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Geração de empregos dá o 2º lugar a Anápolis

Economia Comentários 24 de janeiro de 2019

Dados do CAGED apontam que a Cidade criou 2.068 empregos celetistas


Apesar de haver registrado saldo negativo na geração de empregos em dezembro, Anápolis foi a segunda cidade goiana que mais gerou postos de trabalho com carteira assinada ao longo de 2018 perdendo, apenas, para Goiânia. Dados da última estatística do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que no ano passado foram abertos 2.068 novos empregos formais, enquanto que em Goiânia foram geradas 6.504 vagas, um número que colocou a Capital do Estado na primeira posição do ranking das cidades goianas com os melhores desempenhos no mercado de trabalho no ano passado.
A terceira posição no ranking ficou com Aparecida de Goiânia, com 1.642 vagas, a quarta, com Rio Verde, com 1.584 e, a quinta, com Jataí, com 1.384 novas vagas. Em contrapartida, Mineiros foi o município goiano com o maior saldo negativo no mercado de trabalho goiano em 2018, com 948 vagas fechadas, seguido por Goianira, com 494 postos de trabalho extintos, Planaltina e Senador Canedo, ambas com 297 vagas fechadas e São Simão, com saldo negativo de 216 vagas.
Dezembro foi um mês atípico para o mercado de trabalho, com o fechamento de vagas formais em todas as cinco regiões do País, totalizando 334.462 empregos com carteira assinada extintos. A liderança ficou com o Sudeste, com saldo negativo de 167,2 mil, seguido pelo Sul (-71.720); Nordeste (-43.984), Centro-Oeste (-39.275) e Norte (-12.283). Em contrapartida, o País fechou o ano com 529.554 novos postos de trabalho, um resultado positivo que mostra uma reversão no mercado de trabalho em relação aos três anos anteriores, todos com saldos negativos.
De acordo com o CAGED, em 2015 o País fechou 1,5 milhão de vagas de empregos celetistas, em 2016 houve um corte de 1,3 milhão e, em 2017 o resultado se aproximou do equilíbrio, mas ainda assim com um saldo negativo de 11,9 mil postos de trabalho. A estatística mostra, também, que em três anos o País perdeu 2,8 milhões de vagas, um número que começou a ser revertido em 2018 com a geração dos mais de 529 mil novos postos de trabalho.
A mesma estatística mostra ainda que no acumulado do ano passado, o Sudeste foi a região que puxou a criação de vagas de empregos celetista, com um saldo positivo de 251.706 vagas, seguido pelo Sul, com 102.223, o Nordeste, com 80.639, o Centro-Oeste, com 66.825 e o Norte, com 28.161. Goiás fechou 2018 com um saldo positivo de 26.256 empregos formais, um resultado referente à diferença entre 593.997 contratações e 567.741 demissões. No ranking nacional, Goiás ficou na sétima posição entre os 23 Estados que registraram expansão na geração de empregos.

Dezembro
No entanto, em dezembro, acompanhando o que ocorreu em todo o País, Goiás fechou 13.342 postos celetistas de trabalho. Por segmento de atividade, a liderança de saldo negativo ficou com a Agropecuária (-4.733), seguida pela construção civil (-3.292); indústria de transformação (-3042); serviços (-2.166), extrativa mineral (-66) e administração pública (-23). O comércio registrou saldo positivo de apenas 21 vagas.
Em Anápolis, o mercado de trabalho acompanhou essa tendência negativa em dezembro, com o fechamento 387 postos de trabalho, um número resultado de 2.288 contratações e 2.675 demissões. Por área de atividade, a liderança no fechamento de vagas ficou com o setor de serviços, com saldo negativo de 149 vagas, seguido pela construção civil (-161), indústria de transformação (-95) e extração mineral (-1). Registraram saldo positivo, apenas, o comércio (com 21 novas vagas) e o Serviço de Utilidade Pública Industrial (com outras 15).
Mesmo com os 387 postos de trabalho fechados, muitos municípios goianos ficaram à frente de Anápolis no ranking das cidades com os maiores saldos negativos no mercado de trabalho, em dezembro. A liderança ficou com Goiânia, com 2.999 vagas extintas, seguida por Aparecida de Goiânia (-700); Morrinhos (-698), Formosa (-630) e Santa Helena (-473). De um total de 36 municípios com mais de 30 mil habitantes, o saldo foi negativo em 32 e positivo em, apenas ,quatro, liderado por Caldas Novas, onde foram gerados 413 novos empregos formais, seguido por Itumbiara (247), Inhumas (170) e Niquelândia (73).
Nestas 36 cidades, a soma do saldo negativo alcançou 10.373 empregos extintos, resultado de 30.101 contratações e 40.474 desligamentos.


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