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Flagrantes do “big brother” ajuda reduzir criminalidade

Economia Comentários 30 de dezembro de 2011

De acordo com dados do Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM), 12 pessoas foram detidas a partir das cenas flagradas pelos equipamentos


Em menos de 15 dias de funcionamento, as câmeras de videomonitoramento instaladas em Anápolis já contribuíram para a redução da criminalidade. Neste período, 12 pessoas foram detidas a partir das cenas flagradas pelos equipamentos. A maioria tem envolvimento com o tráfico de drogas.
A informação é do tenente Edson Peres, coordenador do videomonitoramento. Segundo ele, as 25 câmeras funcionam em tempo integral, cujas cenas são acompanhadas por um policial, agentes de monitoramento e de trânsito. “Logo que uma situação delituosa é flagrada, fazemos o acionamento de uma viatura da região, via celular ou rádio. Em todos os delitos que foram detectados, conseguimos chegar em tempo hábil”, acrescenta.
Ainda de acordo com o coordenador do sistema, a maioria das prisões estava relacionada ao tráfico de drogas. Os circuitos de segurança também conseguiram detectar arrombamentos a estabelecimentos comerciais, com a detenção de duas pessoas. “O nosso saldo é altamente positivo”, comemora.
O circuito de segurança é uma das tarefas do Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM), instalado em Anápolis. O órgão nasceu de uma proposta do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania – Pronasci, do Ministério da Justiça, com objetivo de prevenir, controlar e reprimir a criminalidade no município.
A Prefeitura de Anápolis tem participação ímpar neste projeto, com a disponibilização da área de 700 metros quadrados para a sede do GGIM e da central de monitoramento, instalada em um prédio entre a Avenida Getulino Artiaga e a Rua Benjamin Constant. A gestão municipal também ficou responsável pelo pagamento do salário dos agentes de monitoramento e também do banco de horas destes PM´s.
A sede conta com a Sala de Situação composta de três ambientes: uma Central de Monitoramento, onde estão instalados os monitores de mapeamento das zonas de criminalidade 24 horas; o Tele-atendimento, com ramais gratuitos para disque denúncia e disque emergência; e a Sala de Intervenção de Crises, destinada às tomadas de decisões e complementação de ações referentes ao trabalho executado. Um investimento de R$ 890 mil foi repassado para aquisição dos equipamentos.
As câmeras possuem alta tecnologia, zoom de até 37 vezes e giram 360 graus. Os equipamentos estão ligados 24 horas por dia a uma central, instalada na sede do GGIM. Foram contratados 13 agentes de monitoramento para acompanhar as imagens, numa escala de 12/36 horas. Neste arrojado projeto de segurança pública, a Prefeitura também pensou em apoiar a inclusão social. Alguns destes agentes de monitoramento são deficientes e foram contratados por meio de parceria com Associação de Deficientes de Anápolis (ADA). Todos passaram por um treinamento capaz de diagnosticar as situações de risco.

Autor(a): Da Redação

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