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Gomide fala sobre polêmica da receita municipal

Cidade Comentários 21 de setembro de 2012

Candidato do PT defende que área da Plataforma Logística seja utilizada para a expansão do DAIA


Ao participar da primeira sabatina com os prefeituriáveis, realizada pela Associação Comercial e Industrial de Anápolis (ACIA), o Prefeito Antônio Gomide, que concorre à reeleição pelo PT, fez questão de dar esclarecimentos sobre a arrecadação mensal do Município, uma vez que, segundo ele, tem havido informações distorcidas que acabam por confundir as pessoas.
De acordo com Gomide, em 2008, antes de iniciar a sua gestão, a receita da Prefeitura foi de R$ 140 milhões, tirando os convênios de verbas carimbadas para a Educação e Saúde. Dividindo por dozes meses, correspondia a uma receita mensal de mais de R$ 20 milhões. Em 2011, a receita pulou para R$ 427 milhões. Dividindo pelos 12 meses, tinha-se uma receita em torno de R$ 35 milhões. Adversários na campanha, segundo ele, estariam superdimensionando esses números, colocando a arrecadação de R$ 4 milhões por dia útil ou de R$ 100 milhões ao mês.
Ainda, falando sobre o assunto, ele destacou que o aumento da receita se deu por várias razões, dentre elas, a expansão da arrecadação do ICMS e o aumento do Índice de Participação do Município (que é a fatia do bolo arrecadado pelo Estado e distribuído aos Municípios, o chamado Coíndice) e a implantação da Nota Fiscal Eletrônica, que fez com que a arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) superasse a arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que durante muitos anos ostentou a posição de principal fonte própria de arrecadação do Município.
Gomide apresentou, também, dados sobre a economia que a Cidade vem tendo através das licitações em suas novas modalidades. Caso, por exemplo, do Pregão Eletrônico, que registra as melhores somas em economia aos cofres públicos. Foi citado que, no período de janeiro a maio deste ano, as compras nesta modalidade tinham valor estimado em R$ 16 milhões e foram contratadas em R$ 10 milhões, uma economia de R$ 6 milhões. No Pregão Presencial, no mesmo período, as compras orçadas em R$ 348 tiveram economia de R$ 78 mil e na modalidade Carta-Convite, embora pequena, houve também uma margem de economia. O valor inicial de R$ 1,8 milhão teve deságio de R$ 157 mil. “Essa diferença tem nos permitido aumentar os investimentos na Cidade”, pontuou.
Na reunião com os empresários, o candidato foi questionado sobre a expansão do DAIA. Ele manifestou-se contrário ao Município implantar um novo distrito, considerando que o Distrito Agroindustrial já tem estrutura e áreas próximas para que seja ampliado. Além do que, apresentou uma proposta que diverge um pouco do pensamento de parte do empresariado em relação ao projeto da Plataforma Logística Multimodal. Conforme observou, o projeto já existe há 10 anos e nunca saiu do papel e a área, que já conta com infraestrutura, poderia estar sendo aproveitada para abrigar as empresas que querem se instalar na Cidade.

Autor(a): Claudius Brito

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