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Geração de empregos apresentou saldo positivo no mês de abril

Cidade Comentários 24 de maio de 2018

Anápolis ficou na 6ª posição entre as cidades goianas que mais geraram empregos e na 41ª entre os 100 municípios brasileiros


Apesar de registrar uma acentuada queda em relação a março, a geração de empregos com carteira assinada em Anápolis continua com saldo positivo e se destaca entre as 100 cidades brasileiras que mais abriram vagas no mercado formal de trabalho em abril. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego, no mês foram geradas em Anápolis 285 novas vagas de emprego formal, contra 414 em março, o que representa uma redução de 129 vagas, ou de pouco mais de 30%.
Abril foi o quarto mês consecutivo com saldo positivo no mercado de trabalho do Município, o que representa 1.568 novas vagas abertas neste período. Mesmo com a queda de pouco mais de 30%, com as 285 novas vagas de abril, Anápolis ficou na sexta posição no ranking das cidades goianas acima de 30 mil habitantes que mais criaram empregos no mercado de trabalho perdendo, apenas, pela ordem, para Goianésia, com 972; Formosa, com 729; Goiânia, com 683; Santa Helena de Goiás, com 655 e Morrinhos, com 566. Os dados do CAGED mostram que os 285 novos empregos foram o resultado de 2.949 admissões e 2.664 desligamentos.
Nos demais municípios com população acima de 30 mil habitantes, além dos seis primeiros colocados no ranking dos que mais geraram empregos formais, foram relacionados, pela ordem as cidades de Goiatuba, com 269 novas vagas de empregos formais; Cristalina (208); Inhumas (157); Niquelândia (139); Aparecida de Goiânia (114); Uruaçu (88); Valparaíso de Goiás (84); Senador Canedo (67); Rio Verde (66); Quirinópolis (63); Luziânia (45); Mineiros (33); Caldas Novas (29); Porangatu (26); Jaraguá (25); São Luiz dos Montes Belos (15); Itumbiara (10); Cidade Ocidental (9); Goianira (8); Itaberaí (6), Trindade e Águas Lindas, ambas com saldo positivo de, apenas, uma nova vaga.
De um total de 36 municípios com mais de 30 mil habitantes, o saldo foi positivo em 26 e negativo em 10. São eles: Inhumas (-157); Catalão (-108); Rio Verde (-66); Iporá (-47); Minaçu (-31); Jataí (-30); Planaltina (-30); Itumbiara (-10); Santo Antônio do Descoberto (-9) e Novo Gama (-3).

SALDOS
Os dados do CAGED mostram, também, que, entre os trabalhadores admitidos, 239 foram para o primeiro emprego e 2.568 para o reemprego e 139 contratos com prazo de validade determinado. Já entre os desligamentos, 1.531 ocorreram sem justa causa; 596 a pedido dos próprios trabalhadores, 459 por conta do fim de contratos de trabalho e 10 por morte. As funções que mais admitiram foram as de alimentador de linha de produção, auxiliar de escritório, vendedor de comércio varejista, faxineiro e servente de obras.
A estatística mostra, ainda, que os setores que mais contrataram foram os de serviços, que ofereceu em abril 252 novas vagas; o comércio, com 133; a construção civil, com 59; o Serviço Industrial de Utilidade Pública, com 17 e o agronegócio, com, apenas, três vagas. Em contrapartida, a indústria de transformação apresentou saldo negativo de 139 vagas e o setor de extração mineral não registrou saldo positivo ou negativo.
Entre os 100 municípios brasileiros que mais geraram empregos formais nos quatro primeiros meses do ano, dez são de Goiás. As três melhores colocações nesse ranking ficaram com Goiânia, na 13º posição com 3.138 novas vagas abertas neste período, seguida por Cristalina, com 2.104 e Anápolis, com 1.568. No País, Goiás ficou na quarta posição no ranking das unidades da Federação que mais geraram empregos com carteira assinada em abril, com 8.791 novas vagas.
Em todo o País, o saldo, também, foi positivo pelo quarto mês consecutivo com 115.898 novos empregos formais. Nas cinco regiões brasileiras, o saldo foi igualmente positivo no Sudeste, com 78.074 vagas abertas, no Centro-Oeste, com 15.769, no Sul, com 13.298, no Nordeste e Norte, com 4.310 novas vagas. A estatística do CAGED mostra que das 27 unidades federativas, 22 ficaram com saldo positivo. A liderança ficou com São Paulo, com saldo positivo de 44.426, seguido por Minas Gerais, com 23.563, Paraná, com 9.229 e Rio de Janeiro, com 7.320 novas vagas.

Autor(a): Ferreira Cunha

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