R$ 2.129), enquanto as pardas e pretas receberam rendimentos 7,8% e 19,2%, respectivamente, inferiores a essa média.
O nível de instrução foi um indicador determinante no rendimento médio mensal real de todos os trabalhos. Em Goiás, as pessoas que não possuíam instrução apresentaram o menor rendimento médio (R$ 1.130), por outro lado, as pessoas com ensino fundamental completo apresentaram rendimento cerca de34,3% maior (R$1.518). Já aqueles com ensino superior completo (R$ 4.509) apresentaram rendimento 2,4 vezes maior do que aqueles que tinham somente ensino médio completo (R$ 1.892) e 4,0 vezes maior do que aqueles que não tinham instrução.
Outro indicador da concentração de rendimento na população é a distribuição das pessoas por classes de rendimento. Em 2017, foi observado que em Goiás, as pessoas que fazem parte de 1% da população com rendimentos mais elevados tinham, em média, rendimento de R$23.990 e isso representa cerca de 28,5 vezes a média do rendimento da metade com menores rendimentos.

Gini
O índice de Gini (medida de concentração de renda, com valor que varia de zero, perfeita igualdade, até um, desigualdade máxima) aumentou em Goiás, indo de 0,441 em 2016 para 0,480 em 2017. No Brasil, o índice permaneceu estável, com valor estimado em 0,524 em 2017 e 0,525 em 2016.
Em relação à massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, em Goiás, o indicador alcançou R$ 8,7 bilhões em 2017, ao passo que em 2016, esse valor foi de R$ 7,7 bilhões. A parcela dos 10% com os menores rendimentos da população detinha 1,2% da massa, frente a 39,2% dos 10% com os maiores rendimentos. Além disso, cabe observar que este último grupo mostrou possuir uma parcela da massa de rendimento superior à dos 70% da população com os menores rendimentos (34,5%).

Autor(a): Da Redação

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