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Goiás perde mais de 57 mil assalariados em 2016

Geral Comentários 28 de junho de 2018

Em relação ao ano anterior, ou seja, em 2015, a queda foi de 4,02%. No Brasil, a queda foi um pouco mais acentuada, 4,38%


O pessoal ocupado assalariado em Goiás, no ano de 2016, obteve segundo decréscimo após 8 anos seguidos de crescimento, conforme tabela 1. O estado apresentou retração de 4,02% no número pessoas ocupadas assalariadas, caindo de 1.414.784, em 2015, para 1.360.747, em 2016. No Brasil, a queda foi mais acentuada, 4,38%, passando de 46.557.150 pessoas ocupadas assalariadas em 2015 para 44.519.619 em 2016.
No ano de 2016, em Goiás, existiam 178.768 unidades locais de empresas e outras organizações, representando 3,2% do total do Brasil, número 0,4% menor do que 2015, quando existiam 179.768 unidades locais. O Brasil também acompanha queda de 1,1% no número de unidades locais e outras organizações, passando de 5.603.592 em 2015 para 5.542.008 em 2016.
O pessoal ocupado das unidades locais totalizou 1.565.956 pessoas, em 2016, no estado de Goiás, apresentando retração de 3,5% em relação a 2015, 1.623.217 pessoas. No Brasil, estavam ocupadas nas unidades locais 51.411.199 pessoas, em 2016, apresentando retração de 4,0% em relação a 2015, 53.541.695 pessoas.
Atividades com maior participação Entre as atividades investigadas em Goiás, no ano de 2016, a seção Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas manteve-se com as maiores participações em três das quatro variáveis analisadas: número de unidades locais e outras organizações (79.605 unidades – 44,53%), pessoal ocupado total (366.975 pessoas – 23,43%) e pessoal ocupado assalariado (275.594 pessoas – 20,25%), enquanto que em salários e outras remunerações ficou na terceira colocação (R$ 5.911 milhões – 13,87%).
As indústrias de transformação, por sua vez, mantiveram-se na segunda colocação nas quatro variáveis analisadas em Goiás: número de unidade locais e outras organizações (16.305 unidades – 9,12%), pessoal ocupado total (245.199 pessoas – 15,66%), pessoal ocupado assalariado (225.448 pessoas – 16,57%) e salários e outras remunerações (R$ 6.405 milhões – 15,02%). A seção administração pública, defesa e seguridade social manteve-se com a maior participação em salários e outras remunerações (R$ 10.482 milhões – 24,59%).
Para o Brasil, a classificação das três primeiras seções seguiu padrão parecido com a do
estado de Goiás, sendo que as Atividades Administrativas e Serviços Complementares permaneceu com a segunda posição em número de unidades locais.

SALÁRIOS MÉDIOS
Em 2016, o salário médio mensal em Goiás manteve-se em 2,6 salários-mínimos, abaixodo salário médio mensal nacional, que foi de 3,0 salários-mínimos. Os maiores salários médios foram pagos no Distrito Federal (5,3 salários-mínimos), Rio de Janeiro (3,5 salários-mínimos), São Paulo (3,4 saláriosmínimos) e Roraima (3,2 salários-mínimos). Já os menores salários médios foram pagos no Alagoas e Paraíba (2,2 salários-mínimos) e no Ceará (2,3 salários-mínimos).
Com análise da classificação das atividades, o maior salário médio mensal em Goiás, de 10,5 salários-mínimos foi para a seção Eletricidade e Gás, seguido pelas Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, 5,7 salários-mínimos. Goiás seguiu o mesmo perfil do Brasil, que apresentou a seção com o maior salário médio mensal Eletricidade e gás, com 8,2 salários-mínimos, seguido por Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, com 7,1 salários-mínimos de média. (Com informações do IBGE)

Autor(a): Da Redação

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