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Gomide e Marconi devem “dar as cartas” no jogo eleitoral

Política Comentários 01 de outubro de 2011

Faltando pouco mais de um ano para as eleições do ano que vem, já se especula nos bastidores políticos sobre como ficará a relação entre o Prefeito de Anápolis e o Governador do Estado


Muita gente já vem perguntando, como deve ficar a relação entre o Prefeito Antônio Gomide (PT) e o Governador Marconi Perillo (PSDB), em 2012, devido à eleição para prefeito e vereador. Até o momento, ambos têm mantido uma parceria administrativa e não adentraram, ainda, nas questões políticas que, inevitavelmente, virão com as campanhas.
Logo após se eleger, Marconi cunhou a frase: “Governo não faz oposição a governo”, justamente, em Anápolis, ao ser questionado sobre o relacionamento que teria com o chefe do Executivo. Tem funcionando relativamente bem, apesar de alguns tucanos e petistas ligados a ambos se digladiarem pelos bastidores.
O presidente da Goiasindustrial, Ridoval Chiareloto, na última reunião da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia), teceu duras críticas ao governo petistas, em nível nacional. O secretário estadual de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy (sem partido) e o deputado federal Rubens Otoni (PT) têm trocado constantes “gentilezas” pela mídia. O petista já foi direto ao cerne da questão, que é uma provável candidatura do secretário, que conforme diz, não é de Anápolis. Baldy diz o contrário, lembrando que há vários anos, inclusive, tem investimentos que geram emprego na Cidade. Essa, entretanto, é uma discussão pequena perto do que está por vir. Tucanos e petistas, decididamente, não se bicam e não será diferente no ano que vem.
Mas, o fato é que, administrativamente, Gomide precisa de Marconi, e vice-versa. Antes de pensarem nos interesses políticos, eles são obrigados a pensarem nos interesses coletivos. Marconi sempre teve votações expressivas em Anápolis, conhece bem o eleitorado e sabe que é importante não afrontá-lo.
Gomide, que deve disputar a reeleição para o cargo, não tem motivos para atacar Marconi, ainda que este lance um candidato. A não ser que este candidato abra fogo contra o petista. E, neste meio, pode surgir uma terceira via com a promessa de tentar desbancar o discurso de ambos. É assim a política. Tem sido nos últimos anos, mas bem que poderia ser diferente. Os embates são importantes para que o eleitor possa conhecer o perfil daquele que pretende dar o seu voto, porém, mais do que isso, é preciso que as campanhas sejam mais recheadas de ideias e projetos.

Autor(a): Claudius Brito

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