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Goiás é o quinto no ranking de estados

Meio Ambiente Comentários 20 de setembro de 2018

Melhor desempenho foi verificado no indicador Tratamento de Esgoto, mas Destinação de Lixo também contribuiu com resultado


Desenvolvimento econômico e social combinado com sustentabilidade ambiental. Esse é o retrato de Goiás verificado no Ranking de Competitividade dos Estados, edição 2018, divulgado recentemente na Bolsa de Valores de São Paulo, pelo Centro de Lideranças Políticas (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e a Economist Intelligence Unidade. Na comparação com o resultado do ano anterior, o Estado saltou três posições e passou a integrar o grupo dos dez mais competitivos do País.
Entre os dez pilares analisados pelo estudo, o da Sustentabilidade Ambiental foi um dos destaques de Goiás este ano. O Estado ficou na quinta posição nacional neste pilar, com nota geral de 70,6, enquanto a média nacional foi de 51,6. O melhor desempenho foi verificado no indicador Tratamento de esgoto, que obteve nota de 50,8 e conquistou a sexta colocação no ranking nacional. A média brasileira do indicador foi de 33,3.
De acordo com o governador José Eliton, nos últimos 20 anos o Governo Estadual investiu R$ 2,2 bilhões na área de Saneamento, o que contribuiu para que Goiás chegasse ao índice atual de esgotamento sanitário, com 58,5% da população atendida. Esse índice supera a média brasileira, que é de cerca de 50%. Ele acrescenta que os investimentos programados para os próximos quatro anos permitirão um novo salto, que levará o Estado a chegar próximo aos 90% de atendimento, tendo 100% do esgoto coletado devidamente tratado.

lixo
No indicador Destinação do lixo, segundo o estudo da CLP, Goiás ficou com a sétima colocação no ranking nacional, com a nota 85,4, superando a média brasileira de 62,7. A destinação adequada para o tipo de resíduo sólido e qualidade das unidades de destino e solo saltou da nota 66,3, em 2017, para 85,4 no ano seguinte.
Já no indicador relacionado às Emissões de CO2, foi avaliado o gás carbônico emitido e derivado de remoção de unidades de conservação (toneladas por habitante). Neste quesito, a nota de 2017 foi de 62,00, e a de 2018 subiu para 64,8. Dessa forma, Goiás ficou com a sétima colocação no ranking nacional no indicador, acima de média do País, que foi de 54,9.
“O Estado de Goiás que estamos construindo para as próximas gerações deve buscar o desenvolvimento econômico e social, mas focar ainda na sustentabilidade ambiental. Por isso comemoramos o resultado deste ranking”, afirmou o titular da Secima, Hwaskar Fagundes. Nesse sentido, ressaltou, o Governo Estadual implementa políticas públicas que visam melhorar os indicadores de saneamento, proteger os mananciais e áreas de preservação, e ainda apoiar os municípios para que possam, por meio de consórciis, dar a destinação correta aos resíduos sólidos.


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